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Categoria: Dicas

escolher um software de gestão de projetos

Como escolher um software de gestão de projetos

Diante da grande importância de um gerenciamento eficaz de projetos, a opção de investir e escolher um software de gestão de projetos na área se insere como a alternativa mais viável e vantajosa para otimizar o processo e garantir os resultados. A partir daí, sua empresa só tem a ganhar: os benefícios em eficiência e produtividade são enormes e irão gerar mais lucros para seus negócios. No entanto, antes de usufruir de tantas vantagens, uma questão se faz necessária: com tantas opções no mercado, como fazer a escolha do melhor sistema?

 De fato, existem algumas características e funcionalidades essenciais que não podem faltar em um bom software de gestão de projetos. Confira quais são elas a seguir e certifique-se de seguir o checklist na hora de eleger um sistema confiável e de qualidade para sua empresa e descubra como escolher um software de gestão de projetos!

Opte por um sistema de armazenamento em nuvem e ganhe mobilidade

Hoje, não há razão para você optar por um sistema instalado internamente, a menos que a sua empresa seja de grande porte e/ou necessite de uma solução muito específica para a realização dos processos. Neste sentido, um software que funcione e armazene os dados em nuvem trará uma série de vantagens para sua empresa.

Em primeiro lugar, você não precisará investir em hardware e em uma equipe de TI para a manutenção dos seus servidores e do sistema, o que implica em uma redução substancial dos custos, principalmente no que diz respeito às suas despesas iniciais. Quando feita internamente, a instalação deste tipo de software é cansativa e muito cara. Em segundo lugar, ao optar por um sistema em nuvem, será possível adequar a capacidade do software às necessidades do negócio: assim, se você precisa de poucos recursos, pode investir menos,  aumentando o investimento de acordo com as demandas da sua empresa.

E, por último, assinalamos aquela que é uma das principais vantagens de um sistema em nuvem: a mobilidade. Bons sistemas instalados remotamente permitem que você tenha acesso aos dados de qualquer dispositivo móvel (PC, notebook, tablet, smartphone, dentre outros), mantendo a gestão de projetos ao alcance a todo o tempo. Com este recurso, você conseguirá obter informações importantes em situações adversas como uma viagem ou reunião de negócios, ganhando muito em agilidade e eficiência.

Dê preferência a softwares de uso simples e intuitivo

Não se engane: a simplicidade é a chave para um bom sistema de gestão de projetos. Assim, é importante buscar por um software que forneça todas as soluções que você precisa da forma mais simples e intuitiva possível. Tenha em mente que você e os outros membros da equipe não podem ficar presos a um sistema complexo, que oferece uma série de soluções mas demanda um vasto conhecimento técnico para ser operado.

Porém, fique atento: simplicidade não é o mesmo que falta de recursos. Os bons sistemas trazem diversas soluções de gerenciamento para os seus projetos, mas também agregam funcionalidade e design simples para poderem ser facilmente operados por você e seus colaboradores. O sistema ideal é aquele que facilita e otimiza os processos, e não um que consuma tempo e esforços mentais!

Valorize o controle da produtividade

Nem todos os softwares da área possuem um bom controle de produtividade, mas esta é uma função indispensável que distingue os sistemas de qualidade – e faz toda a diferença para uma gestão eficiente. Um bom software deve mostrar, de maneira simples e precisa, como estão sendo gastos seus recursos em cada uma das atividades que sua empresa está desenvolvendo no momento.

Estes recursos incluem os gastos financeiros (diretos e indiretos), horas trabalhadas de cada um dos funcionários, horas extras e gastos de insumos. Ao obter um resumo geral das atividades do seu negócio, será possível saber como alocar seus recursos com mais eficiência, além de cortar gastos e aumentar a produtividade.

Prefira um sistema que permita a redução de custos

Um bom software de gestão de projetos contribui, automaticamente, para uma redução significativa dos seus gastos. Como reforçamos, um sistema eficiente será aquele que não demandará despesas desnecessárias com licenças de software, hardware, mão de obra técnica especializada e manutenção de servidores. Neste tópico, vale também ressaltar a importância de um software que traga resultados imediatos para a gestão de projetos da sua empresa – fuja das soluções complexas, caras e que exijam um longo tempo para serem implementadas!

Qualidade não é sinônimo de preço alto

Recapitulando, o ideal é priorizar um software de gestão de projetos que favoreça a mobilidade, seja simples e eficiente e habilite o controle da produtividade dos seus negócios. Um sistema que reúne estas características trará, com absoluta certeza, ganhos importantes para a sua empresa a médio e longo prazo. Mas talvez você se pergunte: um sistema deste tipo – inteligente e eficiente – custa muito caro? Não necessariamente!

Não confunda preço alto com qualidade. É possível buscar excelentes softwares, de empresas com tradição e nome no mercado, que não demandam um alto investimento. Busque soluções que simplifiquem o processo de instalação e manutenção, que é a etapa que consome mais recursos. Lembre-se: um bom software de gestão deve ser um que atenda às suas necessidades sem exigir gastos exorbitantes!

