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5 dicas para gerir uma equipe de TI

A gestão da equipe de TI é um fator decisório entre o sucesso e o fracasso de muitos projetos nas empresas, não é mesmo? Nesse cenário, os gestores acabam sendo responsáveis por controlar a execução das tarefas, manter uma boa comunicação entre toda a equipe, garantir que os prazos serão respeitados e, além de tudo isso, ainda motivar os profissionais com quem trabalha. Muitas atribuições para uma pessoa só? Pois confira nossas dicas e conheça alguns passos que podem facilitar esse trabalho! Acompanhe:

Comunicar-se bem

Como a comunicação é um ponto muito importante na gestão de qualquer equipe, sua falta ou sua falha pode gerar sérios problemas. Se a equipe de TI trabalha alinhada em projetos e outros serviços da empresa, por exemplo, é preciso que não só o setor como todo o time se comunique muito bem. Essa sintonia certamente facilitará bastante o dia a dia de todos. Quando a equipe se comunica adequadamente, com um sabendo direitinho o que o outro está fazendo, todos conseguem ver como está o andamento dos projetos, quais serviços estão sendo realizados na empresa e até o que ainda está por vir. E esse alinhamento de expectativas, de processos e de incumbências deve ser providenciado, pelo menos a princípio, pelo gestor.

Alinhar os objetivos

É essencial que os objetivos estejam alinhados dentro da própria equipe a fim de que os resultados esperados sejam alcançados. Nesse sentido, a equipe precisa conhecer os escopos de projetos em andamento, além de saber detalhadamente a respeito de todas as etapas dos processos dos quais participam para que seus membros sejam capazes de entender a importância do trabalho desenvolvido. E todas essas informações são devidamente disponibilizadas pelo gestor do time.

Ter atenção aos prazos

Cumprir prazos é tarefa fundamental para as equipes de TI, mas sabe-se que esse é um requisito normalmente bastante problemático para o setor. Muitas vezes a dificuldade está em um planejamento não tão minucioso ou até na alocação inadequada de pessoas. Pois é o gestor de TI quem possui conhecimento para dimensionar com a devida qualidade os prazos e a alocação de seus funcionários, além de supervisionar planejamentos e acompanhar o dia a dia de todo o trabalho sendo desenvolvido no departamento. Assim, é ele também o responsável por implementar mudanças em tempo hábil a fim de que tudo saia como manda o figurino.

Motivar a equipe

Quando muitas pessoas trabalham juntas, cabe ao gestor controlar o nível de motivação e o clima positivo entre os membros da equipe. Promover ações motivacionais, fazer elogios, saber a maneira certa de apontar erros e sempre tratar os colaboradores com respeito ajuda a manter o estímulo, o que leva a uma equipe muito mais produtiva. E produtividade cumpre prazos, que acompanham expectativas, que geram satisfação, que, por sua vez, motivam! É um ciclo de positividade!

Agir como líder

Um gestor de TI não deve agir como chefe, apenas delegando funções, apontando erros e criticando o trabalho da equipe. O bom gestor de TI deve agir como um verdadeiro líder, mostrando-se disponível para ajudar seus colaboradores, incentivando as pessoas a conseguirem concluir suas tarefas no prazo e demonstrando confiança na equipe. Essa postura fará com que o time o respeite mais, acredite mais em sua gestão e, ainda, ajude a manter um ótimo clima no espaço de trabalho.

E então, pronto para melhorar de uma vez por todas seu ambiente de trabalho? Conseguiu se reconhecer nessas dicas? Comente aqui e compartilhe suas impressões e experiências conosco!

 

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5 dicas para melhorar a comunicação na equipe

Um problema mais do que comum nas empresas é a dificuldade de comunicação na equipe: entre gerentes de projeto e demais funcionários. Acredita-se até que uma grande parte dos documentos que são enviados pelos gerentes aos interessados se quer são lidos. Se você tem esta dificuldade em sua empresa, com certeza irá gostar deste post. E então, vamos conferir?

1. Use painéis informativos

Esse tipo de ferramenta é bastante útil porque concentram em apenas um lugar todas as informações de determinado projeto e, ainda por cima, são facilmente encontradas em ferramentas para gerenciamento de projeto. Os interessados podem visualizar o painel de informações com os dados apresentados sob medida para o seu entendimento.

2. Crie uma agenda de comunicação

Funcionários e demais interessados podem ficar confusos se receberem informações com muita frequência. Para resolver este problema, estabeleça datas em que novas informações serão divulgadas. Deixe de lado a confusão de uma maneira simples, assim os próprios interessados procurarão as informações nas datas corretas.

3. Utilize vídeos

Muitas vezes, apenas palavras não são suficientes. Se sua empresa pretende construir um novo escritório ou outro espaço físico, use vídeos que mostrem o progresso da construção para a equipe. Isso pode servir para qualquer outro projeto que esteja em andamento e requer atenção de todos. Assim, os membros da equipe ficarão bem mais curiosos sobre o assunto e terão mais disposição para conversar sobre o projeto.

4. Explique tudo

Muitas vezes a equipe perde o interesse em um projeto simplesmente por não saber do que se trata. Sabe-se bem que em uma empresa, ou em um negócio, é inevitável a criação de palavras que explicitam de maneira mais específica uma determinada função.

Tente deixar tudo muito claro para os membros de sua equipe na hora de colocar em prática seu projeto. Lembre-se que as informações devem ser apresentadas de tal forma que mesmo pessoas não envolvidas entendam o projeto e suas especificidades.

5. Reuniões

Para conversar com os membros de sua equipe, nada melhor do que marcar reuniões semanais ou mensais para discutir os principais pontos de um projeto. Assim, todos terão um momento específico para se atualizar e, além de tudo, construir táticas para melhorar a comunicação entre a equipe. Além disso, é importante que sejam estipuladas as datas e eventos importantes do projeto para que, conforme a proximidade destas, o time possa se organizar para que a comunicação se dê de maneira mais eficiente e prática.

Colando em prática

Como você pôde perceber, não é tão difícil melhorar a comunicação na equipe. Colocando em prática esses simples 5 passos você já conseguirá alcançar um bom resultado. Sua equipe e empresa agradecem!

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gerenciamento de escopo

Guia da gestão de projetos: gerenciamento de escopo

O sucesso da gestão de um projeto não é causado por sorte. Na verdade, isso é a soma de vários fatores, que convergem juntos para esse objetivo.

O planejamento, a organização, a dedicação do time, o acompanhamento de métricas e um cronograma bem definido são alguns dos pontos que podem ser apontados como fatores que influenciam diretamente nos resultados de um projeto. Cada um impacta no sucesso da estratégia da sua forma, o que exige uma grande atenção do gestor para garantir que eles sejam capazes de gerar bons resultados.

