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product backlog

Como mantemos o Product Backlog a nível de negócio

Um elemento de suma importância no desenvolvimento de projetos ágeis é o Product Backlog, uma lista de funcionalidades desejadas de um produto, ou seja, os requisitos que o cliente espera receber ao final do projeto. É no Product Backlog que o projeto começa.

Neste artigo veremos como fazer um Product Backlog a nível de negócio para cliente nenhum por defeito. Ficou interessado? Então continue lendo: 

 Antes de começar, vale lembrar que o Product Backlog é estruturado em itens, as chamadas histórias, que contém a descrição detalhada dos requisitos de cada solicitação a ser implementada. O Product Owner é a pessoa que escolhe os itens que irão compor o Product Backlog e a importância de cada um deles nas reuniões de planejamento dos Sprints. É de responsabilidade dele também fazer a ponte entre executivos e a equipe de desenvolvimento, em resumo, ele é o representante dos interesses dos stakeholders conectando vários setores dentro e fora da empresa.

Visão de Negócios

É vital que o Product Owner tenha uma visão de negócios, e que as estórias não sejam pautadas apenas por requisitos técnicos. Claro que essas informações são importantes, mas o foco deve ser a geração de valor que esse produto irá trazer quando pronto.

O Product Owner também filtra as demandas e impede que novos requisitos sejam levados a equipe de desenvolvimento durante os Sprints. Por isso que sua visão não pode estar afastada dos objetivos de negócio do cliente, pois dele depende o planejamento do projeto.

Conhecimento do Cliente

Como representante dos stakeholders, o Product Owner precisa conhecer muito bem as características e capacidades da equipe de desenvolvimento quanto os interesses de negócios e necessidades do cliente. Para que não haja ruído, o ele deve ter facilidade de acesso aos envolvidos no projeto.

Foco em resultados

Outra coisa que deve estar sempre em mente do Product Owner é a busca por aumentar o valor do produto, com o maior retorno sobre investimento possível, pois ele responde sobre isso. Esse colaborador reúne em si as capacidades de três funções: Analista de Requisitos, Consultor de Negócios e Gerente do Projeto.

Imparcialidade

O Product Owner deve ter não só acesso a todos os stakeholders, mas também facilidade em falar com qualquer um independente do seu nível hierárquico. Isso significa, que seu único objetivo deve ser gerar valor para o produto, e não agradar diretores ou evitar se indispor com a equipe de desenvolvimento. Outro fator que ajuda nessa imparcialidade, é que o Product Owner não seja um chefe ou gerente da equipe.

O que é achou do artigo? Ainda acha difícil manter a visão de negócios como prioridade em um gerenciamento de projetos ágil? Conte para a gente!

fazer reuniões

Pare de fazer reuniões em três passos

Reuniões são um dos maiores gargalos de produtividade e tempo do ambiente profissional, independente do seu setor de atuação. São tantos problemas relacionados como atrasos, falta de preparo, excesso de pessoas convocadas, assuntos paralelos e discussões acaloradas que saem do âmbito profissional.

Neste artigo vamos falar sobre 3 passos para deixar de fazer reuniões e assim ganhar em organização e produtividade. Leia essas dicas:

Existem reuniões produtivas? Sim existem, mas são raras. Reuniões são verdadeiros ralos de produtividade, porque quase sempre:

• Giram em torno de ideias e suposições, e não de coisas práticas e reais.
• Passam um volume incrivelmente minúsculo de informações por minuto.
• Dão oportunidade para que assuntos que não estavam na pauta tomem muitas horas.
• Trabalham com pautas vagas que quase sempre ninguém sabe ao certo qual é o objetivo da reunião.
• Exigem uma preparação prévia, para a qual a maioria das pessoas não tem tempo.
• Se reproduzem como coelhos, ao ponto de termos reuniões para marcar reuniões.

Na conclusão de uma reunião sempre agendamos a próxima, que leva a outra e em pouco tempo tudo que fazemos são reuniões. Por mais produtiva que uma reunião possa ser, na grande maioria das vezes ela poderia ter sido substituída por um e-mail, um telefone, ou algum outro comunicado.

Outro ponto que me estimula a fugir de todas as reuniões possíveis é o seu custo. Digamos que você marque um evento com uma hora de duração e convoque 8 participantes. Isso corresponde a uma reunião de 8 horas, não de uma hora, ou seja um dia de trabalho. Você está trocando uma hora de reunião por um dia de produtividade. Aliás, provavelmente por umas 24 horas, pois há um custo mental associado a interromper o trabalho, se dirigir a outro lugar e depois retomar o que se estava fazendo antes.

O objetivo desse artigo é te ajudar a extinguir definitivamente as reuniões de sua agenda, e até mesmo a palavra reunião do seu vocabulário. Imagino que você tenha uma sua lista de atividades que você quer concluir hoje, e ainda, depois de uma série de reuniões que você teve que participar ao longo do dia, nenhuma das coisas em sua lista foi concluída.

Pense sobre as últimas reuniões que você participou – você passou cada minuto dela desejando estar em outro lugar, ou em sua conclusão você se pergunta qual foi o resultado da reunião, ou pior ainda, se sentir que a mesma coisa poderia ter sido resolvida através de um simples e-mail.

Chega de gastar horas de sua vida em reuniões, vamos falar do passo 1 para deixar de fazer reuniões. Veja como:

Passo 1 – Não tenha reuniões

Se você é o gerente de projeto, ou está no comando de agendamento de reuniões, então tem a autoridade para cancelá-las. Tente ficar um dia sem reuniões. E no lugar disso, trabalhe solucionando os mesmo problemas que seriam resolvidos na reunião através de e-mail.

Por exemplo: uma das suas reuniões frequentes é a de Status Report, onde as pessoas lhe apresentam relatórios de progresso? Peça-lhes para o mesmo seja enviado por e-mail um relatório de progresso diário, em um determinado momento do dia, alguém do seu time consolidando tudo em um único relatório diário global para você. (O Project BI pode tornar essa rotina mais fácil https://www.projectbuilder.com.br/project-bi/ )

Passo 2 – Faça seu e-mail o modo de comunicação padrão

Se alguém quiser marcar uma reunião, peça para enviar um e-mail com os problemas e dúvidas que serão tratados na reunião, assim como o exemplo do Status Report. Se você percebe que não conseguirá explicar ou resolver por e-mail, veja se será possível sanar em um telefone. Como último recurso, combine uma conversa de 5 minutos, obrigatoriamente em pé, isso impede que o encontro se prolongue.