E você, está mais preparado para escolher um bom sistema a partir das nossas orientações?

planejar seus projetos

Como planejar seus projetos no ano da Copa do mundo

Todo bom gerenciador de projetos sabe a importância de antecipar obstáculos e planejar seus projetos em seu cronograma. Isso ajuda a evitar pendências e atraso nas entregas. Mesmo quem não compartilhou, via redes sociais, o calendário de feriados deste ano sabe que teremos um primeiro semestre com menos ‘dias úteis’ do que o do ano passado: 2014 é ano de Copa do Mundo! No mundo de gerenciamento de projetos, é possível manter prazos ao prever contratempos na execução de tarefas. Vamos ver como a seguir.

Planeje seus projetos de olho no calendário

Além dos feriados comuns de início de ano que tivemos, como Carnaval e Paixão de Cristo, junho será o mês da Copa. É preciso levar em consideração que, além de estarmos no país do futebol, os ânimos estarão ainda mais exaltados por sermos sede do evento mais importante deste esporte. Isso significa que a produtividade da sua equipe diminuirá em dias de jogo. Leve este fato em consideração ao planejar seus projetos, calcule o tempo perdido, as horas ajustadas e evite assim deixar prazos e entregas pendentes. A segunda metade do ano promete ser bem mais produtiva: muitos feriados caem em fins de semana.

Foco no tempo

Em um semestre com poucos dias úteis que tal uma atenção extra no controle de tempo nos seus projetos? A quinta edição do guia PMBOK traz uma atividade a mais na área de conhecimento “Tempo”: planejar o gerenciamento do cronograma. Dedique-se no planejamento desta área e também no monitoramento e no controle do tempo gasto na execução de cada fase. Esteja sempre de olho no cumprimento de prazos das entregas das pequenas tarefas, para garantir o prazo do projeto. Lembre-se que tempo gasto no planejamento é tempo ganho na execução. Por isso, construa uma boa base, planeje e monitore seu projeto.

O tempo útil de 2014 pode até ser mais curto, mas os projetos não. Organize-se!

Como você está planejando seus projetos em 2014? Compartilhe com a gente nos comentários!

projeto atribulado

Como manter a calma em um projeto atribulado

Gerenciar um projeto exige diversas habilidades. Quando se trata de um portfólio de projetos, com objetivos, requisitos, equipes e prazos distintos, o desafio é ainda maior. Ter uma ampla visão das atividades que estão sendo desenvolvidas, principalmente de um projeto atribulado, de forma sistêmica, para antecipar-se a possíveis gargalos, uma comunicação eficiente com os profissionais envolvidos e jogo de cintura para driblar as eventualidades.

Para todas essas questões, talvez a habilidade mais necessária a um Gerente de Projetos (GP) seja conseguir manter a calma, mesmo em um projeto atribulado. Você pode considerar isso algo irreal diante às situações críticas, mas acredite: não conseguir conter os ânimos pode trazer consequências ainda maiores!

Como manter a calma em um projeto atribulado

Ao contrário do que você possa pensar, manter a calma não é apenas uma condição psicológica ligada a conter a impaciência diante aos empecilhos, mas uma questão técnica de raciocínio e análise.

Quando você possui uma ampla visão dos recursos e das variáveis que englobam os projetos, além de um acompanhamento constante e eficiente, é mais fácil prever os gargalos e desenvolver planos de ação efetivos para lidar com as questões críticas, sem perder a calma.

Visão sistêmica e atualização das informações em tempo real

Quando você alia o gerenciamento de projetos à tecnologia, é possível ter um maior controle sobre os recursos envolvidos, sejam eles financeiros, humanos ou mesmo o acompanhamento da evolução dos trabalhos. Com essa visão sistêmica, automatizada e, por isso, atualizadas em tempo real, você conseguirá se ater antecipadamente aos pontos que apresentam uma maior possibilidade de darem errado.

Isso porque um software de gerenciamento de projetos possibilita uma visão 360º de todo o portfólio, o acompanhamento da execução das tarefas, avaliação da performance da equipe, o cumprimento dos prazos, a identificação do que precisa ser priorizado, os recursos necessários, bem como o reconhecimento de argumentos válidos para justificar e comprovar custos e demais necessidades. Com essas informações em mãos você não deixará que as situações cheguem a pontos críticos e, assim, conseguirá manter a cabeça fria para encontrar soluções viáveis.

A importância da documentação dos projetos para manter a calma no gerenciamento das tarefas

Nesse mesmo contexto, quando você possui um histórico das situações já vivenciadas e das ações desenvolvidas para sanar turbulências anteriores, você estará um passo à frente para resolver quaisquer gargalos que surgirem de forma mais ágil. Isso porque você não precisará “quebrar a cabeça” para encontrar uma solução. Mesmo em contextos diferentes, você pode aproveitar a linha de raciocínio utilizada na conclusão de uma adversidade para replicá-la no plano de ação do problema em questão.

A comunicação como estratégia

Ao manter uma comunicação clara, transparente, objetiva e contínua com os membros de sua equipe, você poderá contar com os integrantes para encontrar soluções eficientes para driblar as intempéries. Além disso, saber que você pode contar com esses profissionais independentemente do que ocorra trará a você mais segurança para conduzir qualquer que seja o problema.

