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Autor: Braun

equipe envolvida

Como gerenciar a equipe envolvida no seu projeto

Você está satisfeito com as habilidades técnicas e pessoais da equipe envolvida, mas durante a execução dos projetos de sua empresa os custos estão variando e o cronograma não está sendo seguido? Na sua organização existem muitos talentos que sentem que poderiam ser melhor utilizados? Alguns grupos de trabalho reclamam uns dos outros por atrasos e falhas?

Se alguma destas questões está ocorrendo dentro de sua empresa, talvez seja o momento de rever a forma como você gerencia a equipe envolvida no seu projeto. Gerar competências na formação de equipes de trabalho significa administrar várias funções em diferentes perspectivas. Para que sua organização seja mais dinâmica é preciso delegar tarefas, acompanhar e monitorar as atividades para ter um pleno entendimento sobre o que acontece dentro de sua empresa.

Confira a seguir etapas essenciais para gerenciar a equipe envolvida nos seus projetos antes e durante a execução das atividades.

Etapa de planejamento

Se você deseja melhorar sua estrutura em cada projeto a primeira coisa que deve rever é o desenvolvimento do plano de recursos humanos. Este planejamento é fundamental para otimizar as atividades dos profissionais em seus projetos. Defina os requisitos necessários de seus funcionários assim como a estrutura organizacional de seu negócio. Leve em conta os fatores ambientais da empresa assim como a rede de relacionamentos de todos os envolvidos.

Como resultado o setor de recursos humanos deverá apresentar para toda equipe do projeto um organograma completo e a descrição dos cargos e funções. Desta forma fica claro para todos da empresa quais são suas funções e a hierarquia na organização e no projeto.

Etapa de execução

A etapa de execução pode ser dividida em três momentos. Primeiramente é preciso desenvolver a equipe do projeto. Algumas ferramentas que podem ser utilizadas para isso são treinamentos e atividades de construção de equipe nas quais devem ser expostas as regras básicas de funcionamento da empresa. O objetivo aqui é desenvolver as habilidades interpessoais e para tanto é interessante aplicar sistemas de reconhecimento e recompensa.

Não deixe de explicar também como serão feitas as avaliações do desempenho da equipe. Por fim, aproveite para realizar atualizações sobre os fatores ambientais da empresa.

Em um segundo momento é preciso mobilizar a equipe do projeto. Nesta etapa será apresentado o plano de gerenciamento de projeto, contendo o calendário dos recursos e designações do pessoal de projeto. Se necessário é preciso negociar funções, contratar novos funcionários ou mesmo equipes virtuais. Motive sua equipe para alcançar os resultados esperados.

Feito isso, começa de fato o gerenciamento da equipe do projeto. Durante a execução das atividades é preciso realizar observações e conversas, administrar eventuais conflitos que podem levar a solicitações de mudanças e registrar todas as questões relevantes. Estas informações servirão de subsídio para os relatórios de desempenho, essenciais para ter feedback sobre o que está influenciando nos resultados e metas. Não deixe de destacar neste documento as habilidades interpessoais de seus funcionários, em especial na gestão de riscos e capacidade de adaptação aos fatores ambientais de sua empresa.

Seguindo estes passos seus projetos certamente alcançarão as metas estabelecidas e o ambiente de trabalho estará mais adequado para que sua empresa tenha sucesso.

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otimizar seu dia

6 passos para otimizar seu dia

Você provavelmente já se pegou desejando que o dia tivesse 30 horas para dar conta de todas as suas atividades profissionais, além da atenção a vida pessoal. É bastante comum observar pessoas reclamando que falta tempo para isso ou aquilo. Não adianta brigar com o relógio, ele não vai andar mais devagar. O que dá pra fazer é se organizar e otimizar seu dia da melhor forma possível.

Tempo é dinheiro, mas não é só isso. Tempo é vida, e não volta atrás. É tão valioso otimizar seu dia que não merece nem um pouco ser desperdiçado. Pense nas reclamações de altos executivos lamentando que não viram os filhos crescer, ou que se divorciaram por não dar atenção à família e focar demais no trabalho. É disso que estamos falando.

Para que você seja altamente competitivo, com um bom desempenho profissional e, ao mesmo tempo, tenha qualidade de vida, em harmonia com amigos e família, reunimos 6 dicas para você administrar melhor o seu tempo e otimizar seu dia melhor.

1) Selecione o que é mais importante

Da sua extensa lista de atividades, sempre tem um ou outro item mais urgente. Estabeleça prioridades, se dedique ao que for mais importante. Determine um prazo para as entregas e se organize para cumpri-lo. Uma dica é começar pelas tarefas mais complicadas. Cuidado com as emergências inventadas. Saiba identificar o que é realmente urgente e o que pode esperar. Se possível, delegue atividades a outras pessoas.

2) Concentre-se

Se estiver no computador, abra o mínimo de abas necessárias para sua atividade. Evite ficar ligado nas redes sociais, em blogs ou portais de notícias enquanto realiza uma tarefa. Dedique sua atenção de forma completa e exclusiva. Cuidado com aquele colega que gosta de puxar uma conversa à toa. Se você se distrai por 5 minutos, pode levar até 15 para recuperar o fio da meada.

3) Tenha um ambiente de trabalho organizado

Independentemente de trabalhar em casa ou no escritório, tenha um local de trabalho organizado. Arrume sua mesa, tenha à mão o que for preciso. Não perca tempo procurando pastas ou documentos necessários à sua atividade. A regra também vale para seu computador pessoal. Tenha arquivos salvos de forma fácil de encontrar, com nomes que incluem palavras chave referentes ao projeto em que está trabalhando.