Por outro lado, muitos empresários não percebem que o cerne da gestão de um projeto é o gerenciamento do seu escopo. É ele que define todo o trabalho que precisará ser desenvolvido, possibilitando uma ampla visão do que deverá ser feito. E mal estruturado, o escopo pode causar um grande impacto nos resultados de cada etapa.

Em outras palavras, o escopo é crucial para a definição de todas as rotinas do planejamento. Isso permite ao gestor entender se ele está alinhado aos objetivos da empresa e avaliar os benefícios em potencial da iniciativa. Além disso, ele torna o planejamento mais eficaz e evita que rotinas sejam executadas mais de uma vez.

Você quer saber mais sobre o tema e como definir o escopo para os seus projetos? É só continuar a leitura deste post e esclarecer suas dúvidas!

Mas, afinal, o que é o escopo do projeto?

O escopo pode ser visto como todo o trabalho que será executado para atingir as metas e objetivos de um projeto em cada uma das etapas. Basicamente, ele é o conjunto dos requisitos necessários para que o produto, serviço ou resultado esperado com o projeto seja entregue para o cliente. Sem ele, a empresa pode ter dificuldades para avaliar até que ponto vão as obrigações de um time.

A definição desse escopo é feita nas etapas iniciais do planejamento, uma vez que por meio dele que serão definidos os recursos, os times, os investimentos e outros detalhes operacionais de cada etapa. Esse é um dos momentos mais importantes da iniciativa, uma vez que um escopo mal projetado pode gerar grandes riscos para o negócio.

Como o gerenciamento de escopo afeta a rentabilidade de um projeto?

O gerenciamento de escopo é crucial para o sucesso do projeto. Para alguns especialistas, ele é visto como um dos pontos mais importantes de um projeto corporativo, uma vez que a sua definição implica diretamente na distribuição de recursos, na estrutura interna de times e nas metas de performance. Além disso, ele também impacta nos prazos e gastos que serão realizados para viabilizar cada etapa.

Se o escopo não for bem definido, atrasos serão mais frequentes e o planejamento terá dificuldades para garantir a qualidade do projeto. Isso será fruto de modificações não programadas ocorrendo com mais frequência e da dificuldade de identificar as melhores estratégias para atingir os objetivos propostos.

Conforme os atrasos se tornam mais recorrentes, a rentabilidade do projeto cai. Multas pela não entrega de resultados em dia poderão ser aplicadas, além dos riscos da iniciativa ser cancelada e a empresa perder todos os recursos investidos.

Já a presença de erros em grande quantidade afeta a capacidade da companhia de evitar desperdícios. As taxas de trabalho serão maiores, o que cria um fluxo de gastos não programados. Já o investimento em novas matérias-primas será necessário, uma vez que a companhia deverá refazer parte dos seus produtos.

É fundamental, portanto, que a empresa trabalhe lado a lado com todos os envolvidos para documentar cada requisito, métrica ou objetivo da maneira mais clara e direta possível. O gestor também deve atuar para que o controle sobre o escopo seja mantido com precisão, ainda que mudanças aconteçam.

Essas ações minimizam desvios no planejamento e favorecem a gestão diária dos fluxos de trabalho. Cada time terá uma noção exata do que deve ser feito, reduzindo drasticamente as chances de um resultado estar fora do esperado. Ou seja, a companhia terá um fluxo de trabalho muito mais inteligente e dinâmico.

Como efetuar o gerenciamento de escopo com qualidade?

O gerenciamento de escopo deve ser feito a partir de uma série de estratégias, que reduzem riscos e melhoram a capacidade do gestor de compreender todos os pontos que impactarão no sucesso do projeto. Portanto, nas etapas iniciais do planejamento, a companhia precisa estar atenta a cada um dos itens de risco. Assim, as chances de alcançar os resultados esperados serão muito maiores.

A seguir, saiba quais são os quatro pontos mais importantes da definição e avaliação do escopo de um projeto e saiba como atingir os seus resultados mais facilmente!

1. Planejamento

A fase de planejamento do escopo é crucial para o sucesso do projeto como um todo. É nessa fase que são definidos os objetivos, as métricas, as validações, os controles, os parceiros e os agentes envolvidos.

É também nesse momento que o gerente do projeto precisa ser escolhido de acordo com as aptidões necessárias para o desenvolvimento da tarefa. Além disso, é aqui o momento em que os times são estruturados: os profissionais devem ser divididos em equipes multidisciplinares, com qualidades interdisciplinares e que possam atuar juntos para solucionar problemas de forma inovadora.

Um planejamento mal feito impactará em todo o resto do plano, dessa forma, não se preocupe com o tempo gasto na fase de construção ou em reuniões. O fundamental aqui é chegar em um resultado que deixe todo o time bem orientado e integrado ao início do projeto.

Sendo bem estruturado, o planejamento inicial conseguirá orientar todos os times ao longo de cada etapa. Os profissionais terão uma visão ampla sobre o que é necessário fazer para atingir os resultados esperados e quais as melhores ferramentas que podem ser empregadas. Além disso, prazos e papéis estarão bem definidos, reduzindo riscos.

2. Definição de objetivos

Aumentar o faturamento, controlar os gastos, incrementar o lucro são três objetivos corporativos comuns, mas eles pouco acrescentam ao escopo de um novo projeto. É complicado mensurar o sucesso desse empreendimento apenas por um objetivo final, pior ainda quando ele pode ser influenciado por todos os outros setores da empresa.

Assim, crie objetivos específicos para cada fase do escopo. Divida esses objetivos em metas menores ou tarefas, dando mais agilidade para os times.

Alinhe as metas com o restante do time e veja se todos estão de acordo. Isso será importante para manter um bom controle sobre expectativas.

Criar objetivos inalcançáveis na esperança de obter um resultado mágico, apenas servirá para desmotivar seu time. Portanto, as expectativas devem estar alinhadas com o perfil do time e a sua capacidade técnica.

3. Definição de verificações e métricas de performance

Tão importante quanto planejar e definir os objetivos do escopo, é escolher as verificações e métricas do processo. Muitos projetos não têm uma clara visão do seu andamento ou do seu sucesso: uns por serem complexos demais, outros porque apenas gerarão resultado em longo prazo.

Dessa forma, estabeleça métricas de acordo com o perfil do projeto e do escopo. Faça verificações periódicas e permita que os profissionais envolvidos tenham acesso aos resultados.

Se forem elevadas, os erros serão frequentes, uma vez que a carga de trabalho e o estresse serão altos. Porém, se os objetivos forem muito baixos, os profissionais não terão incentivos para melhorar as suas rotinas e habilidades. Em outras palavras, métricas mal estruturadas causam um grande impacto nos resultados do projeto.