Como você pôde notar, manter a calma em um projeto atribulado depende muito mais da eficiência em sua gestão do que de uma condição de paciência. Por isso, alie processos, pessoas e tecnologia para um melhor controle de seu portfólio de projetos e tenha, assim, melhores resultados independentemente do nível de dificuldade deles.
E você, o que faz para manter a calma em um projeto atribulado? Compartilhe suas dicas e experiências conosco através dos comentários!

valor do PMO

5 motivos que farão (ou já fizeram) a implantação do seu escritório de projetos (PMO) falhar

Segundo o estudo de benchmark de 2013 (atual pm.survey.org) 63% Organizações falharam na implementação de PMOs. Se você analisar a estatística da percepção de valor do PMO, em apenas 1/3 das empresas a alta administração percebe claramente o valor do PMO. Isso significa que dos felizardos 47% conseguiram ter sucesso na implantação de PMOs. Na grande maioria dos casos (3/4) a alta administração ainda não está segura de quanto valor o escritório gerará para o negócio. Isso não é culpa da gestão de projetos, nem tão pouco dos profissionais do PMO.

O problema está relacionado a uma simples palavra: Mudança. Segundo uma pesquisa de John Kotter, apenas 30% dos programas de mudança são bem sucedidos. Recentemente McKinsey & Company publicou uma pesquisa que indica que a porcentagem de programas de mudança bem sucedidos, hoje é menor que 30%.

Por incrível que parece, muitos profissionais da área de projetos negligenciam os aspectos culturais das organizações e esquecem da nossa resistência natural à mudança, se preocupando muito mais com a construção de processos, templates e metodologia de gestão de projetos, ignorando que o desafio maior está nas pessoas.

Pensando nisso separamos os 5 maiores motivos responsáveis em minar a implantação de um escritório de projetos, com base nos principais estudos já publicados no mercado. Esses motivos servem também para quem está implementando uma metodologia ou um software de gestão de projetos. Vamos lá:

 1 – Resistência e questões culturais não foram tratadas adequadamente

Não levar em conta a cultura da organização é um grande risco de qualquer estratégia empresarial. Cultura é tudo aquilo que fazemos sem pensar. Toda organização possui padrões e processos que são executados no automático e qualquer tentativa de modificar esses padrões será resistida com toda força pelos envolvidos. Existem pouquíssimas verdades absolutas e uma delas é: Ninguém gosta de mudança. E quanto maior for essa mudança mais complexo será incorporá-la a cultura da organização.

Uma dica importante que ajuda no processo de mudança é a necessidade. Os momentos de maior evolução da humanidade foram justamente durante as crises. A convicção de que existe a necessidade de fazer mudanças será um importante aliado. Uma mudança tática pode ser feita por meio da implantação de um novo software de gestão de projetos ou por um novo método, onde fica claro que algo que não funciona hoje será melhorado, focando sempre na venda dos benefícios que serão conquistados, assim fazendo com que as pessoas desejem o novo cenário.

2 – Falta de patrocínio da alta administração

A forma como as pessoas agem dentro de uma organização, em geral, reflete a postura da liderança. Se a mudança não vier de cima, o resto tende a continuar do mesmo jeito, mesmo que as pessoas sejam treinadas para fazer diferente. Logo, um ponto que não pode ser negligenciado é o patrocínio da alta direção.

Independentemente do processo, metodologia ou gabarito dos profissionais envolvidos na implantação, ter a alta direção patrocinando o projeto é requisito obrigatório. Se você já iniciou o trabalho e ainda não tem alguém do topo da organização no “barco”  é hora de parar tudo. Seu principal foco será conseguir um patrocinador, todos os seus esforços terão que estar direcionadas a isso.

Evidenciar os benefícios que serão conquistados com o PMO são argumentos importantes que te ajudarão na venda da ideia. Analise também quais são os objetivos estratégicos da companhia que serão conquistados mais facilmente com um escritório de projetos funcionando. Já escrevemos artigos sobre como conquistar os stakeholders, sua principal meta nesse momento.

3 – Recursos insuficientes (humanos ou financeiros) para operacionalizar o PMO

Assim como em uma viagem, precisamos calcular qual é a distância, para saber quanto  combustível necessitaremos, e na implantação do PMO não poderia ser diferente. Não ter os recursos necessários para implantar o PMO é o terceiro maior motivo de fracasso. Por essa razão trate-o como um projeto, “casa de ferreiro espeto de ferro”.

Com as atividades definidas e o cronograma realista planejado é hora de envolver os recursos humanos e materiais ,não esquecendo de verificar se seu projeto tem combustível para chegar até o final.

Não deixe de incluir na sua lista um orçamento para treinamentos, visitas a congressos, implantação de um software de gestão de projetos e outras aquisições necessárias para ter um PMO de alta perfomance.

4 – Falta de conhecimento e habilidades técnicas para estruturação do PMO

Nesse momento o grande desafio é uma reflexão fria e sincera. Temos conhecimento suficiente dentro da organização para implantar o PMO? Alguém na equipe já vivenciou essa experiência no passado? Todos os principais obstáculos da implantação são conhecidos pela equipe e temos uma estratégia clara para superá-lo? Essa é a primeira tentativa de implantar um PMO na organização ou já foi tentado algo semelhante no passado e não tivemos sucesso? Se sim, o que estamos fazendo diferente dessa vez?

Se você respondeu mais de duas dessas perguntas com um não, talvez seja melhor buscar a ajuda de um especialista, existem várias maneira para isso. Uma delas é contratar um profissional de mercado que tenha vivenciado essa experiência. Outra é buscar por uma consultoria especialista ou buscar um curso sobre implantação de PMO. De acordo com o orçamento e com o volume de projetos da organização será necessário optar por uma ou mais dessas opções.