4) Anote suas tarefas

Fazer uma pequena lista de atividades diárias facilita a visualização e a lembrança do que tem de ser realizado. Você pode usar uma agenda física, daquelas tradicionais, ou as agendas dos smartphones, que ocupam menos espaço na sua pasta, mochila ou bolsa tiracolo. Registre ligações, pagamento de contas, compra de presentes para família, compromissos médicos, etc.

5) Use a tecnologia a seu favor

Débito automático, aplicativos de bancos ou leitores de códigos de barras são algumas das opções que lhe facilitam a vida. Evitar deslocamentos é imprescindível em ambientes urbanos com trânsito que tiram a paciência até da pessoa mais calma do mundo. Em vez de levar uma hora de carro até o banco, faça poucos cliques e resolva o que for possível pela internet em menos de 10 minutos.

6) Reserve períodos de lazer

Não se sinta culpado: você merece um descanso. Guarde na agenda um horário para relaxar, brincar com os filhos, dar atenção à esposa ou marido, sair com amigos, praticar exercícios, ler um livro ou, simplesmente, contemplar a paisagem. Sua mente precisa desse sossego para poder retomar a dedicação ao trabalho com gás total. Durma bem, alimente-se de forma saudável, cuide-se. Daqui a alguns anos, você agradecerá a si mesmo.

Sem mais delongas, para você não perder seu tempo: essas dicas são importantes para sua vida profissional e pessoal. Por mais que você seja um gerente de projetos polivalente, com alto desempenho, é preciso dar atenção a si mesmo e se organizar para ter uma vida mais feliz e satisfeita, tanto na profissão quanto no seu lar.

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gestores de projetos

Resposta do Desafio da Girafa, Lições para os Gestores de Projetos

Nos últimos dias, você deve ter percebido que muitos dos seus amigos trocaram as fotos do perfil no Facebook pela imagem de uma girafa. Trata-se de um desafio, que é muito simples, todos podem brincar e tem um interação com gestores de projetos! Começa assim: o usuário tem que responder uma charada e, se não acertar, deve mudar a imagem do perfil por três dias. Ao que parece, muitas pessoas não conseguiram desvendar o mistério.

Explicada a proliferação das girafas no Facebook, a pergunta que não quer calar é: como isso pode ajudar gestores de projetos? Ao longo do tempo, medalhas, recompensas e distintivos sempre foram reservados aos conquistadores de façanhas humanas, como vencedores de grandes batalhas e recordistas em modalidades desportivas. A aplicação dessas técnicas tem ganhado força nas empresas e é chamada de gamification ou gamificação (em uma adaptação ao português), que é o uso de técnicas lúdicas como a mecânica dos jogos e o pensamento orientado a jogos para enriquecer contextos diversos, normalmente não relacionados a jogos propriamente ditos. Tipicamente, o gamification é usado em processos e aplicações, com o objetivo de incentivar as pessoas a adotá-los ou para influenciar a maneira como são usados.

Dentre as funções do gamification, podemos destacar: tornar um produto ou tecnologia mais atraente, estimular os usuários a ter comportamentos desejados, mostrar um caminho para o domínio e autonomia, ajudar a resolver problemas sem ser uma distração, e tirar vantagem da predisposição psicológica humana de se engajar em jogos.

Essa técnica pode encorajar as pessoas a realizar tarefas que normalmente considerariam chatas, como completar questionários, fazer compras, preencher formulários de impostos ou fazer a leitura de sites. Dados disponíveis de sites, aplicações e processos gamificados indicam potenciais melhoras em áreas como envolvimento dos usuários, retorno sobre investimento, qualidade de dados, prazos ou aprendizagem.

Na gestão de projetos, uma sugestão de gamificação seria oferecer uma medalha de pontualidade para quem monta projetos no prazo, outra medalha de xerife para quem entrega os relatórios corretamente, uma medalha de chato para quem sai da pauta da reunião, e um troféu de “the best” a quem entrega o projeto dentro do escopo, qualidade e cronograma.

Essa premiação pode ser refletida em resultados financeiros (em modelo de meritocracia) ou em algum prêmio, como um fim de semana em um lugar legal ou ingressos para o cinema.

Utilizar mecanismos de recompensação e lúdicos é muito benéfico para a gestão de equipe e pode fazer grande diferença no gerenciamento do seu projeto. Assim como a girafa virou uma febre no Facebook, a pontualidade e a melhoria da evolução das entregas de projetos também podem ocorrer. Para isso, basta apenas um pouco de criatividade e incentivo para sua equipe se comportar de maneira diferente.

Já aplicou algum mecanismo de gamificação? Por favor, nos conte sua experiência.

A resposta tanto para o desafio quanto para a melhora na gestão de projetos é abrir os olhos para as novidades e para a gamificação.

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equipe de projetos

Tire o melhor de sua equipe de projetos

O Brasil é reconhecido mundialmente pela baixa produtividade de sua força de trabalho. Você como gerente de projetos, pode ajudar a reverter esse quadro mal pintado tirando o melhor da sua equipe de projetos. O primeiro passo para tirar o máximo proveito do potencial de sua equipe é criar uma cultura de avaliação de desempenho.

Com avaliações periódicas, é possível identificar quais os potenciais, os talentos, as dificuldades, os desafios, o conhecimento técnico, a qualidade das entregas, a postura e o relacionamento interpessoal. A prática do feedback traz benefícios para ambos os lados. O profissional recebe orientações e oportunidades para desenvolvimento de seu potencial. A empresa, por sua vez, ganha metas atingidas, custos otimizados, equipe e clientes satisfeitos.