Para que o gestor possa cobrar maior dedicação ou envolvimento, é fundamental que ele mesmo seja parte atuante desses resultados. As métricas devem ser vistas como um investimento estratégico, que ampliam a visão do gestor sobre todos os resultados do projeto: elas orientam os profissionais a avaliar, em tempo real, quais pontos necessitam de melhorias e o que poderá ser feito para impulsionar resultados a médio e longo prazo.

4. Controle e melhorias de resultados

Por fim, una métricas e verificações a um modelo de controle de qualidade e melhorias do escopo. Incrementar o projeto com esse tipo de controle facilitará a entrega de resultados mais satisfatórios, seja na forma do projeto em si ou de outros objetivos estabelecidos no escopo.

Portanto, documente tudo o que ocorre durante o projeto. Marque os resultados de cada etapa, os erros encontrados e as soluções adotadas. Não se esqueça de replicar boas práticas.

As otimizações servirão como pequenas correções ao escopo original, para que o resultado final esteja de acordo com os objetivos da empresa. A identificação a análise dos erros reduz os riscos nas etapas seguintes, uma vez que a companhia poderá preparar-se com mais precisão para evitá-los. Assim, os resultados serão impulsionados com muito mais facilidade.

Como dar mais segurança para projetos corporativos?

O gerenciamento de escopo tem um papel fundamental para o sucesso do seu projeto. Ele auxilia profissionais a terem uma visão abrangente sobre todas as etapas, melhora a definição de prazos e a distribuição de recursos em toda a iniciativa.

Por isso, não negligencie nenhuma das etapas do gerenciamento de escopo em um projeto corporativo. Trabalhe para ter um escopo bem claro e conhecido por todos.

Lembre-se que entender todos os fatores que contribuem para o sucesso da iniciativa é papel do gestor, mas isso será possível apenas se todo o trabalho estiver embasado em um bom escopo. Portanto, o gerenciamento de escopo deve ser adotado como uma ferramenta básica para garantir bons resultados.

Quer saber como um software de gestão de projetos pode contribuir para o sucesso das suas políticas de gerenciamento de escopo? Então, veja uma demonstração!

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Pipeline da Gestão de Projetos

[MATERIAL GRATUITO] Pipeline da Gestão de Projetos

Em um mundo ideal as demandas chegariam uma de cada vez, na ordem perfeita para os objetivos do negócio. Mas sabemos que infelizmente não é assim que acontece, a dura realidade é que elas chegam de forma contínua e desordenada, para desespero de muitos gerentes de projetos, que precisam categorizá-las de modo a priorizar as que têm maior potencial para se tornarem projetos, de preferência alinhados aos objetivos estratégicos e que gerem valor para o negócio.

O que diferencia uma empresa que consegue potencializar a geração de valor dos seus projetos – e consequentemente a sua também – é a forma como ela gerencia bem o seu pipeline de gestão de projetos.

Entender como funciona o pipeline da gestão de projetos e implementá-lo de forma correta na empresa permite que o PMO aja alinhadamente ao planejamento estratégico da organização, criando processos efetivos na seleção e na devida priorização de demandas — tanto internas como externas —, de modo a contribuir para a maximização dos resultados.

Pensando nisso, preparamos um material Exclusivo que explica como funciona o pipeline da gestão de projetos, e também como colocá-lo em prática na sua empresa, fazendo com que os projetos estratégicos para a organização sejam priorizados. Baixe agora e coloque o pipeline da gestão de projetos para funcionar na sua empresa!

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gerenciamento efetivo de stakeholders

[Material Gratuito] Guia Prático para um Gerenciamento Efetivo de Stakeholders

O sucesso de um projeto dependerá do comprometimento das partes interessadas. Um gerenciamento efetivo de stakeholders, leva a uma boa gestão que permitirá envolver e engajar essas pessoas, aumentando as chances de sucesso do projeto.

Claro que com o crescente interesse pela área surgem também algumas dúvidas comuns como, por exemplo, quais são os processo, conceitos, de que forma implantar uma gestão efetiva de partes interessadas, etc.

Sendo assim, criamos um material bem completo para mostrar conceitos, processos e as melhores práticas para um gerenciamento efetivo de Stakeholder para quem deseja entender melhor essa área de conhecimento e colocá-la em prática.

Nele, você verá:
    • Identificar as partes interessadas e analisar sua influência sobre o projeto;
    • Responder de forma estratégia os questionamentos e inseguranças das partes interessadas do projeto;
    • Identificar as barreiras para o sucesso do projeto e tomar ações preventivas;
    • Desenvolver estratégias para se comunicar, estabelecer limites, e gerenciar as expectativas;
    • Descrever as entradas, ferramentas técnicas e saídas do gerenciamento de stakeholders;
    • Implementar de forma prática o gerenciamento de stakeholders na sua empresa.

gerenciamento de tarefas

Gerenciamento de tarefas: como estimar prazos?

Uma das atividades mais importantes da gestão de projetos é também uma das aparentemente mais simples: o dimensionamento do tempo, ou seja, o gerenciamento de tarefas. Afinal de contas, depois que a duração das tarefas é devidamente calculada, o planejamento passa a tomar forma. E isso se alinha ao sequenciamento dos trabalhos e, consequentemente, permite a elaboração do cronograma completo do projeto.

Nesse contexto, é extremamente importante manter em mente que os esforços de gestão não são nada independentes. Assim, ao calcular a conclusão de uma demanda em 10 dias em vez de 5, por exemplo, é possível aumentar a força de trabalho em tempo hábil. Ou seja, os recursos humanos e a organização da equipe como um todo estão intimamente ligados ao gerenciamento de tarefas conectado com o tempo.

Mas uma gestão de projeto realmente eficiente tem como premissa estimar valores realistas, o que quer dizer que não basta determinar o tempo com base em suposições infundadas ou em palpites simplistas. Lembre-se: é o nível de precisão dessas estimativas que determina a confiabilidade do planejamento. Que tal aprender a atingir esse nível? Então confira as dicas que separamos para o post de hoje, que certamente o ajudarão a compor estimativas assertivas, proporcionando um gerenciamento de tarefas consistente e o consequente sucesso do projeto! 

 

Regra geral da divisão das tarefas

Antes que qualquer empenho seja empreendido no sentido de estimar tempo, o gestor deve estar seguro de que a atividade foi dimensionada adequadamente. É preciso ter bastante cuidado para que uma tarefa macro seja quebrada em atividades menores, porque só isso já contribui para a organização geral, tornando o trabalho melhor gerenciável. Caso contrário, os esforços envolvidos tanto na elaboração do plano como em sua execução se tornam desnecessariamente maiores.