Na Project Builder acompanhamos de perto a implantação dos escritórios de projetos de nossos clientes e incentivamos a troca de experiência entre eles, assim conseguimos compartilhar acertos e dificuldade entre pessoas que já passaram pelo mesmo desafio.

5 – Expectativas acima das reais possibilidade de geração de valor do PMO

Já sabemos o quanto é difícil vender uma iniciativa dentro da organização, e em alguns momentos nosso lado “lobo de wall street” pode querer falar mais alto, mas muito cuidado. Tão importante quanto superar todos os outros pontos citados, é lidar com expectativas. É muito importante vender o valor que o PMO trará para organização, mas não se esquecer que esse valor vendido será cobrado.

No lugar de elevar a expectativas para resultados de curto prazo evidencie o que será conquistado em longo prazo, deixando claro que mais do que melhorar os processos de gestão de projetos o PMO trará mais resultados ao negócio.

Sabemos o quanto é difícil mensurar esse valor e chegar a um cálculo realista de ROI da gestão de projetos eficiente. Mas é importante minimamente criar um acordo das reais possibilidade da geração de valor do PMO, assim como uma linha do tempo desse retorno.

O desafio de implantar um PMO é grande, mas o retorno é certo tanto para organização quanto para o currículo do gerente de projetos que passa por um experiência dessas. Não negligencie as estatísticas e tenha muita atenção a cada um desses pontos.

Já passou pela experiência de implantar um PMO? Conte para a gente!

Visite nossa página de PMO: https://www.projectbuilder.com.br/software-pmo/

gestão de tempo

7 dicas para melhorar a gestão de tempo no gerenciamento de projetos

Todos sabemos que a gestão de tempo é um aspecto importante para a qualidade de um projeto. Por isso, procurar alternativas e dicas para melhor aproveitar o tempo, favorecer a pontualidade e melhorar a execução de projetos é imprescindível. Visto isso, seguem aqui sete dicas valiosas para otimizar o seu tempo gerenciando projetos.

1. Organize-se

Faça uma lista das etapas do projeto que estão em andamento e programe o tempo necessário para a execução de cada tarefa. Isso vai ajudar a ter uma melhor distribuição na gestão de tempo e agilizar seus deveres. Mas não se esqueça de estipular, nesse mesmo cronograma, um período de descanso para aliviar o estresse natural do trabalho.

2. Utilize um gerenciador de projetos

Utilizar um sistema gerenciador de projetos, além de colaborar na qualidade do próprio projeto, ajudará na gestão do tempo, pois trará especificidade nas tarefas e no tempo que cada uma levará para ser executada. Escrevemos um artigo sobre como escolher um software de gestão de projetos. Se você ainda não possui um ou está buscando a melhor solução, esse post pode te ajudar.

3. Diga não a procrastinação

Se você tem um sistema de gerenciamento de projetos, conseguiu elaborar uma excelente gestão e já programou todo seu tempo, não existe razão para fugir da responsabilidade. Procrastinar significa deixar para depois o que se deve fazer agora. E as consequências disso serão atrasos significativos nos projetos. Pequenos deslizes são perdoáveis, mas insistir na procrastinação é sinônimo de fracasso em um projeto. Lembre-se que, independente de seu comportamento, a gestão de tempo continua. Você terá que dar conta de tudo em um tempo muito menor caso atrase as coisas. Então o jeito é evitar qualquer tipo de distração e colocar a mão na massa o mais cedo possível.

4. Utilize o PMBOK

O Project Management Body of Knowledge, o PMBOK, é um guia completo que trás todas as etapas de planejamento, execução e acompanhamento de projetos. Seguindo as etapas apontadas pelo livro, e não se utilizando da procrastinação, é possível cumprir qualquer projeto, do mais simples ao mais complexo.

5. Delegue tarefas

Algumas etapas de um projeto podem ser executadas por outras pessoas. Essa atitude poderá fazer com que sobre mais tempo para aquilo que não pode ser delegado a outros. Isso facilita a gestão e economiza tempo.

6. Tenha uma boa comunicação

Uma comunicação eficaz favorece a compreensão dos comandos. No caso de projetos compartilhados, é fundamental que os envolvidos se comuniquem perfeitamente para evitar a perda de tempo. Uma má comunicação pode significar a repetição de uma mesma tarefa ou até mesmo o comprometimento de todo o projeto. Fizemos um post dedicado à esse problema tão comum nas organizações.

7. Faça uma avaliação rotineira

Defina um momento para avaliar o projeto e pensar sobre os obstáculos do percurso. Caso haja algum atraso ou problema grave, deve-se tomar uma atitude para que o projeto seja concluído no tempo determinado. Um sistema de gerenciamento de projetos poderá colaborar para automatizar essas avaliações.

Seguindo estes passos, você tem grandes chances de se tornar um Super Gerente de Projetos. Mas caso ainda tenha alguma dúvida, compartilhe-a com a gente nos comentários abaixo.

business model canvas

Como utilizar o Business Model Canvas para planejar um PMO que gere valor para a organização

Um PMO (Escritório de Projetos) muito se assemelha a uma startup, que nascem com o objetivo de resolver um problema de um público especifico. Quanto melhor o PMO resolve esse problema, atendo as reais necessidades de seus clientes, maior será a sua percepção de valor. Alexander Osterwalder no livro “Business Model Generation” criou um modelo que ajuda as empresas nascentes a conceber um modelo de negócio inovador. Agora, como aplicar o conceito vencedor do Business Model Canvas dentro da nossa organização para potencializar a capacidade de gerar valor do nosso PMO?