Uma tática muito útil quando se trata de um assunto mais pessoal é substituir a reunião por um café ou almoço. Existem duas vantagem em fazer isso:

1 – Você precisa parar para almoçar, levar a reunião para esse tempo pode tornar seu almoço mais produtivo.
2 – Por mais que se estenda, não vai poder passar de uma hora.

Uma coisa que pode complicar um pouco em fugir de uma reunião é se você não é o chefe, pois assim você não pode controlar se as reuniões são realizadas ou não. Porém mesmo assim, você pode pedir para ignorá-las. Digamos que você está trabalhando em projeto prioritário próximo de seu prazo final e mesmo assim é convocado para uma reunião não será capaz de participar dela. Se o seu chefe tentar insistir que você participe, pergunte se ele ou ela gostaria de conceder um pouco mais de tempo para a conclusão do seu projeto. Foque em suas prioridades, e acredite, um reunião quase nunca entra nessa lista.

 

Passo 3 – Eliminar a necessidade de você estar na reunião

Uma alternativa proposta por Tim Ferriss, autor de The Workweek 4 horas, sugere que você use a técnica de vendas Puppydog para sair de reuniões. Basicamente, esta técnica foi originalmente usada por lojas de animais para fazer uma venda – se o cliente está em dúvida, ofereça a eles levar o animal para casa e fazer uma tentativa, e caso não dê certo, eles podem trazer o cachorro de volta. Muitas pessoas vão concordar com esta oferta – e eles raramente trazer o cachorro de volta. Pergunte ao seu chefe se você pode ignorar a reunião, só por hoje, para focar em algo com maior prioridade na sua lista de tarefas. Só desta vez é difícil de recusar. Eventualmente, seu chefe vai perceber que você não precisa participar de tantas reuniões e que é mais produtivo assim.

Mostre a prova! Quando o chefe sair da reunião você pulou, mostre um relatório do andamento do projeto. Comprove que você foi super produtivo sem o encontro. Faça isso várias vezes, além de impressionar seu chefe, as reuniões improdutivas serão uma memória distante.

Não tem jeito, essa reunião eu vou ter que fazer…

Eu preferiria que você não acreditasse nisso. Mas como tocou no assunto, se não tiver outra forma procure seguir estas dicas:

• Programe um despertador. Quando ele tocar, a reunião acabou. E ponto final.
• Chame o menor número possível de pessoas.
• Tenha sempre uma pauta clara.
• Inicie com um problema específico.
• Marque o encontro no local do problema ao invés de em uma sala de reuniões. Assim, vocês apontam para coisas reais e formulam mudanças reais.
• Conclua com uma solução e determine quem ficará responsável por implementá-la.

Crie regras claras para que a reunião seja realizada, como por exemplo, a reunião só será confirmada se todos aprovarem a pauta. Essas condições precisam gerar dois comportamentos nos participantes da reunião: fazer com que eles se preparem para o encontro e que seja trabalhoso realizar um próximo.

Espero que essas dicas te ajudem a para definitivamente de realizar reuniões. Com isso você verá como seu dia pode ser muito mais produtivo e como sua empresa pode economizar mudando sua maneira de trabalhar. Conte-nos o quanto você conseguiu colocar em prática do que falamos nesse artigo. Comente!

ferramenta de gestão

Por que você deve parar de usar o e-mail como ferramenta de gestão?

Você ainda usa o e-mail como ferramenta de gestão dos seus projetos? Equipe, demandas, andamento de tarefas misturado com mensagens de lojas, notificações de redes sociais e em muitas vezes Spam.

Pare e pense, está usando a ferramenta de gestão certa? Você certamente já ouviu falar em gestão de projetos e em escritórios de gestão de projetos (os PMO), certo? Pois então está mais que apto a seguir em frente e dar um up em seus processos! 

 Eficiência

Sabia que enviar um e-mail nem sempre é a maneira mais eficiente de lidar com um problema? A verdade é que esse tipo de serviço serve simplesmente para comunicar algo. Nesse caso, como muitas pessoas tendem a usar o e-mail como uma espécie de lista de tarefas, acabam entendendo que subpastas, marcadores e lembretes são ótimas ferramentas para organizar um projeto, do início ao fim. E isso está longe de ser eficiente ou seguro.

Tempo

Já parou para pensar no tempo que se perde apenas organizando sua caixa de e-mails? E se nós contássemos que, em uma pesquisa feita em 2012 pela McKinsey Global Institute, descobriu-se que pessoas que trabalham em escritórios gastam, em média, 27 dias por ano só para organizar seus e-mails? Um tanto quanto assustador quando pensamos a quantidade de tarefas e projetos que poderiam ser concluídos nesse mesmo período, não é verdade?

Confusão

E quando tarefas são delegadas para outros membros da equipe sem necessidade alguma? Acha difícil até imaginar como esse tipo de confusão pode acontecer? Então observe: João envia um e-mail para Maria solicitando que lhe envie tudo o que já foi feito em relação à elaboração de um determinado contrato. Maria responde a João, que copia Cristina e pede para a nova integrante repassar a informação solicitada. Analisando a situação de fora, podemos nos perguntar: se foi Maria quem fez o contrato, por que inserir mais uma pessoa no diálogo? Percebe a perda de foco e o retrabalho causado?

Perda

E se João enviasse outro e-mail para Maria pedindo um feedback do tal do e-mail sobre o contrato e, juntamente com esse pedido, perguntasse onde ela gostaria de almoçar? A chance de a conversa sobre o almoço render e o pobre do contrato ser esquecido aumenta a cada réplica. Nisso, o documento corre sérios riscos de se perder em meio ao desejo de comer um rodízio de japonês ou uma feijoada! E se João mantivesse Cristina na cópia? Ela estaria ou não convidada para o almoço? Viu como cada coisa tem que ter seu lugar?

Atualização

Arquivos anexados para lá e para cá, em meio aos mais diversos assuntos, com apenas um ou vários remetentes, há 2 dias ou 2 anos: como saber, dentro de uma troca infindável de e-mails, qual o anexo mais atualizado? Como você, gerente, consegue mensurar quem já fez sua tarefa e quem ainda está com pendências?