Reunimos um passo a passo para lhe ajudar a estruturar uma rotina de avaliações de desempenho da sua equipe de projetos:

1) Demonstre interesse: para inspirar confiança na sua equipe, é preciso se importar, estar presente, acompanhar mais de perto as atividades e as entregas. Esteja disponível para compartilhar experiências.

2) Registre dados relevantes: se um técnico atinge uma meta difícil em condições adversas, ele merece consideração especial. Para lembrar-se disso no momento adequado, anote.

3) Converse com a equipe de projeto: a boa comunicação é a prevenção de muitos conflitos. Mesmo que sua rotina seja atribulada, conviva de forma mais próxima e conheça melhor cada um da sua equipe.

4) Abra espaço para críticas: as opiniões devem ser incentivadas, inclusive a respeito do próprio gerente de projetos. Você também poderá aprender a ser um líder melhor.

5) Dê feedbacks periódicos: em conjunto, você e cada integrante da equipe devem avaliar o desempenho atingido em quesitos predeterminados. A partir dessa conversa, serão traçados novos desafios e objetivos a ser cumpridos até o próximo encontro.

6) Corrija erros, aponte soluções: como gerente de projetos, você tem de indicar as possíveis falhas e, ao mesmo tempo, apontar alternativas de soluções. Encontre o meio termo entre a firmeza e a flexibilidade.

É importante compartilhar essas avaliações com os próprios membros da equipe de projeto. Isso dá transparência aos processos, o que favorece a motivação dos profissionais. Os bons desempenhos são valorizados, enquanto aqueles integrantes com mais dificuldades podem ser auxiliados pelos demais com a redistribuição de tarefas, por exemplo.

Essa cultura da avaliação de desempenho favorece a qualidade das entregas dos projetos, uma vez que torna sua equipe altamente motivada e focada no resultado. É um jogo em que todos saem ganhando. As boas práticas com bons resultados inspiram outros gerentes de projetos a seguirem o exemplo. Se formos insistentes, e agirmos em grande escala, quem sabe gerentes de projetos ajudam a promover uma mudança no perfil de produtividade do profissional brasileiro. Que tal?

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metodologia de gestão de projetos

Como preparar sua empresa para implantar com sucesso uma metodologia de gestão de projetos

A metodologia de gestão de projetos é um dos fatores mais importantes para o sucesso. Tudo que foi estimado durante as fases de planejamento e definição do escopo apenas será validado se o gestor souber controlar seu time e definir claramente quais são os objetivos a serem atingidos. Mais do que isso, é a partir de uma boa gestão do projeto que será possível alcançar o almejado retorno sobre investimento.

Uma boa gestão não surge sem boas metodologias, lembre-se disso. Isso se deve ao fato de que times coordenados através de processos bem definidos costumam dar mais resultados positivos do que equipes que trabalham com maior liberdade. É também através de metodologias que se mede o avanço do projeto e o mantém dentro do prazo. Mas para uma metodologia de gestão de projeto ser um sucesso dentro da sua empresa é fundamental que ela esteja preparada para essa implementação.

Abaixo, listamos algumas dicas para ajudar você a preparar seu time para adotar uma metodologia de gestão de projetos.

Treinamento de equipe

Treinar seu time para trabalhar com metodologias é fundamental para o sucesso da gestão. Isso se deve, basicamente, por dois motivos: primeiro porque os funcionários que não entendem como devem proceder costumam render menos do que o esperado, além de se desmotivarem rapidamente. Além disso, manter sua equipe em constante treinamento facilita não apenas a adoção de novas metodologias, mas a execução do projeto como um todo.

Metas bem definidas

É muito improvável que um projeto seja bem-sucedido se o gestor não definir as metas logo no começo. A principal vantagem de ter metas bem definidas é que, independentemente do momento pelo qual se esteja passando, o foco será alcançá-las.

Essa definição auxilia o gestor a controlar sua equipe, mas mais do que isso, auxilia a manter a motivação de todos no trabalho. Se possível, quebre metas grandes em objetivos menores para que seja mais fácil de medir o trabalho, além de mostrar ao seu time que é possível conseguir atingir o alvo.

Aprenda a delegar tarefas

Não é incomum gestores acreditarem que devem dominar todas as tarefas que envolvem o projeto. Além de ser estressante, esse tipo de comportamento pode prejudicar o rendimento de todo o time envolvido. Dessa forma, aprender a delegar tarefas entre todos os agentes que participam do projeto é fundamental para mantê-lo saudável, dentro do prazo e do orçamento. Outra vantagem é que projetos bem delegados não sobrecarregam os funcionários, nem forçam que pessoas acumulem diversas funções.

Utilize ferramentas de gestão de projetos

Ferramentas são importantes para auxiliar o gestor tanto na implementação de metodologias quanto na execução do projeto. Além de auxiliar o gerenciamento, é possível reduzir custos e aumentar a produtividade. De preferência, escolha uma ferramenta que possibilite que todas as informações fiquem em um único lugar, tornando possível acompanhar em tempo real a evolução do projeto e o rendimento do seu time.

O sucesso e o fracasso de um projeto será decidido pela forma como ele for conduzido. Treinar sua equipe, definir metas, delegar tarefas e tirar proveito de tecnologias certamente irão ajudá-lo a percorrer o caminho e implantar com sucesso a metodologia escolhida.

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recursos para o projeto

8 passos para conseguir recursos para seu projeto

Pensar de forma inovadora no ambiente de trabalho pode ser o primeiro passo para sua empresa aumentar as vendas, reduzir custos, conquistar clientes, promover outras melhorias e obter recursos para o projeto. Mas para que uma boa ideia se concretize e proporcione os retornos esperados, é necessário transformar esses pensamentos em projetos sólidos, facilitando o alcance do tão sonhado apoio da alta direção.