Imagine, por exemplo, que no projeto de construção de uma casa a fase do acabamento não seja dividida em unidades menores. Nesse caso, a atribuição de recursos humanos ficaria comprometida por requerer diferentes disciplinas de mão de obra. Nesse caos, o monitoramento sofreria prejuízos por ter que medir diferentes trabalhos em uma única unidade. O ideal seria criar, então, subdivisões, tais como: “reboco”, “massa corrida” e “azulejos”. Percebe a diferença?

Essa diluição contribui para a redução do nível de complexidade da demanda, assim como dos riscos envolvidos. É como lidar com um problema complexo, mas em partes menores. Dessa forma, o que era grande acaba se tornando pequeno e totalmente sob controle.

Estimativa análoga ou top-down

Essa estimativa pode tanto ser aplicada a um projeto como um todo como somente a uma tarefa. Assim, no caso do panorama mais amplo, se os últimos 3 projetos similares foram concluídos em 14 meses, por exemplo, é provável que esse próximo projeto também se estenda por esse prazo. E no caso mais restrito, aplicado apenas a uma tarefa, a lógica é a mesma: se nas ocasiões em que essa atividade foi desempenhada foram consumidos 5 dias, logo, essa deverá ser a duração considerada.

A técnica em questão se baseia no exame de documentos, registros, lições aprendidas de projetos passados, dados de concorrentes ou de demais organizações que desempenharam trabalhos parecidos. Com base nesse levantamento histórico é possível estabelecer uma estimativa mais confiável. E por ser um método que tem como suporte apenas a consulta de informações, apresenta como vantagem uma dupla economia: de tempo e de pessoal envolvido.

Consulta a opiniões especializadas

Caso não exista domínio por parte do gerente de projetos ou mesmo se houver qualquer tipo de insegurança sobre o assunto, convém considerar a intervenção de especialistas — que podem ser os próprios membros da equipe ou terceiros contratados. Pense bem: se não há conhecimento suficiente, arriscar com base em suspeitas ou presunções não é nada prudente, além de não ser essa a postura esperada de um gestor responsável.

Guarde desde já o seguinte: é necessário, antes de mais nada, ter cautela e reconhecer as próprias limitações. Dessa forma, quando não há consenso ou não se tem a noção adequada da complexidade da demanda, a avaliação especializada de consultores pode sim ser a melhor alternativa, buscando identificar as variáveis envolvidas e prever a duração do trabalho.

Estimativa de três pontos ou técnica PERT

A técnica de PERT (Program Evaluation and Review Technique) leva em consideração três cenários possíveis para determinar o tempo de uma atividade: duração pessimista (P), duração otimista (O) e duração mais provável (MP). Esse método também pode contar com o suporte de opiniões especializadas citado acima e, inclusive, ser usada também para as estimativas de custo. É dada pela fórmula (P + 4 x MP + O) / 6 e o resultado fornece a duração esperada.

Note que a fórmula atribui peso 1 para os contextos pessimista e otimista, enquanto atribui peso 4 ao cenário mais provável. E ainda assim o peso pode ser alterado, desde que a soma não ultrapasse 6, conforme a realidade do projeto ou a tolerância a riscos do gestor. A fórmula do desvio padrão — dada por P – O / 6 — também pode ser aliada a essa técnica com o objetivo de chegar ao intervalo da estimativa. Digamos, por exemplo, que com a técnica de PERT tenham sido calculados 9,5 dias para a tarefa X. Nesse caso, sendo a duração otimista igual a 10 e a pessimista igual 15, o desvio seria de 0,8. Assim, a tarefa levaria 9,5 + 0,8 ou 9,5 – 0,8 dias, que é igual ao intervalo entre 8,6 a 10,3 dias.

Estimativa paramétrica

Para a utilização dessa técnica surge a necessidade de se trabalhar com dados muito bem consolidados, sob o prejuízo de o método se tornar impreciso. Afinal de contas, essa metodologia observa os relacionamentos entre as variáveis e uma determinada atividade para calcular as estimativas. Dessa forma, se o desenvolvedor João escreve 50 linhas de código por dia, por exemplo, naturalmente se conclui que ele desenvolverá 500 linhas de código em 10 dias, certo?

O segredo está em, sempre que possível, calcular a duração das atividades com o apoio do time envolvido. Isso gerará maior credibilidade e engajamento dos integrantes. Claro que sabemos que é impossível definir com extrema exatidão a data em que um projeto será terminado, mas é plenamente factível alcançar valores bastante próximos. E esse deve ser o foco do gerente de projetos. Se não for dessa forma, o planejamento se torna figurativo, desacreditado e sem valor para a organização.

É importante ainda ressaltar que o cronograma, o gráfico ou qualquer outro documento que contenha a duração das atividades requer a publicidade necessária, não devendo ser um arquivo ou uma ferramenta de uso exclusivo do gerente de projetos. Os prazos a serem atendidos devem ser facilmente visíveis por todos, permitindo o acompanhamento da produtividade esperada por parte da equipe, assim como suas responsabilidades. Dessa forma, os colaboradores adquirem um maior senso de urgência e de priorização, que poupam a necessidade de intervenção contínua para o gerenciamento de tarefas por parte do GP.

E você, por acaso conhecia todas essas técnicas? Já teve a oportunidade de usar alguma delas em seus projetos? Comente aqui e compartilhe suas experiências conosco!

gestão da comunicação

5 formas de usar a tecnologia para tornar sua gestão da comunicação mais eficaz

Imagine o seguinte cenário: Você está em uma reunião, discutindo sobre a gestão da comunicação com várias pessoas e precisa que todas elas se trabalhem para alcançar um único objetivo. Porém cada pessoa é de um país, possui uma cultura diferente, valores diferentes, e nem sequer fala a mesma língua. Então, como integrar essas pessoas e fazer com que suas expectativas e esforços se direcionem para esse objetivo, sem que ele seja distorcido por convicções individuais, e para que possa corresponder às expectativas de quem o propôs?

Parece difícil ou quase impossível, não é mesmo? Pois, em termos análogos, esse é o desafio de um gestor no desenvolvimento de um projeto e, acredite, ele não é impossível de ser vencido.

Durante um projeto, o gestor precisa fazer com que equipes das mais diferentes áreas, que de certa forma também falam línguas diferentes, se entendam e trabalhem em conjunto, alinhadas para satisfazer os objetivos estabelecidos do projeto. E como ele faz isso? Através da comunicação. 

 No desenvolvimento de um projeto, a gestão da comunicação é essencial não só para manter essa sintonia entre as equipes, mas também para garantir um bom controle de todas as informações geradas e utilizadas. A comunicação é principal elo entre as pessoas, as ideias e as informações.

De acordo com o Guia PMBOK®, um bom gerenciamento da comunicação em um projeto deve garantir que as informações possam ser geradas, coletadas, distribuídas, armazenadas, organizadas e recuperadas de forma fácil e sem exigir grandes esforços por parte da equipe.