Preparamos esse artigo com o objetivo de te ajudar a criar esse Canvas. Aí vão as dicas:

Criando o Canvas

O Business Model Canvas é uma ferramenta de gerenciamento estratégico que permite desenvolver e esboçar modelos de negócio novos ou existentes. É um mapa visual pré-formatado contendo nove blocos do modelo de negócios. Foi inicialmente proposto por Alexander Osterwalder. Neste vídeo o criador explica como utilizá-lo

#1 Segmentos de Clientes do PMO

Começamos preenchendo o bloco Segmentos de Clientes (Customers Segments), buscando mapear para quem o PMO irá criar valor e quem são os potenciais clientes internos para os objetivos pretendidos. Exemplos de segmentos de clientes são: Alta Gerência, Gerentes de Projetos, Equipe de GP e Gerentes Funcionais. Use cores de post it diferentes para cada segmento cliente.

Segmento Cliente
Alta Gerência
Gerentes de Projetos
Equipe de GP
Gerentes Funcionais
Toda a companhia

#2 Proposta de valor do PMO

No bloco Proposta de Valor (Value Proposition) são criadas propostas que atendam a determinadas necessidades dos potenciais clientes internos, sempre tendo os objetivos de negócio norteando a dinâmica. No quadro da proposta de valor você deve inserir os problemas que o PMO resolve para cada segmento cliente existente dentro da sua organização. Dentre as Proposta de Valor (serviços existentes) destacam-se os respectivos possíveis segmentos clientes:

Proposta de ValorSegmento Cliente
Informar o status dos projetosAlta gerência
Desenvolver e implementar a metodologia padrão de GPGerentes de Projetos e equipe de GP
Desenvolver as competências dos profissionaisGerentes de Projetos
Implementar e operar sistemas de informaçãoGerentes de Projetos e Gerentes Funcionais
Coordenar e integrar projetos de um portfolio de projetoAlta gerencia
Promover o gerenciamento de projetos dentro da organizaçãoToda a companhia

#3 Canais do PMO

Uma vez que já se tem uma prévia de clientes potenciais e propostas de valor, é necessário pensar em como fazer com que estes dois elementos fundamentais se encontrem. Logo, são definidos e sugeridos os Canais (Channels), como entrega em domicílio. Site de conteúdo, Newsletter, atendimento presencial, entre outros, através dos quais será possível distribuir e entregar as propostas de valor.

Canais de DistribuiçãoSegmento Cliente
e-mail, Software de gerenciamento de projetos, Intranet, Wiki, Reunião MensalAlta gerência
e-mail, Software de gerenciamento de projetos, Intranet, Wiki, reunião semanal, treinamento, chat, documentosGerentes de Projetos
e-mail, Software de gerenciamento de projetos, Intranet,Gerentes Funcionais
e-mail, Software de gerenciamento de projetos, Intranet, Wiki e treinamentoEquipe de GP

#4 Relacionamentos com os Clientes do PMO

Também é preciso entender como se dará os Relacionamentos com os Clientes (Customer Relationships) do PMO, que deve ter o propósito de fortalecer o envolvimento do cliente com os serviços prestados. São exemplos de relacionamentos com clientes:

Relacionamentos com os ClientesSegmento Cliente
Pessoal e Auto atendimento (dashbord)Alta gerência
Auto atendimento (software) e PessoalGerentes de Projetos
Auto atendimento (software)Gerentes Funcionais
Auto atendimento (software)Equipe de GP

 #5 Fontes de Receita do PMO

Por fim, na dimensão direita, temos as Fontes de Receita (Revenue Stream), que registram como o PMO gera valor para organização. Pode ser evidenciado com aumento de produtividade, redução de custos, redução de projetos em atrasos e com os serviços propriamente prestado pelo PMO (horas de capacitação, horas de consultoria) que deixaram de ser contratados externamente. Alguns exemplos:

Fontes de Receita
Redução de Custos
HH de serviço prestado
Ampliação da Capacidade produtiva

A imagem abaixo mostra os elementos fundamentais da dimensão direita do Canvas.

Na dimensão esquerda do Business Model Canvas encontramos algumas definições mais objetivas, que irão sustentar os elementos do PMO mapeados na dimensão direita.

#6 Recursos-chave do PMO

Os Recursos-chave (Key Resources) são os recursos ligados diretamente ao funcionamento do modelo de negócio, ou seja, que elementos você necessita para colocar o PMO para funcionar. Alguns exemplos são:

Recursos-chave

Gerente do PMO
Equipe do PMO
Software de Gerenciamento de Projeto
Sala de Reunião
Templates

 #7 Atividades-chave do PMO

As Atividades-chave (Key Activities) são todas as atividades que necessitam ser executadas com maestria para atender as propostas de valor, construir os canais necessários e manter os relacionamentos. Podem ser atividades-chave desde acompanhar a evolução dos projetos até construir uma sala de guerra para gerenciamento de crises.