Muitas propostas, mesmo que promissoras, acabam não saindo do papel por falharem ao preencher alguns requisitos básicos estabelecidos pelas empresas para evitar a execução de projetos pouco estruturados.

Confira 8 passos que preparamos para que a tarefa de obter os recursos para o projeto se torne um pouco mais fácil:

1- Alinhe o projeto com a estratégia da empresa

Alguns projetos podem encontrar obstáculos não por serem ruins, mas sim por não terem qualquer vínculo com a estratégia da empresa. É bem provável que sua empresa possua um planejamento estratégico de longo prazo, estabelecendo os principais objetivos a serem alcançados nos próximos anos.

O primeiro passo para que seu projeto seja aprovado é saber se ele contribui para um desses objetivos, seja de forma direta ou indireta. Lembre-se que, por mais que uma iniciativa não tenha retornos tangíveis para o negócio, ela ainda pode contribuir para a estratégia da empresa, melhorando sua reputação ou imagem perante a sociedade.

2- Esclareça pontos essenciais

Uma vez que o projeto já se encaixa dentro da estratégia da organização, a etapa seguinte é colocar no papel tudo aquilo que justifica sua realização e que benefícios irá trazer.

Já pensou se, durante a apresentação da proposta para a alta direção, você se esquece de um aspecto básico e fica sem resposta? Para evitar esse tipo de desconforto, algumas ferramentas podem te ajudar a cobrir o máximo de pontos possíveis, fazendo com que seu projeto ganhe corpo.

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Uma delas é o PM CANVAS, que estimula a descrição de uma série de itens que contribuem para um melhor planejamento, entre eles justificativas, recursos necessários, públicos de interesse afetados pelo projeto, possíveis riscos, equipe, retornos esperados, entre outros. O PM CANVAS, que é um quadro dividido em tópicos, aborda pontos essenciais do projeto por meio de uma visualização rápida e simples.

3- Defina os recursos necessários

Todo projeto precisará de recursos para sua execução, sejam eles financeiros, de pessoas ou materiais. É fundamental que todos esses recursos sejam bem definidos desde o início para que os tomadores de decisão visualizem o que é preciso fazer para que a proposta seja aprovada.

Nesse momento, é importante pensar em tudo aquilo que é indispensável para uma boa execução do projeto, evitando a escassez de recursos futuramente. Lembre-se que, a cada dia, a necessidade de fazer mais com menos nas empresas exige uma análise criteriosa para que o projeto seja mais rentável e contribua ainda mais para os objetivos estratégicos da organização.

4- Analise a disponibilidade

Uma boa forma de enriquecer sua proposta é verificar se os recursos necessários estão disponíveis na empresa no período em que o projeto será executado. Quando falamos de pessoas, essa tarefa pode se tornar especialmente complexa, tendo em vista que peças-chave para a execução do projeto podem estar alocadas em outras iniciativas.

Um histograma pode facilitar bastante essa etapa, pois funciona como um cronograma de disponibilidade de um determinado profissional. Por meio de um relatório, é possível elencar as pessoas que possuem o conhecimento e habilidades necessários para a execução e também o tempo livre em suas cargas horárias.

5- Agende a reunião

Após todos esses passos, chegou a hora de agendar uma reunião para apresentar o projeto. Faça questão de envolver todos os executivos que tenham interesse na iniciativa, mas convoque somente as pessoas realmente necessárias. Isso evita a presença de profissionais que não possuam informações relevantes, poder decisório ou que não serão afetados pelo projeto.

Organize a reunião com antecedência e lembre-se de reservar alguns minutos extras ao fim do encontro para receber contribuições dos participantes.

6- Prepare uma boa apresentação

Com a fase de planejamento finalizada, agora é hora de se preparar para uma boa apresentação. Seu esforço pode ir por água abaixo caso as ideias não sejam expostas de forma clara, objetiva e atraente.

Prepare uma apresentação curta para não cansar os participantes. Contextualize a proposta dentro do momento vivido pela empresa e, em seguida, fale sobre os pontos fundamentais do projeto. Lembre-se de manter o foco nas questões mais importantes e evitar a exibição de textos longos na tela.

Não se esqueça que a estética também contribui para a formação da opinião. Portanto, utilize bons softwares para preparar apresentações e pratique sua fala com antecedência, prevenindo vícios de linguagem e gestos que possam tirar a atenção da audiência.

7- Colete feedbacks

Depois da apresentação, é fundamental que você tenha uma abordagem positiva em relação às críticas e sugestões da alta direção. Esteja aberto às opiniões diferentes, pois elas podem ser cruciais para o enriquecimento do projeto e até mesmo para visualização de novas oportunidades.

Quando um projeto não é aprovado, o momento de feedback pode ser o grande diferencial para que, em uma nova apresentação, você seja capaz de alterar a proposta, buscando atender aos requisitos estabelecidos.

8- Negocie com gerentes funcionais

Uma vez que o projeto foi aprovado, agora é hora de negociar com os gerentes funcionais,os  profissionais responsáveis pela alocação de recursos. Dependendo da cultura organizacional de sua empresa, os gerentes funcionais podem ter mais influência sobre os profissionais subordinados a eles.

Desta forma, é fundamental que você consiga expor a importância de seu projeto e como a contribuição dos profissionais sob a responsabilidade do gerente funcional será fundamental para sua execução.

Mesmo que a ordem para deslocamento de profissionais venha de cima, é fundamental que exista uma harmonia entre o gerente do projeto e o gerente funcional, evitando possíveis conflitos ou desgastes no futuro.

Desenvolver um projeto começa pela aprovação dele. Por isso, é importante contar com estes 8 passos para se planejar e ter um projeto que surpreenda os gerentes da empresa. Usando as ferramentas certas, o sucesso é garantido!