Pesquisa

Fato é que sua caixa de e-mail funciona o tempo inteiro, sem direito a fim de expediente ou feriado, mas nem sempre as informações recebidas são necessárias para que um projeto específico ande. Percebe que quando usamos o e-mail como troca de conteúdo sobre um projeto acabamos nos perdendo diante de tantas informações?

É claro que existe a função de localização de palavras-chave, mas e se as palavras-chave não forem exatamente as que você supunha lembrar? Acredite: você vai demorar um tempo considerável tentando achar informações que nem sabe se ainda são válidas. E se por acaso você acabou sendo acidentalmente excluído da resposta no e-mail seguinte? Sentiu o gargalo?

Urgência

Se qualquer remetente deixa de entender a importância do contexto e de um bom título, toda a comunicação pode desandar. Quantas vezes não conseguimos identificar a urgência de uma determinada tarefa simplesmente porque o e-mail foi mal explicado ou o título não chamou a atenção merecida? Melhor não correr esse risco!

Evolua a sua gestão de projetos

Acabamos nos esquecemos que, muito além do e-mail, há métodos muito mais eficientes para se gerenciar um projeto. É aí que entram os softwares produzidos exatamente de acordo com as métricas necessárias, com uma interface específica, comunicação clara, sistema de avisos e diversas outras funcionalidades que só têm a acrescentar ao trabalho como um todo. O que ainda está esperando para ver isso na prática?

Mas atenção: não estamos afirmando que você deve abolir o uso do e-mail! Afinal, quem nunca se perguntou como conseguia trabalhar antes da invenção desse incrível meio de comunicação? O importante é focar exatamente nisso: ele é um meio de comunicação e ponto, já que mesmo com todos os seus lembretes, suas bandeiras coloridas, seus calendários e encaminhamentos automáticos para pastas, um e-mail continua sendo apenas um e-mail.

Hoje em dia existem diversos softwares que facilitam infinitamente a vida do gerente de projetos, digitalizando com facilidade um Diagrama de Gantt, por exemplo. Não dá para controlar isso por e-mail, não concorda? Assim, o que um gerente de projetos precisa ter é uma ferramenta de gerenciamento em que todos os participantes consigam visualizar e editar os arquivos, acompanhar as tarefas e as informações que circulam em tempo real, de forma otimizada. Já pensou em como suas tarefas ficariam mais organizadas em um ambiente único e exclusivo para seu projeto?

Com esse novo cenário o gerente de projetos conseguiria aumentar a produtividade do time, analisar a eficiência de cada um dos envolvidos, melhorar a eficiência da própria empresa, tendo espaço para novos projetos, além de delegar de maneira otimizada e entender os atrasos e avanços das tarefas. Nesse cenário, o crescimento é praticamente certo!
Viu só como o foco correto pode levá-lo muito além? Ficou ainda com alguma dúvida ou tem sugestões a dar? Comente aqui e nos conte! Participe!

papel do gerente de projetos

Qual o papel do gerente de projetos nos métodos ágeis?

Figura de extrema importância, o papel do gerente de projetos é também muito importante quando o assunto é desenvolvimento com utilização de métodos ágeis. Sobre isso conversaremos neste post. Aqui você verá quais são as funções e atribuições deste profissional. Acompanhe! 

 O profissional

Antes de entrarmos propriamente em projetos guiados por métodos ágeis, devemos relembrar a importância do gerente em qualquer tipo de projeto, especialmente nos complexos. Ele é peça fundamental na organização dos os envolvidos (equipe, clientes, fornecedores etc.), da comunicação à mediação dos conflitos, passando por muitas outras atividades no meio.

Além de ser um profissional capacitado para liderar, é papel do gerente de projetos equilibrar orçamentos, escopos, prazos etc. e garantir que todos os processos serão implementados corretamente.

Scrum pode tornar o gerente de projetos desnecessário?

O método Scrum é baseado em três papéis: Scrum Master, Equipe de Desenvolvimento e Product Owner. Há outros profissionais envolvidos, leia mais aqui, ne nos aprofundamos no Scrum Team. Muitas das responsabilidades do tradicional gerente de projetos são cobertos por esses outros papéis:

• Foco do processo (Scrum Master);
• A alocação de tarefas (Equipe de Desenvolvimento);
• Gerenciando de problemas e dependências (Scrum Master / Product Owner);
• Priorização de requisitos (Product Owner);
• Suprimento (Product Owner);
• Gestão de risco (todos, através de planejamento do sprint, demos e retrospectivas).

Assim, dado que o todo é coberto, existe algum valor na atribuição do papel de um gerente de projetos para a equipe? Depende. O que é importante é considerar a dimensão e a complexidade do projeto e do ambiente.

Podemos pensar em projetos em um espectro de escala e complexidade através de uma série de fatores. Para projetos pequenos, em que a equipe Scrum deva entregar um produto de software com os riscos gerenciáveis e um ambiente de projeto muito simples a resposta provavelmente é não. Neste caso, é melhor seguir um princípio de núcleo Agile. Não há valor em ter um gerente de projetos na equipe apenas para o bem dela. Nesta situação, muitas vezes basta atribuir um Scrum Master da equipe, que deve assumir essas atividades tradicionais de gerenciamento de projeto.

No entanto, há projetos que assumem uma ordem superior de complexidade através de uma série de fatores (tamanho, perfil de risco, distribuição física da equipe, complexidade do processo de entrega etc.). Isso coloca diferentes exigências sobre a equipe, o que gera a necessidade de um gerente de projetos.

3 razões pelas quais o papel do gerente de projetos é guiados por métodos ágeis

Quando se trata de Agile, por mais que o termo “time auto gerenciado” esteja na moda, a figura do gerente de projetos ainda é fundamental. Apesar de os melhores resultados possíveis resultam da organização da equipe e da gestão em si, isso pode ser percebido como uma ameaça para alguns profissionais de gerenciamento de projetos, porque sugere uma diminuição do seu papel.

A seguir, veja três fortes razões que comprovam a importância do gerente de projetos em Agile:

1 – Liderança

Garantir que o time vá aderir aos métodos e processos é papel para um líder. Através de reuniões, definições de papeis e feedbacks constantes, o gerente de projetos atua como um verdadeiro líder: ele é um facilitador como o Scrum Master.