Atividades-chave do PMO

Distribuir informação
Capacitar gerentes de projetos
Desenvolver / Evoluir a metodologia de gestão de projetos
Prover ferramentas

 #8 Parceiros-chave do PMO

Já os Parceiros-chave (Key Partners) são todos aqueles que podem contribuir tanto com as Atividades-chave quanto com os Recursos-chave. Algumas parcerias, como as de Fornecedores de Tecnolologia, área de TI da organização, patrocinadores, entre outros. Outras parcerias podem contribuir com pessoas ou realizando diretamente alguma das Atividades-chave, como capacitar os gerentes de projetos.

Parceiros-chave do PMO
Fornecedor de Software
Área de TI
Área de Recursos Humanos
Alta Diretoria

#9 Estrutura de Custos do PMO

Representando os custos necessários para se manter e construir toda a solução proposta, há o bloco Estrutura de Custos (Costs Structure), que indica, por exemplo, a necessidade de se pagar a manutenção dos equipamentos, os pagamentos dos parceiros contratados, o custo recorrente de infraestrutura, o custo das equipes envolvidas, e assim por diante.

Estrutura de Custosdo PMO
Infraestrutura
Software
Salários dos Recursos Humanos

Para finalizar

A aplicação do Business Model Canvas pode facilitar muito a concepção do PMO e a estruturação de seus serviços através do exercício e estudo de seus nove elementos fundamentais. Também possibilita divergir e convergir opiniões, criando assim, um entendimento comum entre os envolvidos e gerando indicadores fortes para a inovação estratégica.

Quer ver como ficou o nosso Canvas? Disponibilizamos o A0 em branco aqui!

Modelo de Negócio do PMO from Project Builder

E você já fez seu Canvas? Compartilhe conosco sua experiência com a utilização do Business Model Canvas na criação do PMO.

Visite nossa página de PMO: https://www.projectbuilder.com.br/software-pmo/

vender mais projetos

6 dicas para vender mais projetos sem crescer sua equipe

Sua empresa chegou naquele momento em que a equipe atual parece ter atingido o limite de sua capacidade para continuar executando os projetos? Antes de sair contratando novos profissionais para fazer parte do time, é fundamental seguir alguns passos para saber se é possível melhorar a produtividade dos atuais e vender mais projetos, evitando gastos desnecessários e aumentando a rentabilidade do negócio.

Confira 6 dicas para vender mais projetos sem precisar necessariamente crescer a equipe:

#1 Acompanhe o desempenho da equipe atual para ver o que pode ser otimizado

Como saber se sua equipe precisa de mais pessoas se você não sabe o que esperar delas? Por isso, é fundamental acompanhar o desempenho de cada um dos profissionais por meio de indicadores de desempenho como entregas realizadas ou tempo dedicado às diversas tarefas. Neste contexto, um software para o gerenciamento de projetos torna-se uma ferramenta indispensável, pois permite que a sua empresa saiba como estão os níveis de produtividade e o que pode ser feito para melhorá-los ou mantê-los em níveis adequados.

#2 Planejamento é fundamental: esteja sempre de olho nos próximos passos

Quando a oportunidade de vender um novo projeto se apresenta, a empresa precisa entender imediatamente qual impacto o início da execução terá sobre a equipe atual. Por isso, é sempre bom que os vendedores estejam alinhados aos Gerentes de Projetos.

Para dar mais autonomia aos vendedores, sem prejudicar o projeto por falta de horas disponíveis para alocação de profissionais, um software de gerenciamento de projetos que possui uma versão mobile é uma excelente alternativa. Desta forma, seus vendedores conseguirão identificar a disponibilidade dos recursos e a capacidade de que as entregas sejam feitas durante a negociação, evitando contratações desnecessárias quando a equipe atual ainda consegue dar conta do recado.

#3 Flexibilidade é importante

Quando a empresa tem um retorno sobre a disponibilidade dos recursos humanos para um novo projeto e o resultado não é bom, uma boa dica é avaliar o status e a flexibilidade de outros projetos antes de tomar a decisão de contratação.

Dessa forma, antes mesmo de vender o projeto e prometê-lo para o cliente, os gerentes já podem estar em campo negociando com recursos de outros gerentes ou revendo as prioridades com a gestão da empresa.

#4 Aproveite melhor os funcionários com mais experiência e eficiência em performance para projetos mais críticos

Quando sua empresa aloca os recursos de forma aleatória, perde a chance de aproveitar as melhores pessoas nas funções mais cruciais para as entregas.

Por isso, outra dica é atribuir as tarefas mais desafiadoras às pessoas mais preparadas, analisando suas habilidades, experiência no tema e localização atual.

#5 Estimule a cooperação

Muitas empresas ainda insistem em cobrar apenas o desempenho individual das pessoas, mesmo sabendo que o trabalho em equipe é capaz de trazer melhores resultados.

Por isso, estimule o trabalho em conjunto, com o compartilhamento de conhecimento e lições aprendidas a cada etapa e promovendo a discussão de ideias. Isso aumenta as chances de solução de problemas de forma mais rápida, a proposta de iniciativas para redução de custos e uma melhoria da produtividade.

#6 É preciso priorizar conforme um critério de relevância para a sua empresa

Lembre-se que nenhuma empresa jamais terá todos os recursos que gostaria para conseguir executar seus projetos e processos: cada vez mais é preciso fazer “mais com menos” para se manter competitivo no mercado.

Em um cenário em que você precisa vender mais projetos sem aumentar a equipe, também é preciso priorizar. Identifique as tarefas mais importantes para a entrega dos projetos dentro do prazo e na qualidade esperada pelo cliente, deixando em segundo plano aquelas que podem ser resolvidas um pouco mais adiante.