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mandamentos da gestão de projetos

Os 5 mandamentos da gestão de projetos

Ser gerente de projetos envolve o controle de uma série de fatores. São recursos, prazos, materiais, profissionais, qualidade, entre outros. É como um líder espiritual que deve encaminhar seus seguidores para o caminho do bem, apesar das adversidades. No nosso caso, o objetivo é entregar um projeto bem sucedido para nós e os stakeholders. Em diversas religiões, são mencionadas leis que guiam o comportamento de seus fiéis para atingir a felicidade. No caso do gerente de projetos, também podemos apontar regras que facilitam o desempenho das tarefas ao oferecer uma metodologia de trabalho. Acompanhe, a seguir, os 5 mandamentos da gestão de projetos:

1 – Cumprirás o prazo estabelecido

Esse é um dos mandamentos da gestão de projetos mais óbvio e, ao mesmo tempo, mais difícil de ser cumprido. Por isso, começamos com ele. Sabemos que nem sempre a responsabilidade pelo atraso está diretamente ligada ao gerente de projetos. São mudanças de escopo, de requisitos e de interesses que atrapalham o planejamento inicial e bagunçam o cronograma. Há formas de tentar inibir isso. O primeiro passo é estabelecer um limite de alterações possíveis de escopo logo no início. Assim, todos ficam sabendo o que é possível mexer e o que inviabiliza a entrega. Faça registros de tudo, especialmente do progresso das atividades conforme o planejado inicialmente. Identifique possíveis distorções e corrija o quanto antes.

2 – Não estourarás o orçamento

Mudanças no prazo geralmente implicam em alterações de custos. Mais uma vez, a dica é se preparar antecipadamente. Ao estabelecer um orçamento, discrimine todos os custos possíveis do projeto, inclusive os que podem vir a ocorrer no futuro. Deixe uma reserva para imprevistos, assim como fazemos com o orçamento doméstico. É mais regra que exceção haver gastos inesperados no meio do caminho. Faça o controle minucioso do que entra e do que sai, e apresente relatórios aos envolvidos para que todos estejam a par da situação. Se for necessário gastar mais em equipamentos, materiais, fornecedores ou pessoas, é preciso saber de onde retirar esse custo extra para garantir o equilíbrio das contas. Transparência é a chave.

3 – Saberás quais são os requisitos

Independente de qual seja o propósito do projeto, ele deve atender exatamente o que foi solicitado no início. O levantamento de requisitos deve ser feito de forma bastante detalhada para garantir que a entrega vai ao encontro da expectativa de quem contratou o projeto. Não hesite em tirar dúvidas e esteja seguro de que todos os envolvidos compreenderam a finalidade daquilo que estão projetando. Um pequeno detalhe pode fazer toda a diferença na entrega final.

4 – Deixarás os clientes satisfeitos

Não adianta cumprir à risca o prazo e manter o orçamento sob controle se o cliente final não estiver satisfeito com o resultado do projeto. Essa situação pode ocorrer se, no meio do caminho, existir mudanças de expectativas que não foram suficientemente compreendidas e introduzidas. O primeiro passo para assegurar a satisfação de todos os envolvidos é deixar clara a comunicação do status de cada etapa do projeto. É importante que se possa acompanhar o andamento da situação, antes que algum problema saia de controle. O segundo passo é incentivar que as pessoas participem, ofereçam opiniões e troquem ideias com frequência. Se houver algum risco de estouro no prazo ou nos recursos, avise tão logo seja possível. Ao permitir o cliente participar da situação, você garante sua satisfação.

5 – Manterás sua equipe feliz

Trabalhar com uma dose equilibrada de estresse e compensações ajuda a manter a equipe motivada. Pessoas que trabalham satisfeitas entregam resultados melhores do que aquelas que estão infelizes no ambiente profissional. Ofereça feedbacks periódicos, dê orientações, reconheça o esforço do seu time, premie boas atuações. Não deixe a cobrança leve nem pesada demais. Saiba dosar as exigências, orientar nas falhas e reconhecer as vitórias. Identifique as potencialidades de cada integrante do grupo e ganhe a confiança da equipe. O resultado será alcançar a satisfação que você, sua equipe e seu cliente tanto desejam.

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projeto foi um sucesso

O projeto foi um sucesso?

Existem várias formas de medir se o projeto foi um sucesso. Acompanhar o escopo, se manter dentro do custo e cumprir o prazo de entrega são as formas mais tradicionais para as empresas. Porém, talvez isso não reflita completamente os resultados que a empresa ou que o cliente estava esperando.

Dessa forma, é fundamental que o gestor tenha em mente que algumas outras métricas são tão importantes quanto um escopo em dia e que esse tipo de acompanhamento pode favorecer não apenas o projeto em si, mas o desempenho de todos os agentes que participaram dele.

Mas como saber se o resultado final saiu como esperado? Para ajudá-lo, listamos abaixo algumas dicas para você descobrir se o projeto foi um sucesso ou um fracasso.

Novas formas de medir

Basicamente, todo projeto é baseado na premissa de que o investimento deve retornar para a empresa ou para o contratante. Esse retorno pode ser medido na forma financeira, que é o meio mais tradicional, ou considerando os benefícios gerados.

O problema de se medir o sucesso de um projeto através dos benefícios gerados por ele é o fato de que essa métrica muitas vezes é baseada em resultados subjetivos. Um novo software, por exemplo, que facilite a comunicação entre os funcionários pode agilizar a forma como a empresa troca informações, mas não necessariamente irá incrementar de imediato o faturamento. De qualquer forma, o projeto alcançou o objetivo e deve ser encarado como um sucesso.