2 – Prestação de contas

O gerente de projetos garante a resolução de conflitos em relação ao que é esperado pelos usuários, ajudando a definir melhor, adequar, a escalada de histórias de usuários. Ele também faz a ponte entre a equipe e o cliente, assegurando, como Product Owner a prestação de contas.

3 – Proteção da equipe de influências externas

Também é papel do gerente de projetos garantir que a equipe terá “proteção” de influências externas. Ou seja, ele se coloca à frente do time para dialogar com os demais envolvidos no projeto e só repassar aos profissionais de desenvolvimento o que é realmente necessário para o projeto avançar. Ele também remove as barreiras que possam surgir durante o desenrolar do projeto como o Scrum Master.

O gerente deve assumir tarefas especializadas em projetos guiados por métodos ágeis

É importante salientar que a passagem do projeto tradicional para métodos ágeis não deve tornar o papel do gerente inútil. Pelo contrário, sua função na equipe torna-se mais especializada para determinadas tarefas de gerenciamento de negócios que não são abarcadas pelo Scrum Master, por exemplo. As tarefas que podem ser supervisionados pelo gerente de projetos em equipes agile podem incluir:
• Finanças do projeto;
• Relatórios de status;
• Governança do projeto;
• Identificação de papéis em falta e/ou recursos;
• Comunicação das partes interessadas de negócios;
• Comunicação e gestão de riscos;
• Planejamento do projeto;
• Gestão da mudança.

O PRINCÍPIO DA GESTÃO DE PESSOAS É O MESMO NOS MÉTODOS ÁGEIS

Métodos ágeis são excelentes para desenvolvimento de software. Eles ajudam a resolver algumas das rugas do processo cascata tradicional. Mas, por si só, não são trunfos para o sucesso do projeto. São as mesmas pessoas que têm de trabalhar e executar. E quando se trata de pessoas, é sempre um desafio.

Nenhuma metodologia pode fazer com que um gerente seja desnecessário em um projeto, pois as pessoas não são perfeitas e precisam de apoio e direcionamento. 
Ao mesmo tempo, os gestores também são seres humanos. Eles pertencem ao mesmo mundo feito de imperfeições. Determinadas decisões de gestão também pode falhar. As partes interessadas devem aceitar isso.

Como estão seus projetos de desenvolvimento ágil? E o papel do gerente neles? Deixe seu comentário!

resultados de projetos

Como fazer apresentações incríveis de resultados de projetos?

Tudo bem que todo projeto nasce de uma ideia incrível, mas se você não souber expô-la da forma adequada, de nada adianta. Nesse cenário, você provavelmente falará por horas e horas sem que ninguém entenda os resultados de projetos que está comunicando ou entregará um relatório enorme fundamentado com dados e fatos que ninguém lerá.

Melhor aprender como fazer apresentações altamente convincentes, que atraiam a atenção da sua audiência e façam com que ela compre sua ideia de imediato, não concorda? Por isso é que trouxemos para você algumas dicas para que passe a fazer apresentações de resultados de projetos simplesmente incríveis. Confira: 

Resgate objetivos e metas

Antes de partir efetivamente para os resultados, faça um resgate de quais eram os objetivos e as metas iniciais, se eles foram atingidos, se houve modificações ao longo do projeto e como essas mudanças impactaram nos resultados que serão apresentados. Esse momento serve para que todos os envolvidos relembrem o que havia sido acordado e fiquem mais atentos aos resultados que serão destrinchados na sequência.

Levante os dados

Quer causar uma boa impressão na sua audiência? Então guarde desde já que planejamento nunca é demais. Com isso em mente, faça um levantamento dos dados que serão discutidos durante a reunião e tenha todo o material organizado de maneira cronológica e de fácil compreensão. Assim, no momento de realmente criar a apresentação, você já estará com o encadeamento das ideias delineado.

Pense no público-alvo

Quem assistirá à apresentação? Clientes, colaboradores, diretores, comunidade? Saber qual exatamente será sua audiência o ajudará desde a adotar a linguagem certa até a preparar a apresentação de uma maneira compreensível para todos. Além do mais, ter essa noção o deixará mais tranquilo na fase de preparação, tanto no que se refere à vestimenta escolhida como em relação à forma de abordagem.

Capriche no design

Já parou para pensar que a imagem que sua apresentação transmite fala muito sobre você, sua equipe e o desenvolvimento do projeto em si? Se o layout parece amador, com as informações sendo lançadas sobre slides em branco, sem nenhum tipo de trabalho visual, as pessoas pensarão que o projeto foi desenvolvido da mesma forma, com um certo desleixo. Em contrapartida, se você optar por um layout profissional, transmitirá credibilidade e confiança, estabelecendo um elo mais forte com o público. Acha que não dará conta de desenvolver esses detalhes? Peça ajuda a um designer! Assim você garantirá sucesso total.

Distribua bem as informações

Evite encher cada lâmina com uma quantidade grande de informações. O ideal é que cada slide tenha uma única informação de apoio, visualmente atrativa e de forte impacto. Dessa forma, as pessoas conseguem se concentrar no tópico abordado. Só não se esqueça de que, nesse caso, você deverá estar ainda mais preparado para detalhar cada resultado e responder às perguntas da sua plateia.

Use imagens inspiradoras

Quando apresentamos resultados de projetos, é comum usarmos gráficos, tabelas, prints de telas e outras imagens que não são visualmente tão atrativas. Que tal transformar essas informações em algo realmente interessante, com movimento, cores contrastantes e imagens inspiradoras? Um homem escalando uma montanha chama mais a atenção para resultados do que uma tabela cheia de números, por exemplo. Faça o teste na próxima oportunidade que tiver e avalie o nível de engajamento e atenção do público!
Evite apresentações automáticas

A quantidade de recursos tecnológicos de que dispomos atualmente para aprender como fazer apresentações é enorme. E por mais que essa evolução seja extremamente benéfica, também envolve um risco: exagero. Evite utilizar todos os recursos e funcionalidades em uma única apresentação! Mantenha um padrão na transição dos slides e tome cuidado com as entradas e saídas de elementos de cada página. Imagine se você demora um pouco mais na fala e a apresentação anda sozinha! Você ficará perdido nos dados a apresentar, passando uma imagem nada positiva para os ouvintes.