Lembre-se que o desafio de aumentar a produtividade da equipe atual exige ferramentas que ajudem os gerentes de projeto a visualizar a equipe atual e suas habilidades e alocá-los da melhor forma possível nas iniciativas em busca de melhores resultados.

Você já conta com um software para o gerenciamento de projetos que ajude a vender mais, alocando melhor a sua equipe atual? Compartilhe suas dúvidas e experiências nesta área: vamos trocar ideia sobre as melhores práticas!

captar recursos

6 dicas para captar recursos para o projeto

Captar recursos para o projeto é uma atividade fundamental para qualquer que seja o tipo de projeto. Os investidores escutam solicitações todo o tempo, por isso se você quer obter os recursos para seu projeto, saiba que terá que se destacar.

De fato, impressionar a pessoa que poderá destinar o montante necessário para a execução de seu projeto é importante e deve ser feito da maneira correta. Confira a seguir 5 dicas importantes para fazer um pitch matadore conseguir convencer os investidores a colocar recursos em seu projeto.

Uma boa justificativa

Todo Plano de Projeto precisa conter uma boa estrutura de apresentação. Normalmente, este documento inclui uma introdução, justificativa, objetivos, recursos, requisitos, tecnologias, infraestrutura, riscos, stakeholders entre outras informações. Mas o que torna um projeto atraente para os investidores é uma justificativa de impacto.

Quais benefícios terão ao investir naquele projeto? Por que este projeto precisa daquele recurso proveniente daquele parceiro? Qual a proposta de valor do projeto? Estas questões são os diferenciais. Por isso, capriche na justificativa do seu plano de projeto. Estas informações irão subsidiar sua apresentação final, seu pitch com os investidores.

Destaque aos objetivos específicos

Outra dica para captar recursos para seu projeto junto aos investidores é destacar o papel que eles possuem para que os objetivos específicos deles sejam alcançados. O objetivo geral é amplo, mas nos pontos específicos é possível detalhar as metas de forma dirigida. O ideal é ter um objetivo específico para cada um dos investidores. Aliados as justificativas estes são bons argumentos que você pode utilizar para captar recursos para seu projeto.

Descreva as atividades

Os investidores também querem saber como você irá alcançar aquelas metas descritas nos objetivos específicos, por isso é importante explicar bem quais serão as atividades realizadas para cumprir com aqueles objetivos. Destaque os recursos humanos que irão ser destinados para o projeto e suas qualidades e habilidades. Vale a pena também ressaltar junto aos investidores a capacidade de execução daquela equipe.

Por fim, no plano de projeto é preciso detalhar estas atividades para subsidiar de dados o cronograma de desembolso. Para uma apresentação rápida não é preciso incluir estes detalhes, mas tenha-os em mente caso algum investidor questione como será executado o projeto meticulosamente.

Faça um orçamento realista

Outra dica que pode até soar óbvia é com relação ao orçamento. Superfaturar o valor requisitado costuma ser uma prática de alguns projetos. Mas tenha em mente que o investidor sabe o custo de cada um dos itens do orçamento, afinal de contas este é seu trabalho. Portanto, não pratique isso, faça um orçamento realista sem superfaturar nenhum dos recursos. Lembre-se que dados precisos geram mais confiança em seu projeto e sua execução.

Tenha um cronograma de desembolso

Dificilmente os investidores irão desembolsar todo o recurso solicitado de uma só vez. Por isso apresente também um cronograma das etapas do projeto e os recursos necessários para cumprir cada uma delas. Planeje entregas para que o investidor possa ver o retorno de seu investimento em resultados concretos. Apresente sua estratégia na hora de solicitar recursos. Este planejamento é outro fator que promove a confiança dos investidores em seu projeto.

Faça um pitch consistente

Por fim, durante a apresentação de sua solicitação de recursos tenha um discurso matador. Comece pela justificativa do projeto, destacando porque ele é relevante e importante. Passe para os objetivos específicos, as atividades, o orçamento e o cronograma de desembolso. Mas certifique-se de fazer uma apresentação dinâmica, recheada de informações, imagens e gráficos. Impressione os investidores para obter os recursos para seu projeto!

E não se esqueça que além de buscar por recursos de maneira eficiente, o projeto precisa ser muito bom para se tronar viável.

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projeto atrasou

O projeto atrasou. Como resolver?

Todo projeto está sujeito a imprevistos que podem causar atrasos. Além disso, em um mundo dinâmico como o atual, dificilmente o que foi definido inicialmente em um plano de projeto será exatamente executado ao seu final. Se o projeto atrasou, a alternativa é lidar com estes fatores de forma consciente e objetiva.

Alguns motivos que levam um projeto a ter seu cronograma prejudicado são a mudança de especificação ou de equipe, mas isso também pode acontecer por falta de recursos ou até mesmo um erro durante o planejamento na estimativa do tempo e tarefas. Um projeto pode atrasar também devido a fatores externos que não são controlados pela empresa. O importante para lidar com estas incertezas é acompanhar e monitorar o desenvolvimento do projeto visando identificar o quanto antes eventuais atrasos.

Mas se foi realmente apontado que ocorrerá um atraso no projeto, ou quando se deu contra, o projeto atrasou, como fazer para resolver este problema? Confira a seguir algumas formas de realizar os ajustes necessários.