Em termos práticos, essa boa gestão da comunicação traz uma série de benefícios como:

– Alinhamento da equipe: Com uma comunicação clara, objetiva e aberta, você evita desentendimentos e mantém toda a equipe buscando os mesmos objetivos. 

– Ganho de tempo e produtividade: Se você tem um equipe mais alinhada, evita problemas durante o percurso e evita também que o projeto precise parar ou voltar etapas para que eles sejam resolvidos.

 Informações de qualidade: Com um bom gerenciamento da comunicação, você consegue armazenar informações importantes de forma organizada e assim, aprender com o projeto atual, gerando conhecimento para projetos futuros.

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E isso tudo garante mais qualidade e assertividade em seu resultado final.

Mais do que um mero processo, a comunicação é uma habilidade fundamental à qualquer Gestor e precisa ser constantemente trabalhada para se adequar a técnicas mais eficazes e, inclusive, a novas alternativas geradas pelo avanço da internet e das novas tecnologias.

Há muito tempo a comunicação não se resume mais somente a voz e gestos, e, com a chegada, principalmente, das redes sociais e outros mecanismos de interação online, ela vem se tornando muito mais rápida, prática e fácil, sem depender de questões como localização, espaço físico e horários marcados.

Com isso, a gestão da comunicação em gestão de projetos também está passando por mudanças e muitos gestores já estão aproveitando os recursos tecnológicos para otimizar a comunicação nos projetos e facilitar o acesso a informações, a troca de ideias e o alinhamento entre as equipes.

Você já usa algum recurso desse tipo para melhorar sua comunicação? Então fique atento, pois iremos dar 5 dicas de ferramentas valiosas para você começar a apostar nessa abordagem. É só continuar lendo!

#01 Crie um blog

Manter um blog para seu projeto pode ser extremamente eficaz e servir a diversos propósitos.

Com um blog, você pode centralizar decisões importantes, combinados, atas de reunião e ainda incentivar que seus funcionários usem a plataforma como um “diário” para registrar experiências importantes durante o projeto, processos inovadores ou como eles lidaram com situações difíceis e desafios durante o desenvolvimento.

Isso, além de fazer com que tudo fique registrado e fácil de acessar por todos, faz com que a equipe possa se expressar e ter contato com a experiência de outros colegas durante o projeto, dando sugestões ou fazendo comentários sobre processos.

Porém, como o blog irá conter informações estratégicas do projeto e dos processos da equipe, lembre-se de mantê-lo visível somente para os envolvidos neste projeto para garantir a privacidade das informações e evitar o vazamento de dados importantes. Algumas sugestões de plataformas gratuitas são o Blogger do Google e o WordPress.

#02 Use as comunidades virtuais

Apesar de ter uma estrutura bem parecida com a dos blogs, as comunidades virtuais, como grupos no Facebook por exemplo, permitem uma interação mais rápida e menos formal ou burocrática do que em um blog.

Em um grupo, você pode publicar diversos tipos de conteúdo, compartilhar links e vídeos de forma rápida ou começar um tópico de discussão, por exemplo.

Porém, principalmente no caso das redes sociais, é importante garantir que sua equipe tenha maturidade suficiente para que o uso desse tipo de recurso não acabe gerando distrações e cause perda de produtividade e agilidade dentro do projeto.

Nesse caso, novamente, é importante manter a privacidade do grupo para que somente membros do projeto tenham acesso as informações disponibilizadas e não ocorra vazamento de informações estratégicas.

#03 Use Plataformas Colaborativas

Usar plataformas colaborativas, como o Google Drive, pode ser a melhor forma de centralizar informações e fazer com que sua equipe tenha acesso a documentos e informações de todos os tipos, ao mesmo tempo, e de forma simples e fácil.

Enquanto em um servidor próprio é necessário que apenas uma pessoa edite ou abra um documento por vez, nesse tipo de plataforma, diversas pessoas podem alterar os documentos ao mesmo tempo e você ainda não corre nenhum risco de perder seu material por danos físicos nas máquinas, uma vez que fica tudo armazenado na nuvem e, o melhor, disponível para que você acesse de qualquer dispositivo e em qualquer lugar!

Ou seja, caso um funcionário precise de uma informação urgente ou precise trabalhar fora da empresa, ele não tem nenhum tipo de prejuízo relacionado a perda de informação e pode realizar suas tarefas sem outros impedimentos.

Além do mais, com essas ferramentas, é possível controlar a privacidade de cada documento e ainda fazer comentários sobre determinadas partes, anotações e marcações.

#04 Produza Vídeos

Os vídeos são uma excelente forma de compartilhar informações de forma precisa e didática com toda sua equipe.

Que tal usar um vídeo, por exemplo, para complementar as informações que o cliente forneceu sobre o que ele espera do projeto? Ou documentar um processo complicado através de um screencast? Ou mesmo tomar depoimentos da equipe ao longo do desenvolvimento do projeto e criar um case depois para ajudar a orientar em tarefas similares no futuro?

Investir nos vídeos, mais do que uma maneira fácil e didática de salvar informações, é uma forma de deixar seus colaboradores mais engajados – já que conteúdos desse tipo são mais estimulantes do que somente áudio e texto – e ainda acompanhar as tendências, que indicam, por exemplo, que o vídeo será responsável por 80% do tráfego na internet em 2019.

Entretanto, se for investir em vídeos, considere a possibilidade de investir em uma plataforma profissional, que garanta total segurança do conteúdo, assim como reprodução em qualquer dispositivo, e tenha funcionalidades que irão agregar valor a seu projeto, como a possibilidade de fazer comentários na timeline, dividir o conteúdo por capítulos e outras.

#05 Realize reuniões virtuais

Não deixe que a comunicação entre sua equipe e também com o cliente fique comprometida por motivos de distância ou dificuldade de deslocamento. Invista em reuniões online e mantenha todo mundo no mesmo ritmo.

Através de uma plataforma profissional totalmente voltada para esse objetivo, você consegue conectar-se a uma única pessoa ou a toda a sua equipe de uma vez só, com qualidade total de vídeo e áudio independentemente de onde elas estiverem.

Além do mais, investindo em uma plataforma desse tipo, você consegue compartilhar documentos e informações de vários tipos em tempo real e ainda pode gravar a reunião e disponibilizar posteriormente para todos os envolvidos, fazendo com que eles possam assistir quantas vezes quiserem e consigam entender de forma verdadeira tudo que foi acordado durante a conversa. É muito mais conforto e comodidade para todos.

Apesar do grande desafio que realizar uma boa gestão da comunicação representa, com dedicação, organização e as ferramentas certas, o processo pode ficar muito mais fácil e dinâmico.

A comunicação é que vai tomar a maior parte do tempo do gestor durante um projeto e, portanto, é necessário estar preparado da melhor forma possível para lidar com isso.