Escolha fontes legíveis

Fontes divertidas, sérias, rebuscadas: as opções são muitas. Mas prefira sempre fontes facilmente legíveis, que favoreçam o entendimento das informações. Dispense as alternativas serifadas e não se agarre a fontes muito quadradas, pois elas dificultam a leitura. Evite também o uso de palavras em negrito ou itálico, que acabam entrando em conflito com o restante do conteúdo e não são atraentes a distância.

Cite as referências

Se você escolhe utilizar dados de pesquisas ou outras fontes de informações, lembre-se de citá-las. Isso não só demonstra que você fez sua lição de casa como dá maior credibilidade à sua fala. Quando não for possível comprovar de onde os dados surgiram, evite sequer mencioná-los.

Revise a escrita

Depois de concluir a apresentação, peça a alguém para revisá-la. Muitas vezes estamos tão absortos no conteúdo que não percebemos erros gramaticais, de concordância, coerência ou até mesmo de digitação. E chegar ao grande momento com um erro (por mais bobo que seja) pode comprometer a credibilidade dos resultados de projetos que você está apresentando.

Prepare-se para a explanação

Material visual pronto e revisado, é hora de você se preparar para expor as ideias. Estude sua apresentação, faça simulações, reveja os dados várias vezes e mantenha sempre cartões com as informações principais. Assim você tem onde se apoiar em um momento de esquecimento. Certamente você já viu vários apresentadores de TV utilizando esse recurso, não é mesmo? Pois é exatamente porque é simples e eficaz.

Cuide do visual

Saber quem é seu público o ajudará inclusive a escolher a melhor vestimenta para a apresentação. Se você vai conversar com clientes ou diretores da empresa, vale a pena se apresentar de terno. Se o público é o pessoal da fábrica, por exemplo, você pode se vestir de maneira mais descontraída, visando gerar empatia no público, e assim por diante.

Abra espaço para perguntas

Por mais que as pessoas se sintam impelidas a perguntar durante sua fala, pode ser que você prefira responder a todas as perguntas ao final da explanação. Deixe isso claro desde o início! Afinal, é você quem dá ritmo à reunião. Só tome cuidado para não deixar todos enfadados com horas e horas de fala ininterrupta, ok?

Agradeça pela presença

Depois que todos estiverem satisfeitos com os dados e resultados informados, agradeça pela atenção e se coloque à disposição para dirimir dúvidas que surjam depois do encontro. Deixe seu e-mail e telefone de contato e, se tiver um tempinho, dê atenção aos presentes conversando sobre qualquer tema da atualidade. Essa abertura ajuda a estabelecer conexões emocionais com sua audiência, transformando-a em aliada.

Com essa checklist pra lá de completa, você não precisa de mais nada para aprender como fazer apresentações! Mas ainda precisa saber como defender a execução do seu projeto, não é verdade? É por isso que você não pode perder este post!

o que é MVP

O que é MVP e por que você deveria construir um antes de lançar seu produto?

Sigla para Minimum Viable Product (ou produto minimamente viável), é importante saber o que é MVP e que ele pode ser considerado um dos primeiros degraus que o empreendedor deve subir antes de iniciar qualquer que seja seu negócio. Ele funciona como uma espécie de plataforma de observação e coleta de dados dos clientes, a fim de construir situações práticas de negócio que permitam aprender, de forma rápida, o preço a ser praticado, os diferenciais buscados pelo público e as funcionalidades a serem desenvolvidas, tudo com o objetivo de oferecer ao mercado uma solução inovadora. 

É como se fosse um protótipo para a elaboração de um produto certeiro, que realmente tenha utilidade para quem o adquirir. Mas não é só isso! Passado algum tempo de inserção do MVP, ainda será possível se antecipar à concorrência, acredite? Pois acompanhe os tópicos seguintes e entenda melhor o que é MVP e como ele pode ser decisivo para o sucesso do seu negócio!

 
A realidade que não mente

Não é segredo para ninguém que um número expressivo de empresas fecham em seu primeiro ano de atividade. E a verdade é que uma grande parcela da culpa por esses fracassos precoces se dá pela falta de informações sobre o setor (tais como o número de clientes e seus hábitos de consumo), assim como pela negligência na identificação das necessidades do mercado. Assim fica mesmo complicado acertar a mão, não concorda?

Além de ser usado para atestar o atendimento do produto e de seus recursos às demandas do mercado, o MVP também serve para avaliar as necessidades dos usuários. Logo, tende a diminuir as chances de o negócio figurar no lado sombrio das estatísticas de falência. Afinal, com hipóteses testadas, é menos difícil errar o alvo.

O experimento pode estar focado no produto em si ou em outras variáveis que possibilitem a validação da proposta. O MVP ajuda a isolar claramente o problema que o produto ou o serviço se propõe a sanar, sendo por isso extremamente útil para validar ideias, que podem ser testadas e otimizadas repetidamente. Assim, os empreendedores que sofrem com dificuldades para obter uma clientela inicial poderão dormir despreocupados, já que, colocando o MVP em prática, o lançamento do produto já virá com uma carteira de clientes basicamente formada!

Como você pôde ver, a implementação do MVP consiste em processo bem simples, que se origina de conceitos já idealizados pelo empreendedor e tem a característica de ser ágil. Por essas e outras, é perfeito para startups em momentos de incerteza ou para empresas que carecem de economia tanto de tempo como de recursos financeiros. Mas engana-se, quem acredita que adotar MVP é exclusivo desse tipo de empresa, organizações maduras têm muito a se beneficiar com essa prática.

O MVP na forma de projeto

Caso a empresa ainda não tenha definido um protótipo ou, mesmo que já o tenha feito, quer transformar o processo em algo ainda mais eficiente, é interessante adotar um modelo de negócios baseado no Business Model Canvas, que consiste em 9 blocos que estabelecem os componentes básicos do negócio:

• Segmentação de clientes;
• Propostas de valor;
• Canais ou meios;
• Interação com o cliente;
• Origem de receitas;
• Recursos-chave;
• Tarefas-chave;
• Parceiros-chave;
• Composição de custos.

No caso da elaboração do zero, ou seja, quando não há nada parecido para que se possa comparar, realmente é mais difícil definir um MVP. Nessa situação, a melhor estratégia é realizar testes rápidos para se aprender com os erros e os acertos. Se o empreendedor ainda não tiver esmiuçado a fundo o nicho no qual pretende investir, o ideal é procurar por referências e mais conhecimento antes de iniciar o MVP, colocando suas concepções em prática só mais tarde.