Remanejamento interno

Se durante o monitoramento do projeto foi reconhecido um erro na estimativa do tempo para execução das atividades será preciso realizar ajustes. O primeiro passo que um gerente de projetos deve tomar quando identifica o atraso é tentar conter o problema internamente. Para tanto, precisa identificar folgas no cronograma com foco nas atividades que são mais críticas. Existem membros da equipe desempenhando funções que não são essenciais para o projeto naquele momento? Caso sim, é o caso de deslocá-los para atividades mais críticas de forma a conter o atraso. Se estas medidas não funcionarem o gerente deverá rever o escopo do projeto.

Redefinição do escopo

Se o problema do atraso não foi resolvido internamente é hora de conversar com o cliente para pensar sobre o escopo do projeto. É preciso negociar com ele para tentar conseguir mais tempo ou diminuir o escopo, apresentando que a duração das atividades conforme previsto no cronograma inicial não irá atender a demanda de entrega no prazo estabelecido. Por isso, o escopo do projeto deverá ser revisto. Mas antes disso é preciso saber se existem recursos financeiros adicionais que podem ir para o projeto.

Novo planejamento de custos

O projeto está atrasado pois as atividades planejadas não são executadas com a duração prevista. Para sanar este problema é preciso estender o cronograma ou adquirir recursos adicionais para dar conta das atividades. Ambas as saídas envolvem um ajuste nos custos do projeto.

Para garantir a saúde financeira do projeto o gerente deve analisar sua viabilidade dentro do novo orçamento feito com base nos ajustes realizados no escopo. Seria possível buscar mais recursos, sejam eles internos ou externos? É preciso rever os custos do projeto com base na nova realidade e garantir que estes ajustes não precisarão ser feitos novamente.

Plano de ação

Feito isso, será necessário rever o plano de projeto e criar um plano de ação que descreva como o problema do atraso será resolvido. Este plano deve destacar como será aproveitada a oportunidade de ajuste, seja com mais tempo ou com mais recursos.

O novo cronograma precisará conter a redefinição dos marcos de tempo que representam as entregas previstas, assim como a identificação da equipe responsável pelas atividades.

Com estas iniciativas é possível conter o atraso de um projeto de forma a não danificar a imagem da empresa com o cliente. O importante desta experiência é aprender com o erro e não repeti-lo!

mudar de emprego

Como ser estagiário depois dos 30 anos

Descobrir que está na profissão errada e que quer mudar de emprego depois dos 30 anos pode ser frustrante porque, apesar de todo o esforço, o estudo, o investimento financeiro e a capacitação pessoal e profissional feitos em prol de sua antiga carreira, você se vê novamente em um ponto de partida. Ao mesmo tempo, a expectativa de começar do zero em uma nova profissão que você considera muito mais apaixonante e com a qual se identifica só faz aumentar a motivação e a vontade de aprender. Nessas horas, nada melhor do que voltar algumas casas no jogo do mercado de trabalho e reassumir o papel de um estagiário.

Você também está considerando voltar algumas casas no jogo do mercado de trabalho, mudar de emprego e recomeçar a carreira como estagiário? Confira então algumas dicas que podem ajudar!

A vida (profissional) começa depois dos 30

Existem vários casos de pessoas que mudaram de profissão, após um bom tempo de trabalho, em busca do sucesso. Antes de construir seu reinado, Walt Disney trabalhou como editor de um jornal e foi demitido porque, segundo seu patrão, não tinha imaginação nem boas ideias. Outro exemplo é Sylvester Stallone. Antes de se tornar um fenômeno, o ator ganhava menos de 1 dólar por hora limpando jaulas de leões no Central Park, em Nova York.

Mas quem disse que são só os famosos que mudam de ideia e se arriscam em novas carreiras? “Comprometimento com o trabalho”: esta é a dica da professora Eloyr Faedo Scandolara, que após os 30 anos conseguiu estágio de licenciatura em uma escola rural no interior do Paraná. Sua história foi destaque na imprensa de sua região. Em entrevista a um jornal local, ela disse que se sente completamente realizada, apesar de ter descoberto sua vocação somente agora.

Exemplos nas telonas

Recentemente foi lançado o filme “Os estagiários”, com Vince Vaughn e Owen Wilson, que retrata o drama de mudar de carreira depois dos 30. Na história, os atores representam dois funcionários demitidos de uma indústria de relógios falida. Com quase 40 anos de idade, eles precisam mudar de ramo por força das circunstâncias e acabam entrando para um programa de estágios do Google. Com isso, precisam reaprender tudo sobre o mundo corporativo e as novas tecnologias. A empreitada não é fácil, mas eles conseguem se adaptar e dar a volta por cima.

O que fazer quando é preciso mudar de carreira?

Os exemplos da ficção e os reais mostram que nunca é tarde para mudar e aprender. Ser estagiário depois dos 30 não significa regredir. Demonstra coragem de assumir um novo caminho e dar o primeiro passo. Mas, para isso, você deve ser flexível, procurar adaptar-se a situações novas e arriscar-se mais. Estudar é sempre fundamental. Tenha fé, determinação e disposição, afinal, você está correndo atrás do seu sonho!

Você tem outras dicas para aqueles que querem mudar de emprego após os 30? Compartilhe suas ideias com a gente nos comentários abaixo!