Esse tipo de métrica precisa considerar os benefícios trazidos pelo projeto em relação ao contexto da empresa. De nada adianta criar um projeto dentro do custo e do prazo que não será útil em algum ponto, financeiramente ou em outros setores do negócio.

Os agentes envolvidos no sucesso

Grande parte da responsabilidade do sucesso ou fracasso de um projeto é do gestor. A ideia é de que nenhum gestor inicie um projeto pensando em não cumprir a tríade de tempo, escopo e custo, mas também se espera dos gestores que haja outras métricas além dessas para se entender o sucesso do projeto.

Um bom exemplo dessa responsabilidade ocorre entre empresas digitais. Esse tipo de empresa, em geral, experimenta uma fase de comprovação de hipóteses onde não se espera retorno financeiro dos projetos desenvolvidos. Muitos deles, inclusive, somam mais à empresa quando fracassam, deixando como legado o aprendizado necessário. Cabe aos agentes envolvidos, principalmente ao gestor, entender que mesmo que o projeto tenha falhado, a experiência ainda foi válida.

É claro que medir o sucesso de um projeto baseado nos benefícios que ele trará para a empresa ou até no aprendizado dos erros e falhas pode ser uma maneira arriscada de se propor. Certamente é uma metodologia que não funciona com todas as empresas e pode não ser bem encarada por diretores mais ortodoxos, que limitam o sucesso de um projeto ao seu retorno financeiro.

De qualquer forma, estar aberto a essas novas formas pode trazer benefícios não apenas para os próximos projetos, mas para as pessoas envolvidas na sua execução, que se sentirão mais livres para desenvolver o projeto de uma forma mais flexível e aberta.

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Gestão de Portfólio de Projetos

Gestão de portfólio de projetos. Por que é importante analisar seus projetos como um todo?

A administração centralizada de processos, métodos e tecnologias utilizadas por gestores para analisar e manejar coletivamente um conjunto de projetos é conhecido como gestão de portfólio.

Esta maneira de sistematização das informações interliga os objetivos estratégicos da empresa, como as principais características de cada um de seus projetos.

A relevância da gestão de portfólio se dá exatamente por possibilitar aos gestores enxergar e analisar os projetos como um todo, visando a controlá-los para que continuem como exemplo de boas práticas de administração.

De acordo com o Project Managment Institute (PMI), 62% dos projetos das organizações que se descrevem altamente eficientes na gestão de portfólio de projetos alcançam, ou até ultrapassam, o retorno do investimento (ROI) almejado.

Neste post vamos discutir por que é tão importante analisar os projetos globalmente e explicar como um software de gestão de projetos possui um diferencial para alavancar os negócios. Acompanhe o texto.

Apoio à tomada de decisões

Uma das principais vantagens em se utilizar a gestão de portfólio no dia a dia das empresas é o acesso mais amplo às informações.

Em vez de ter dados sobre cada projeto, individualmente, você terá acesso às referências de todos os projetos que a empresa já desenvolveu ou que estão em andamento. Com um software, você ainda consegue acessar rapidamente essas informações e convertê-las em relatórios gerenciais de fácil compreensão.

Não precisamos gastar muito tempo explicando como a informação é uma aliada poderosa para minimizar as incertezas e sistematizar as decisões. O exemplo da maneira como certa situação foi conduzida no passado, e a experiência do resultado dessa conduta, serve de apoio para que boas práticas sejam mantidas e erros minimizados.

Otimização do processo de tomada de decisões

No item anterior, já explicamos sobre a tomada de decisões. Falamos sobre como o acesso às informações, obtidas por meio da gestão de portfólio, facilita essa atividade típica dos gestores. Mas essa não é a única relação entre os dois!

Quando você não realiza a gestão de portfólio de projetos, tende a pensar em cada projeto individualmente. Porém, essa falta de associação é que essa dinâmica existe apenas na sua cabeça. Na vida real, é lógico que os projetos estão relacionados — afinal, o que é feito em um deles afeta os demais.

É por isso que podemos dizer que a gestão de portfólio ajuda a otimizar a tomada de decisões e, claro, alcançar resultados mais satisfatórios. Você vai buscar a melhor alternativa para o cenário geral, mesmo que não seja a mais indicada para um projeto em particular.

Alinhamento estratégico

Podemos dizer, então, que a gestão de portfólio de projetos consegue unir a gestão de projetos e o planejamento estratégico. E o software completa essa relação, fornecendo dados em tempo real sobre o desempenho de seus projetos — isso permite avaliar o impacto que o portfólio terá sobre o progresso da organização em relação a suas metas.

Mas atenção! Isso não se trata de focar nas prioridades imediatas do negócio, como a determinação de onde alocar recursos no próximo mês. Pelo contrário, a gestão de portfólio visa ao alinhamento com o planejamento estratégico das empresas — que, por definição, está relacionado aos objetivos de longo prazo.

Gestão do crescimento

As organizações praticam a gestão de portfólio, principalmente, porque traz benefícios como a satisfação do cliente, a redução de custos e o aumento na receita. Isso possibilita acelerar o crescimento e projetar o futuro da companhia, elevando sua proposta de valor.

O diferencial dos softwares de acompanhamento de projetos que trabalham com a gestão de portfólios é que eles realizam medidas sobre o progresso da empresa de acordo com seus objetivos estratégicos.

Essa ferramenta é ideal, portanto, para que o gestor de projetos entenda como a totalidade do seu trabalho está contribuindo para o crescimento do negócio. Lembre-se que o impacto de um único projeto não se compara ao impacto de todo o portfólio.