A medição do MVP

É necessário estabelecer métricas para estudar o feedback tanto de clientes em potencial como daqueles que já fazem uso do serviço. Assim é possível aprender o que é necessário para aprimorar o produto ou eliminar um problema que venha a inviabilizá-lo no futuro. A ideia é de que os resultados das validações sejam rápidos e fáceis de analisar.

Que tal alguns exemplos? Para testar o conceito de compras coletivas, o site Groupon iniciou suas operações com um blog de ofertas que enviava os cupons em formato PDF, elaborados de forma manual. Outro caso similar é o da Zappos, que, para testar se a venda virtual de calçados realmente funcionava, abriu seu site na internet com apenas alguns modelos. Quando as pessoas adquiriam, a equipe se dirigia à loja física, comprava o par de sapatos e mandava para os compradores!

A seleção de recursos

Sabendo que muito se tem a ganhar em conhecimento sobre o mercado, as empresas devem investir no aprendizado de forma prática. Assim conseguem potencializar a percepção sobre o espaço para novidades. Nesse caso, uma dica importante é não deixar que o cliente note a fragilidade do MVP, por mais bruto que ele possa parecer (ou seja, o cliente deve ser atendido de forma impecável).

Caso seu negócio seja virtual, é importante se valer de ferramentas que otimizem o tráfego, investir em SEO, landing pages, Google AdWords, Facebook Ads ou mesmo na geração de conteúdo em blogs (como fizeram as startups citadas no tópico anterior). De maneira genérica, para produtos corporativos de alto valor agregado, o ideal é primeiramente testar por intermédio de apresentações e pesquisas com potenciais clientes.

Já para produtos voltados para pequenas e médias empresas ou mesmo para o consumidor final, validar a demanda via web também é uma boa estratégia. Dependendo do caso, a validação a partir da experimentação real do produto também pode ser interessante. Para modelos de negócio ligados à comercialização de publicidade, por sua vez, os MVPs devem se voltar para a elaboração do próprio produto em si.

O importante é compreender se o empreendimento está trilhando o melhor caminho ou se está indo na direção errada. Quando findar o ciclo de obtenção de ideias, determinação do escopo, aferição de dados, aprendizado, obtenção e análise de feedbacks, é necessário voltar a atenção para não se deixar envolver totalmente pelas opiniões dos usuários. Isso porque, muitas vezes, nem mesmo os clientes têm clareza sobre o que querem. Ao mesmo tempo, não é fácil ser autor de grandes inovações!

Na prática, o processo de implementação de um MVP gera uma bagagem ainda mais valiosa que a avaliação dos clientes em si. Por isso, o empreendedor deve ser criterioso e observador ao estabelecer sua estratégia, devendo fazê-la do modo mais simples possível para, então, poder desfrutar do sucesso de seu empreendimento.

Entendeu direitinho o que é o MVP e por que é necessário construir um antes de lançar seu produto no mercado? Ficou ainda com alguma dúvida sobre o assunto? Comente aqui e compartilhe suas impressões e seus questionamentos conosco!

software de gestão de projetos

Como um software de gestão de projetos pode te ajudar a alocar recursos humanos de maneira eficiente

Um dos pontos críticos na gestão de projetos são os recursos humanos – principalmente quando se trata de múltiplos projetos, que compartilham dos mesmos profissionais para trabalhos distintos. Em geral, é a partir de um controle ruim dos seus funcionários que os projetos saem dos trilhos, gerando atrasos e custos desnecessários. A gestão eficiente dos recursos humanos pode ainda reduzir os gastos, promovendo uma gestão mais eficiente, já que você precisará de menos pessoas para realizarem as mesmas atividades, desde que as planeje de maneira correta. Para isto, um software de gestão de projetos tem muito a contribuir. Entenda os motivos:

Tenha um panorama sistêmico sobre a alocação dos recursos humanos

Com um software de gestão de projetos você obtém com facilidade um panorama do uso de todos os recursos humanos da empresa envolvido nos projetos. É possível saber quantas horas de trabalho de cada um dos funcionários estão alocadas, para quais atividades e em quais projetos.

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Com isso, além de saber a disponibilidade de cada profissional, é possível verificar o tempo gasto em cada uma das atividades para obter uma média que auxiliará no planejamento de outros projetos. O sistema ainda mostra a evolução de cada fase do projeto, dando informações sobre prazo e necessidades de recursos para a conclusão de alguma tarefa.

Identificação rápida da disponibilidade dos profissionais

Já que você pode saber como cada um dos seus recursos humanos está alocado, abre-se a possibilidade de identificar rapidamente a disponibilidade dos profissionais para saber quando poderá usá-los em outros projetos ou atividades diferentes dentro do mesmo trabalho.

Este recurso é útil para extrair o máximo de eficiência e produtividade dos funcionários sem a necessidade de contratar novos recursos quando aparecer um novo projeto ou surgir algum problema em outro que está em curso.

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Esta função evita ainda um problema muito comum quando a empresa não utiliza um bom sistema: a sobrecarga do profissional, o que pode não gerar os resultados almejados, incluindo o cumprimento dos prazos. Com um software de gerenciamento de projetos, porém, como você saberá com precisão as horas alocadas para cada funcionário, não existe a possibilidade de alocar o mesmo recurso para várias atividades em períodos coincidentes.

Mesmo que ele realize duas atividades no mesmo período de tempo, você saberá exatamente quantas horas estão alocadas para cada uma, podendo planejar seu trabalho da melhor maneira possível.

Obtenção de métricas de produtividade de cada membro da equipe

Outra possibilidade que um software de gestão de projetos oferece é a mensuração da produtividade dos recursos humanos conforme atividades. É possível medir qual o tempo médio que cada um gasta para uma desenvolver uma tarefa específica, o que é muito útil para projetos que têm prazos mais restritos. Nestes casos, é melhor optar por um funcionário que realize o mesmo trabalho mais rapidamente, ou seja, o que tem maior habilidade no desenvolvimento do que outro, por exemplo.

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Esta função também é útil no planejamento, fazendo com que a capacidade de realização de cada profissional fique mais próxima do que realmente transcorrerá na realidade. Quando se tem conhecimento sobre isto, ou seja, o tempo médio que cada um leva para finalizar cada uma das atividades, fica mais fácil ter uma previsão precisa do tempo final para execução do projeto.