Lembre-se de ser claro, transparente e de escutar e entender todas as partes envolvidas no projeto e de estabelecer estratégias eficientes para permitir a troca e o armazenamento de mensagens e informações.

Dessa forma você evita insatisfações tanto por parte do cliente, quanto por parte de seus colaboradores, gera informações de qualidade e ai é só preparar para ter sucesso absoluto com seus projetos!

 

Este post foi escrito pelos nossos parceiros da Samba Tech, líder em gestão e distribuição vídeos online na América Latina e uma das empresas mais inovadoras da América Latina segundo a FastCompany.  Através do Samba Vídeos, sua Plataforma de Vídeos Online, ela oferece tecnologia para gerenciamento, distribuição, monetização e mensuração do consumo de vídeos.

PSA

Como implementar um PSA em sua empresa?

A implementação de um Sistema de Automação de Serviços Profissionais é uma realidade cada dia mais presente na indústria de serviços, tendo surgido para atender à demanda crescente de integração entre as mais diferentes áreas. Essa necessidade, que é urgente em qualquer em qualquer segmento e ainda mais agravante quando a atuação da empresa envolve rotinas de gerenciamento de projetos, acabou revolucionando o mercado. E é aí que entra o PSA!

Imagine com seria poder contar com um único sistema capaz de interagir com os setores de vendas, contratos, gerenciamento de oportunidades, faturamento, recursos humanos e até gerenciamento de projetos! É o que é melhor: tudo de forma integrada! Pois assim a gestão certamente ficaria muito mais simples do que quando se tem que exercer a administração individual sobre cada setor ou departamento. Dessa forma se poupa tanto tempo como custos. Ficou interessado? Quer saber como implementar um PSA em sua empresa? Então confira os tópicos a seguir:

O sistema

O PSA é uma ferramenta integrada de sistemas cujo objetivo é promover a automação dos processos-chave de organizações predominantemente centradas em serviços. Simplificando: é um software cuja função é ajudar a empresa com a gestão de seus projetos e com a administração dos recursos para atender às demandas do cliente. A proposta dessa categoria de sistemas é agregar valor não só com a automação, mas também com o aprendizado e o crescimento das empresas

É interessante observar que uma das principais características de uma empresa que se enquadra no setor terciário é a curva de aprendizado — muito maior que se comparada às empresas de manufatura, por exemplo. Sabendo que as ferramentas de TI contribuem — e muito! — para o aprendizado dos colaboradores, investir em uma ferramenta como o PSA além de promover melhorias e a interação dos processos, alavanca os níveis de aprendizagem. É, assim, um investimento valioso, principalmente considerando o contexto global em que os colaboradores são os principais ativos de uma organização.

As soluções

Dentre as soluções que geralmente englobam o PSA, podemos destacar:

Gestão de projetos

Normalmente é um módulo integrador dos demais, por meio do qual os cronogramas são elaborados, com toda a programação do projeto e suas atividades mais importantes detalhadas. Mas ainda não é só isso! A gestão de projetos também possibilita o monitoramento e o controle da execução e da alocação de recursos, podendo conter também a área de contratos do projeto, muito importante por ter cadastrados em seus documentos os itens do escopo, as entregas e os resultados do projeto, tudo devidamente alinhado junto ao cliente.

Gestão de recursos

Não importa se são recursos físicos — como equipamentos de informática, insumos demandados por um projeto, ferramentas e materiais — ou recursos humanos: a gestão de recursos está muito presente na gestão do projeto, uma vez que é ela que determina quais recursos são necessários para a execução de uma atividade específica.

Gestão de competências

Tendo em vista que as empresas de serviços são orientadas ao pessoal — ou seja, aos recursos humanos —, é fundamental investir no preparo da força de trabalho. Isso implica em uma atualização constante por meio de cursos, treinamentos ou qualquer outro tipo de formação que possibilite a obtenção de novos conhecimentos e habilidades.

Gestão financeira

Essa solução diz respeito a várias funcionalidades dos já conhecidos Enterprise Resource Plannings (ERPs), como, por exemplo, contas a pagar, contas a receber e faturamento.

Controle de horas e despesas

Nesse módulo é gerenciado o registro de horas dos colaboradores, tornando possível a extração de relatórios de jornadas trabalhadas. Também é por meio dessa plataforma que despesas como táxis, almoços de trabalho e hotéis são controladas, a fim de que sejam reembolsadas posteriormente.

Sua implementação

Mas a verdade é que a aquisição do PSA, por si só, não resolve os problemas da organização. É necessário estruturar um plano de implementação, ou seja, planejar a transição do modelo antigo de trabalho para o novo. Esse planejamento consiste em um verdadeiro desafio, mas que é essencial para garantir o sucesso na implementação do sistema.

Desafio

As maiores dificuldades estão em reconhecer que realizar a reestruturação dos processos e sistemas estabelecidos no negócio pode ser trabalhoso, principalmente quando se trata de empresas mais amadurecidas. Pense bem: quanto mais antiga, mais consolidados estão os processos, o que implica em mais esforço para vencer as barreiras da mudança.

Tempo

Por tudo isso e muito mais, é fundamental encontrar a época adequada para tal implementação, não levando apenas em consideração que quanto mais rápido o processo for adotado melhor será para atenuar a resistência à mudança, mas, sobretudo, para se conseguir priorizar uma fase em que a organização disponha de tempo e dos recursos necessários para investir na implementação do PSA. Isso sem contar que, mesmo que haja comprometimento inicial, depois de devidamente consolidado o plano e realizada a implementação, bastará realizar o monitoramento dos resultados e evidenciar as melhorias em produtividade e redução de retrabalho proporcionados pela maior integração entre as áreas.

Especialista

Em meio a tudo isso, pode ser que a contratação de um especialista para realizar a implementação do sistema seja a melhor opção. Nesse caso, é claro que o fator tempo será atenuado, porém a terceirização implicará em aumento de custos. Em relação ao dilema de terceirizar ou não, a empresa deve ponderar sobre a unicidade do negócio, isso é, se possuir características únicas, que fujam ao padrão convencional, implica em configurações adicionais ou mesmo customizações complexas, que somente uma empresa especializada poderia realizar. Assim, essa questão deve ser muito bem pensada, porque poupar custos no curto prazo pode significar grande desembolso no longo prazo.

O principal segredo para o sucesso de uma boa implementação desse tipo de sistema está no compromisso assumido pela organização. Infelizmente, algumas empresas compram a solução acreditando que o principal já foi feito, quando na verdade ainda há um grande caminho pela frente.

Agora nos diga se a sua empresa por acaso já faz uso de um PSA? Como foi o processo de implementação dessa solução? Deixe seu comentário e compartilhe conosco suas experiências!

scrum team

Quais as funções existentes dentro de um Scrum Team?