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Ferramentas de medição

Uma das principais formas usadas para determinar os índices da gestão de portfólio é o valor comercial esperado (VCE). Este método determina o valor comercial de cada projeto considerando questões como restrição financeira a partir da comparação entre as probabilidades e os riscos.

Seu cálculo se dá a partir de uma equação que envolve o valor presente líquido (VPN), o custo de comercialização e de desenvolvimento relacionados a probabilidade de sucesso técnico e comercial.

Outra forma de verificação da gestão de portfólios é o modelo de notas em que os projetos são pontuados de acordo com critérios pré-definidos, que se baseiam nas melhores práticas da organização. Alguns dos fundamentos analisados são:

  • o alinhamento com a estratégia;
  • a vantagem associada ao produto;
  • a demanda do mercado;
  • a capacidade de oferecer competências essenciais;
  • a facilidade técnica;
  • e a equação entre retorno e risco.

Com base nesses determinantes, a gestão de portfólio pode classificar a execução do projeto.

A importância de utilizar a gestão de portfólios para acompanhar o processo como um todo se baseia em três benefícios essenciais para o sucesso da empresa: base para a tomada de decisões, suporte ao crescimento e verificação da eficiência do projeto. Assim, notamos que obter uma solução PPM para a gestão de portfólio faz a diferença em seu negócio.

Criação de propostas de projetos coerentes

Um gestor de projetos passa boa parte do seu tempo analisando propostas. A questão é que ele precisa identificar quais delas são coerentes com a visão estratégica da empresa e quais não são.

Tenha em mente que, assim como acontece com o portfólio de produtos, o portfólio de projetos também precisa ter um direcionamento. Você não acrescenta novos itens simplesmente porque eles parecem interessantes; eles devem fazer sentido em relação ao conjunto.

Sabendo disso, fica fácil entender como o trabalho do gestor de projetos poderia ser mais simples por meio da gestão de portfólio. Havendo uma consistência no portfólio, novas propostas terão mais chances de ser coerentes em seu escopo. Isso significa que o gestor não vai precisar gastar tanto tempo avaliando propostas e poderá se dedicar a outras atividades.

Gerenciamento dos riscos

A gestão de portfólio de projetos ainda traz vantagens para o gerenciamento dos riscos. Para entender melhor, vamos ver o que acontece com uma empresa que não adota a gestão de portfólio de projetos.

Surge uma proposta de projeto. Como a empresa não faz gestão de portfólio, ela não tem um software adequado que permita colocar essa proposta lado a lado com outros projetos para comparação. Nesse caso, só há duas opções:

  • fazer essa comparação manualmente, desde que a empresa tenha bons registros dos projetos anteriores;
  • fazer a análise de riscos sem qualquer base de comparação, simplesmente a partir de pressuposições e estimativas.

A primeira opção é muito trabalhosa. A segunda, imprecisa. Nenhuma delas oferece uma solução ideal.

Por outro lado, imagine uma empresa que faz a gestão de portfólio e adota o software adequado para isso. Ela consegue facilmente realizar uma comparação de novas propostas com os projetos que a empresa já executa ou executou no passado. Assim, é possível prever quais serão os riscos e as recompensas envolvidos a partir de algo mais sólido: a experiência.

Nesse cenário, a empresa tem uma melhor chance de apostar nos projetos que apresentam baixo risco e alto potencial de retorno. Além disso, o fato de ter uma noção clara dos riscos envolvidos permite que seja traçado um planejamento mais eficiente para lidar com eles, seja eliminando, mitigando ou transferindo a terceiros.

Maximização de recursos

Imagine que você está liderando o desenvolvimento de cinco diferentes projetos — algo nada incomum para um gestor. Cada um deles demanda certos recursos. Em alguns casos, dois ou mais precisam do mesmo recurso para avançar.

Por meio da gestão de portfólio de projetos, e especialmente com um software voltado para essa atividade, é fácil perceber imediatamente essa sobreposição. Também é simples de perceber quando o recurso usado em um projeto pode ser redirecionado ou reaproveitado em outro.

Dessa maneira, a empresa consegue aproveitar ao máximo os recursos. É possível, até mesmo, reduzir custos. E o resultado, obviamente, é uma margem líquida de retorno maior sobre cada projeto executado.

Maximização do tempo

Recursos são importantes, sem dúvida. Mas existe algo ainda mais precioso — o tempo. E o motivo é simples: ele não pode ser multiplicado. No mundo dos projetos, então, ele é ainda mais crucial, pois todo projeto deve ter uma data para começar e terminar. Quando esse prazo não é respeitado, pode-se dizer que houve uma falha na execução do projeto.

É aí que entra a gestão de portfólio de projetos. Ela permite entender qual é o status de progresso de cada projeto da empresa, a qualquer momento. Dessa forma, é possível identificar maneiras de maximizar o tempo disponível, para avançar mais rapidamente.

Ficou confuso? Que tal um exemplo?

O projeto X está parado, aguardando a chegada de certo material, sem o qual não é possível dar andamento ao trabalho. Por meio da gestão de portfólio (e com a ajuda de um software), o gestor pode observar essa situação e deslocar a equipe para ajudar no projeto Y, que também está em andamento e pode ser acelerado com a ajuda de mais pessoas.

Assim, é possível concluir o projeto Y em menos tempo, sem prejudicar o projeto X.

Como ficou claro ao longo deste post, existem vários motivos para adotar a prática da gestão de portfólio de projetos em sua empresa. E, com o uso de um bom software, fica muito mais fácil realizar essa atividade.

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Riscos e incertezas em gestão de projetos

Riscos e incertezas em gestão de projetos: o que eu preciso saber?

Um dos principais requisitos para um projeto bem gerenciado, que lide com riscos e incertezas, é o planejamento. A etapa de planejamento é fundamental para que o gerente de projetos possa visualizar o futuro e consiga prever as adversidades que deverão ser enfrentadas durante a execução das atividades.