Além disso, o software fornece espaço para o cadastro de informações sobre conhecimentos, habilidades e atitudes de cada um dos recursos humanos. Como cada parte do projeto demanda características específicas, a alocação de membros da equipe fica muito mais precisa e eficiente.

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Um software de gestão de projetos miniminiza as falhas de gestão e alocação de recursos humanos, especialmente quando se trabalha com vários projetos ao mesmo tempo. Com isso, você pode utilizar a mesma quantidade de funcionário para realizar mais trabalho, reduzindo custos e atingindo melhores resultados.

E você, já utiliza um software de gestão de projetos para a alocação de recursos humanos em múltiplos projetos? Quais as grandes dificuldades encontradas nesta tarefa? Compartilhe-as conosco através dos comentários. Elas podem se tornar assunto para um próximo encontro aqui no blog!

aprendizados sobre gestão

5 aprendizados sobre gestão que a Alemanha ensinou ao Brasil

O que foi visto na partida da última terça-feira no Mineirão, entre Brasil e Alemanha, certamente ainda assombra muitos brasileiros que só querem esquecer o que aconteceu. Mas, curiosamente, são nas crises que surgem as oportunidades. É, você deve estar se perguntado agora: “Que aprendizados sobre gestão pode haver num jogo de futebol, onde o Brasil foi humilhado pela estratégica Alemanha?”

O doído 7 x 1 da Alemanha nos ensina mais do que simplesmente futebol. A derrota faz parte da vida e do esporte, o que nos resta é aprender com ela e tirar a melhor lição que podemos.

Separamos 5 pontos que merecem atenção por serem aprendizados sobre gestão que podem ser aplicados na rotina de uma empresa.

1 – Foque no resultado de longo prazo

Os alemães sabem muito bem como é perder uma semifinal em casa, em 2006 a seleção alemã foi derrotada em seu próprio país pelos italianos. A seleção tri campeã se planejava há 8 anos para o feito que culminou no vexame verde e amarelo. Estruturou um time e seguiu com ele até aqui, finalista em 2002, terceiro lugar em 2006, terceiro lugar em 2010 e, agora, finalista em 2014. Isto demonstra visão de longo prazo e foco em resultado, em 2010 eles sabiam que não seriam campeões e encararam aquela copa como uma preparação para o mundial de 2014.

Na sua estratégia pense também em quais ações podem construir resultados duradouros e não espere resultados “da noite para dia”, foque no seu alvo e saiba que a “vitória” vem com preparação, determinação e visão de longo prazo.

2 – Conheça o adversário e identifique onde você se diferencia

Estudiosos, analíticos e extremamente focados, eles souberam aproveitar o momento de fragilidade do adversário, o Brasil, para continuar marcando gols. A tricampeã se beneficiou de estudos acadêmicos para montar seu esquema. Na pesquisa realizada por 50 estudantes da cidade de Colônia, os jogadores brasileiros foram analisados minuciosamente. 

Quais são os pontos de diferenciação da sua empresa? O que deve ser explorado para apresentar um diferencial competitivo. É importante analisar também quais aspectos o seu adversário obtém vantagem sobre a sua empresa.

3 – Saia da sua zona de conforto

Os treinos dos alemães eram realizados de 12h às 14h – quando o sol é mais forte. Desta forma eles se adaptam e se preparam para o pior cenário, ou seja, saindo da zona de conforto. Nas organizações a maioria das pessoas preferem permanecer na sua zona de conforto, gostam de estar confortáveis na maioria dos aspectos dos negócios, processos e maneira como conduzem suas iniciativas. Tentar algo novo permite que você tenha a oportunidade de experimentar novos desafios, expande seu campo de visão e abre as portas para as habilidades que você não sabia que possuía.

4 – O coletivo é mais importante que o individual

Não adianta contar com uma grande estrela para o sucesso. Ao invés disso, pense no desenvolvimento do espirito de equipe e na capacidade de gerar sinergia, ou seja, o todo supera a soma das partes. Vimos nos jogadores da Alemanha uma grande harmonia entre todos os membros da equipe e grandes resultados gerados pela união das forças, sem ninguém buscando o estrelato separadamente. A estratégia de uma empresa não pode ser diferente, não podemos depender da habilidade isolada de um membro do time e sim contar com a cooperação de todos.

5 – Pense no todo e sua ligação entre as partes

Além de toda a estratégia e a preparação a Alemanha, ela estudou todos os elementos e fez uma estratégia que combinasse a preparação dos jogadores, o local onde eles ficaram, construído e preparado por eles, o uniforme (semelhante ao time mais popular do Brasil, o Flamengo), aulas de português para os jogadores, friesa em campo, para não ser impactado pela torcida e campanhas publicitarias a fim de conquistar a simpatia da torcida na final. Seja na implantação da gestão de projetos ou em um plano estratégico, tenha sempre o foco no todo e a ligação entre cada elemento.

Sim, vai ser difícil esquecer uma goleada como a que vimos nesta semifinal, o brasileiro é apaixonado pelo futebol e perder em casa tem um sabor especialmente amargo. Mas, como disse no início deste artigo, precisamos aprender com a crise. O Brasil ainda tem a melhor qualidade para gerar jogadores, mas ainda está longe de ser o que melhor trabalha. Já a Alemanha, formada por uma excelente geração, trabalhou praticamente uma década para conquistar o objetivo que conseguiu alcançar no fatídico dia 8 de julho no Mineirão: decidir uma Copa do Mundo.

nivelamento de recursos

“O Nivelamento de Recurso nos projetos é um mito”

Entrevistamos José Finocchio Júnior, um dos gurus do gerenciamento de projetos do Brasil, e perguntamos a respeito de uma importante questão no gerenciamento de projetos: O nivelamento de recursos dos projetos.

Finocchio tem mais que credenciais para falar do assunto, é professor da disciplina de gerenciamento de cronograma, tanto na FGV como na FIA-USP, fez sua dissertação de mestrado na Escola Politécnica, baseado no tema de restrições de recursos em programação de projetos, foi o primeiro profissional do mundo a obter a certificação PMI SP especializada em cronogramas e também é detentor da certificação TOC- Critical Chain Project Management, na qual o nivelamento de recursos é um tema central.

Confira a entrevista que ele nos concedeu:

Professor, qual a importância do nivelamento de recursos numa ferramenta de gestão de projetos?