Se você acompanha nosso blog há algum tempo, certamente já conferiu um ou outro post sobre métodos ágeis em gerenciamento de projetos, como é o caso do Scrum. Mas até o momento não realmente tínhamos parado para falar mais detalhadamente sobre o Scrum Team, isto é, o time de Scrum.

Afinal, quem são as pessoas que formam essa equipe? Quais são suas funções e responsabilidades no desenvolvimento de um projeto ágil? Será que seu time está completo ou você poderia aumentar a produtividade complementando as funções? Vamos conferir e tirar quaisquer dúvidas a esse respeito agora mesmo? 

Product Owner

O Product Owner é quem define o produto a ser desenvolvido, listando funcionalidades que serão criadas e as priorizando dentro do backlog. Esse profissional tem uma visão geral do projeto, conhece todos os sprints e sabe quais deles são mais importantes para a empresa. Para tanto, deve ter conhecimento de mercado e estar completamente familiarizado com o negócio do cliente, visando gerar mais valor para ele por meio do produto final. Como gestor do backlog, o Product Owner segmenta as funcionalidades em atividades menores, classificando-as de acordo com sua importância e transmitindo ao time as devidas orientações para que comecem a desenvolver o produto.

Fazendo a ponte entre cliente e Scrum Team, o Product Owner é o responsável pelos resultados do projeto, reportando ao cliente todas as atividades concluídas, as fases superadas, os orçamentos consumidos e o status global dos trabalhos. É ele quem tem que se preocupar com o retorno sobre o investimento do projeto, oferecendo ao cliente uma solução que realmente agregue valor ao negócio.

Scrum Master

O Scrum Master é quem orienta a equipe, assumindo o papel de coach. Diferentemente de um gerente de projetos, ele não é responsável por muitas atividades gerenciais em relação aos trabalhos, atuando apenas como um facilitador para que o Scrum Team desempenhe seu papel com excelência. Um verdadeiro especialista em melhores práticas Scrum, o Scrum Master tem como missão garantir a adoção de todas as práticas ágeis durante o desenvolvimento do projeto, acompanhando o desempenho do time em tempo integral.

No papel de líder, o Scrum Master deve se preocupar com a motivação dos colaboradores, contribuindo para que eles se mantenham focados em suas atividades. Para tanto, ele regula a carga de trabalho, evitando o excesso de horas extras, remove possíveis barreiras ao trabalho do time, obtém os recursos necessários para que a equipe trabalhe com qualidade e atua fortemente na mediação dos relacionamentos interpessoais, visando manter um clima sinérgico entre os membros do Scrum Team.

Desenvolvimento

O setor de desenvolvimento, geralmente formado por uma equipe de até 7 pessoas, é responsável pelo desenrolar do produto em si. Os colaboradores aqui são encarregados de modelar, programar, testar e validar as funcionalidades desenvolvidas. Esse time é autogerenciado, isto é, não precisa de supervisão constante, tampouco de um gerente de projetos que diga o que deve ser feito. Assim, uma vez que o sprint é acordado entre os membros do Scrum Team, esses profissionais fazem a distribuição de tarefas entre si, sempre de acordo com suas competências, e logo começam os trabalhos.

A interação entre esses colaboradores é intensa e deve ser estimulada pelo Scrum Master, afinal, quanto mais integrada estiver a equipe de desenvolvimento, maior se mostrará a produtividade e também a qualidade do produto final. E como se trata do cerne de todo o projeto, o desenvolvimento deve ser composto por profissionais altamente qualificados e com experiência de mercado no segmento em que atuam. Obtém-se, dessa maneira, um produto final de excelência, que atenda a todos os requisitos solicitados pelo cliente e gere a esperada satisfação.

DevOps

As pessoas que ocupam a função de DevOps no Scrum Team têm como missão refinar o trabalho do pessoal de desenvolvimento, verificando se todos os requisitos de desenvolvimento, implementação e suporte foram realmente atendidos. Responsáveis por darem o acabamento a cada funcionalidade, os DevOps agilizam o trabalho do Scrum Team na medida em que passa a não ser necessário rever futuramente possíveis incrementos e melhorias às funcionalidades desenvolvidas.

Dessa forma, desenvolvimento e DevOps precisam trabalhar sempre de maneira integrada e contínua, garantindo tanto a qualidade das entregas quanto o time to market para o cliente, com a finalização ágil de cada funcionalidade priorizada pelo Product Owner.

User Experience

A equipe de User Experience é responsável por validar a usabilidade do produto segundo os critérios exigidos pelo cliente, prezando pela experiência do usuário. Sendo assim, esses profissionais estão atentos a todo o design e à arquitetura da informação envolvidos no produto final.

De maneira geral, a equipe de User Experience faz a conexão entre desenvolvimento e usuário, traduzindo necessidades para o formato de informações que direcionem a equipe de desenvolvimento na produção das funcionalidades. Quantidade de telas, número de informações por tela, inserção de dados, menus, configurações e layout, tudo isso passa pelo crivo da equipe de User Experience para que o usuário final seja o grande beneficiado.

Growth Hacker

Como toda iniciativa dentro de uma empresa precisa do envolvimento e do apoio de todos, também faz parte do Scrum Team o Growth Hacker, também conhecido como marketing do produto. Esse profissional tem como missão divulgar o produto para todos os stakeholders, despertando seu senso de comprometimento em relação ao sucesso do projeto.
Para isso, ele cria estratégias de marketing que gerem engajamento e levem as pessoas a contribuírem com feedbacks sinceros sobre a usabilidade do produto, a fim de validar as hipóteses do Scrum Team e colaborar para o desenvolvimento de um produto afinado com as necessidades dos usuários. Esse profissional deve ter um perfil analítico, pois estará diretamente ligado à validação de dados e hipóteses que impactam no desenvolvimento do produto final.

É claro que seu Scrum Team pode variar tanto em quantidade de pessoas quanto no que diz respeito a suas funções, tudo dependendo da complexidade de cada projeto e de como você organiza sua empresa para desenvolver os trabalhos. O importante é que os projetos sejam desenrolados de forma ágil, desde que o time não seja comprometido pela sobrecarga de funções ou tarefas.

Agora nos conte: você conhecia todos esses papéis e essas responsabilidades dentro do Scrum Team? Pois que tal aprofundar ainda mais seus conhecimentos nesse método ágil? Faça o download do nosso e-book sobre gerenciamento ágil de projetos com Scrum + PMBOK e se torne um expert!

Architecture Owner

Agile Team: quais as funções do Architecture Owner em métodos ágeis?