– O nivelamento de projetos é um mito e na maioria das vezes dá uma informação errada ao gestor. O motivo é que modelamos a realidade em ferramentas estáticas e um projeto é um sistema complexo que apresentas filas, estoques, loopings, e retrabalho, e ainda assim apresenta interdependências que não são imediatas, mas com efeito retardado. Isso tudo é muito difícil , para não dizer impossível, de modelar num gráfico de Gantt estático.

Então o Sr. está afirmando que um gerente de projeto não deve nivelar os recursos de seu projeto?

– Ao contrário, conhecer a restrições de recursos de um projeto é algo muito importante, pois estas vão ditar o ritmo do projeto. O gerente deve identificar e estabilizar o gargalo e subordinar o dimensionamento dos recursos não gargalo a ele. Apenas afirmo que é muito difícil enxergar isso num gráfico de gantt estático. Para encontrar o recurso gargalo na prática, por meio de cálculos deveríamos considerar que muitos deliverables voltam, são retrabalhados, o cliente muda de ideia e pede coisas novas e isso muda radicalmente a carga nos recursos, jogando no lixo aquele cronograma feito perfeitinho, sem contar que para achar o recurso crítico teríamos que mapear todos os projetos do portfolio, e suas modificações ao longo do tempo. A cada dia que passa novos projetos são lançados e existem demandas de trabalho que surgem fora dos projetos, como por exemplo, o suporte ou a parte administrativa das operações do dia-a-dia.

426403 2975797912593 175331083 nMas, as modernas ferramentas PPM do mercado não se propõem a fazer isso?

– Não é bem assim. Hoje sabemos que o foco deve ser dado no controle de fluxo do projeto. O fluxo não pode parar. O principal instrumento de controle de recursos é a administração do volume do Work in process, quanto maior o WIP, maior será o aumento do lead time (prazo) dos projetos.

E as ferramentas tradicionais não fazem isso?

– Nenhuma das tradicionais ferramentas de gráfico de gantt do mercado faz isso, pelo menos as mais conhecidas na minha opinião não fazem.

Qual ferramenta o gerente deve buscar?

– Eu prefiro não colocar o foco nas ferramentas, mas em princípios de gestão, como O Lean Manufacturing- a teoria das restrições e a dinâmica de sistemas.
Instrumentos que melhor se adequam a essas teorias são tambor-pulmão-corda (DBR), o Kanban e o Scrum, ou qualquer ferramenta que trabalhe os pacotes de trabalho em modo pull e não push. Eu mesmo estou desenvolvendo uma maneira de controlar os projetos, que tornarei pública como parte do desdobramento da metodologia Project Model Canvas, desta vez para gestão de fluxo do projeto e controle da execução. Estou finalizando um livro sobre isto e ele deve ser lançado em setembro de 2014.

proposta de projeto

Você sabe o que é e qual a importância de usar proposta de projeto?

Qualquer negócio que possui a gestão e execução de projetos como core business, sabe que a apresentação adequada da proposta de projeto e sobre o que a sua empresa se propõe a desenvolver é o grande diferencial entre sua aprovação ou reprovação junto aos diferentes públicos de interesse.

É aí que entra a proposta de projeto: uma ferramenta que ajuda gestores e equipe a prepararem melhor suas ideias e aumentar a produtividade da empresa para o êxito nas tarefas. Saiba o que é e qual a importância de usar o recurso em seu negócio.

O que é uma proposta de projeto

As propostas de projeto são documentos ou apresentações que explicam os pontos principais de um empreendimento para que a empresa consiga fechar um novo contrato, encontrar investidores ou fazer aprovações internas. Seu uso traz diversas vantagens às empresas, que você poderá constatar a seguir.

 1 -Apresentação eficaz sobre o que a sua empresa tem a propor

Quando uma proposta é desenvolvida de forma adequada para a situação, a fase de planejamento do projeto poderá ter início logo em seguida. Em geral, as propostas de projeto trazem informações essenciais como escopo, cronograma, prazos e investimentos.

2-Exercício mental: colaboração por novas ideias

A elaboração de uma proposta de projeto contribui para que a equipe possa desenvolver novas ideias sobre sua execução. Afinal, muitas das coisas que nos parecem simples em pensamento podem mudar de cenário quando nos aprofundamos em números e outros detalhes.

3-Alinhamento constante entre as partes envolvidas

O uso de propostas de projeto bem estruturadas também garante um maior alinhamento entre todas as partes interessadas, envolvidas na iniciativa – seja internamente na empresa ou no público externo como patrocinadores, clientes, dentre outros. Afinal, desde o início das conversas sobre o projeto, tudo aquilo que foi pensado e planejado estará documentado e aprovado em um sistema formal, evitando a perda de informação à medida que o processo evolui no dia a dia.

4 -Maior poder de convencimento sobre as ações propostas

As propostas contém informações tão importantes que costumam ser aproveitadas até mesmo no plano do projeto em um momento posterior. Com isso, quando uma empresa adota esse tipo de proposta em sua rotina, o público-alvo da proposta de projeto desenvolvida terá uma imagem muito mais positiva de como o projeto será conduzido, aumentando o poder de convencimento da equipe envolvida na execução.

5- Fugindo dos riscos

O uso de propostas de projeto em sua empresa também permitirá que investidores, gestores e equipe tenham uma visão mais abrangente e precisa dos requisitos, orçamentos, prazos, pessoas e outras questões fundamentais à execução do projeto. Com isso, a organização poderá identificar e contornar os riscos inerentes aos empreendimentos com maior facilidade, evitando que alguns obstáculos surpreendam a equipe durante seu desenvolvimento.

6- Ganho de eficiência

Uma das principais vantagens relacionadas ao uso de propostas de projetos em uma empresa é a simplificação do processo de seleção de projetos.

Quando as organizações trabalham com múltiplos projetos, o processo de aprovação e reprovação fica facilitado pela inserção de uma proposta no sistema de gerenciamento de projetos que irá, em seguida, gerar um fluxo automático de responsabilidade às pessoas envolvidas. Isso aumenta o nível de documentação do projeto como um todo, organizando o ambiente de trabalho e evitando problemas em fases posteriores.

E você, acredita que o uso de propostas de projeto pode realmente fazer diferença na hora de angariar novos trabalhos para a sua empresa? Já o utiliza em seu negócio? Compartilhe suas opiniões, experiências e dúvidas consoco através dos comentários!