Falamos recentemente sobre as funções dentro de um Scrum Team, apresentando o Scrum Master, o Product Owner, o DevOps, o User Experience e o Growth Hacker. Mas sabia que, quando se trata de metodologia ágil, existem outros papéis de suma importância? Pois é o caso do Architecture Owner. Esse profissional tem como missão facilitar a modelagem da solução, atuando como um mentor do Agile Team no que se refere à arquitetura do software. Neste post vamos entender direitinho qual é o papel do Architecture Owner dentro do Agile Team e como ele contribui para o sucesso do gerenciamento de projetos ágeis em geral. Pronto? Então confira:

A atuação do Architecture Owner

O Architecture Owner é o responsável por definir a estrutura, a organização e a forma de manutenção do software, atuando junto ao Agile Team em uma abordagem colaborativa e incremental. Isso significa que ele não toma as decisões sozinho, planejando os passos e compartilhando com o time a fim de receber feedbacks e alinhar os requisitos às necessidades do cliente.

Ele pode ser membro do Agile Team, dedicando-se em tempo integral à solução, pode atuar como um consultor para um portfólio de projetos ou ainda assumir o papel de Product Owner. Lembrando que, quanto maior for a complexidade do projeto, maior também é a necessidade de ter esse profissional dedicado em tempo integral à solução, acompanhando a evolução do software dia após dia.

É por esse motivo que vemos o Architecture Owner em grandes times de projetos ágeis, em que há a necessidade de se construir subequipes de desenvolvimento e, ao mesmo tempo, manter a mesma arquitetura em todo o processo de desenvolvimento.

Os princípios da arquitetura ágil

Assim como há um conjunto de melhores práticas para o desenvolvimento de softwares por meio de métodos ágeis, existe também um conjunto de objetivos e princípios que norteiam a atuação dos Architecture Owners. É importante conhecer esses objetivos e princípios para entender a complexidade da atuação desses profissionais e desenvolver essas habilidades para se tornar um Architecture Owner de sucesso. Então confira:

Objetivos do arquiteto ágil

• Foco na entrega de soluções;
• Maximização de valor para todos os stakeholders do projeto;
• Desenvolvimento de soluções que atendam às necessidades dos stakeholders;
• Ativação do próximo esforço, isto é, do próximo passo;
• Gestão da mudança e da complexidade do projeto.

Princípios do arquiteto ágil

• Foco nas pessoas, mais do que nas ferramentas e tecnologias;
• Comunicação clara e assertiva com todos os stakeholders;
• Simplicidade no desenvolvimento da solução;
• Abertura e flexibilidade a mudanças;
• Priorização da solução certa para a empresa e não para determinado stakeholder;
• Entrega de um software de qualidade;
• Documentação ágil e simples.

As atribuições do arquiteto ágil

De maneira geral, podemos listar as funções do Architecture Owner da seguinte forma:
• Identificar os requisitos arquitetônicos da solução;
• Comunicar aos stakeholders sobre esses requisitos e como serão desenvolvidos;
• Descrever metáforas, princípios e padrões de arquitetura para o software;
• Definir as tecnologias e ferramentas a serem utilizadas durante o desenvolvimento;
• Determinar as especificações e interfaces dos componentes;
• Verificar a adequação da solução aos requisitos previamente identificados;
• Treinar o Agile Team para o desenvolvimento da arquitetura do software.

Além das atribuições técnicas, o Architecture Owner também tem uma função gerencial, no sentido de mediar conflitos e orientar o Agile Team no desempenho de suas atividades. Esse profissional também atua na integração da comunicação entre stakeholders, fazendo com que todos entendam o software da mesma forma e saibam como ele será desenvolvido a fim de atender aos mais diversos interesses.

As características de um Architecture Owner

Já vale ressaltar que não existe uma formação específica para se tornar um Architecture Owner, portanto, qualquer profissional com habilidades para planejar, organizar e controlar os requisitos de arquitetura de um software pode se aventurar por esses caminhos. Contudo, a verdade é que quanto maior for seu conhecimento sobre a área em que está inserido, melhor será seu desempenho.

Em vez de pensarmos em formação técnica, vamos então listar as características que melhor definem um arquiteto de soluções nos métodos ágeis:

Visão à frente

A capacidade de enxergar além dos requisitos técnicos permite ao Architecture Owner se antecipar a mudanças, prever tendências e estar preparado para oferecer sempre a melhor solução e no menor tempo possível. Sendo assim, procure se manter um passo à frente, olhando para o futuro em vez de ficar preso somente ao que está sendo solicitado no momento.

Ótica dos usuários

O Architecture Owner deve sempre ver a solução sob a ótica dos usuários, pensando em como o software contribuirá para melhorar o dia a dia das pessoas que o operarão. A ferramenta é funcional, intuitiva e fácil de manusear? O olhar cuidadoso sobre esses requisitos permite que o profissional desenvolva uma solução com maior valor agregado, que realmente atenda às necessidades do cliente.

Abertura a novidades

Mudar o processo, trazer inovações para o Agile Team e desenvolver novas formas de arquitetar um software também são habilidades inerentes ao Architecture Owner, que por isso deve estar sempre atualizado sobre as inovações tecnológicas, experimentar novas ideias e instigar o Agile Team a fazer o mesmo.

Mediação de conflitos

Por mais que as discordâncias façam parte do a dia a dia das equipes autogerenciáveis, elas nem sempre elas conseguem chegar a um consenso sozinhas. É aí que entra a figura do Architecture Owner, orientando sobre as melhores práticas e ajudando o Agile Team a prosseguir com o trabalho de forma harmônica.

Relacionamento interpessoal

A capacidade de lidar com pessoas com competências completamente distintas diariamente precisa ser exemplarmente desenvolvida por esse profissional. Compreender as motivações e limitações do Agile Team contribui para melhorar a integração entre os profissionais e aumentar a produtividade da equipe como um todo.

Experiência multidisciplinar

Uma experiência multidisciplinar é fundamental para que qualquer profissional desenvolva um bom trabalho como Architecture Owner. A multiplicidade de pontos de vista contribui para a atuação em diversos segmentos de mercado e traz novos olhares sobre os projetos desenvolvidos. Como cada situação exige uma postura diferente, a preparação se torna fundamental para assumir diversos papéis e funções durante o desenvolvimento ágil de projetos.

O gerenciamento de projetos por métodos ágeis vem se mostrando como a melhor forma de atender às necessidades mais recentes do cliente, gerando valor em todo o processo. Mas para obter êxito em cada iniciativa, é preciso pensar no Agile Team como uma integração de esforços para uma solução mais eficaz e rentável. Dentro dessa perspectiva, conforme aumenta a complexidade de cada projeto, é preciso agregar profissionais que entendam determinadas necessidades e requisitos da solução.  Esse é o Architecture Owner.

E você, já conhecia essa posição dentro do Agile Team? Sua empresa já conta com a experiência e o conhecimento desse profissional? Deixe seu comentário!