Os riscos estão diretamente ligados ao fracasso ou ao sucesso de um projeto. Sendo assim, um projeto necessita ser bem controlado por um profissional capacitado, que deve estar preparado para qualquer casualidade que possa ocorrer e apto a resolvê-la sem ter que parar ou comprometer todo o planejamento.

Porém, o nosso pensamento é linear, ou seja, usamos dados do passado para tentar identificar o futuro. A maneira como projetamos o futuro é importante, mas não se pode considerá-la correta — afinal, existem incertezas que devem ser levadas em consideração.

É preciso deixar claro que não temos certeza do que acontecerá no futuro. É possível identificar e mensurar alguns riscos, mas as incertezas ainda farão parte do dia a dia de um projeto.

Riscos e incertezas são conceitos distintos que precisam ser analisados e considerados para um projeto de sucesso. Nesse sentido, apresentaremos, a seguir, o que você precisa saber sobre riscos e incertezas em gestão de projetos. Continue a leitura e aprenda!

Relação entre informação e incerteza

Primeiramente, é preciso saber diferenciar conceitualmente alguns termos da gestão de projetos — como risco, incerteza e ameaça. O risco nada mais é do que a medida do montante de incertezas existentes e está diretamente ligado ao nível de informação disponível. Um risco pode ser tanto prejudicial (ameaça) quanto benéfico (oportunidade) em um projeto.

A incerteza, por sua vez, é a falta de informação ou de conhecimento sobre o resultado de uma ação, decisão ou evento. Por fim, ameaça pode ser definida como um determinado evento que leva o projeto a uma direção não favorável.

Assim, pode-se afirmar que as incertezas em um projeto podem levar a riscos indesejáveis. Portanto, é essencial obter a maior quantidade de informações possível, transformando as incertezas em riscos.

A partir disso, deve-se buscar ações que possam mitigar os riscos — evitando que se tornem ameaças reais ao correto desenvolvimento do projeto — e aumentar as taxas de sucesso. Ou seja, não adianta apenas identificar os riscos, é necessários gerenciá-los.

Os riscos estão diretamente ligados ao projeto e, assim, o preço que se paga pela concretização destes são as ameaças ao planejamento na forma de atraso no cronograma e aumento de custos. Dessa forma, um planejamento eficaz se dá pelo aumento da incidência e impacto dos riscos benéficos (oportunidades) e a redução da incidência e impacto dos riscos prejudiciais (ameaças) ao projeto.

Os métodos de análise de risco são ferramentas utilizadas para avaliar os riscos inerentes a um projeto ou processo de trabalho já em andamento. Cada ferramenta possui sua particularidade e tem aplicações para diferentes situações. Conheça, a seguir, as ferramentas mais utilizadas no processo de análise de risco.

Análise das incertezas pelo Método da Análise de Risco

A melhor maneira de analisar as incertezas é pelo método de análise de risco. A análise de risco é uma excelente metodologia que permite a criação de um plano de resposta aos riscos, contemplando ações de prevenção, transferência, aceitação, exploração, mitigação, compartilhamento e melhoramento.

É importante buscar oportunidades de ganho e de formas de melhoria, em vez de apenas tratar os riscos. Existem algumas metodologias para analisar os riscos de uma forma mais abrangente, considerando as incertezas associadas ao projeto.

Análise das incertezas pelo Método dos 5 porquês

O objetivo final dessa técnica é chegar à causa raiz de um ameaça identificada, eliminando possíveis desculpas e respostas mais imediatas e superficiais. O método consiste, basicamente, em uma sucessão de questionamentos — similar à de crianças que estão na fase dos porquês.

Para a aplicação dessa metodologia é necessário convocar o grupo envolvido no projeto e, em seguida, aportar o problema que é o objeto de estudo. O próximo passo é iniciar o questionamento — assim, o grande segredo desse método é seguir questionando até que se chegue à causa raiz do risco.

Apesar do nome, não é necessário limitar-se a apenas cinco questionamentos. Como já foi dito, as perguntas devem se estender até que se entenda onde está a origem do problema.

A técnica dos cinco porquês ficou bastante conhecida e é amplamente utilizada graças aos seus diversos benefícios. Entre eles, podemos citar a identificação correta das causas raízes de um problema, a relação entre cada causa raiz, custo baixo, integração com outras ferramentas de gestão e envolvimento de toda a equipe. Tudo isso apresentado por meio de uma ferramenta de uso simples e prático.

Análise das incertezas pelo Método do Caminho Crítico — CPM

O Método do Caminho Crítico — CPM (Critical Path Method) — trabalha com durações determinísticas na planificação das atividades de um projeto, identificando as principais dúvidas e incertezas na gestão de cada uma das atividades.

Os pontos identificados não podem, de maneira alguma, ser desprezados. Muito pelo contrário: eles devem ser utilizados como informações para o reconhecimento das incertezas associadas aos projetos. Sendo assim, o método mostra aos gestores e à equipe quais são os pontos críticos do planejamento.

A metodologia do Caminho Crítico trabalha com o conceito de folga e esta pode ser positiva negativa ou nula, dependendo dos prazos adotados no cronograma. É essencial que o projeto seja finalizado em data anterior à data de término mais antecipada segundo o cronograma preestabelecido.

A ferramenta utilizada para a visualização desse método é um diagrama de rede que ilustra as atividades, seu caminho crítico e como essas atividades se relacionam umas com as outras.

Análise das incertezas pelo Método SWOT

análise SWOT (Strengths — Forças, Weaknesses — Fraquezas, Opportunities — Oportunidades, Threats — Ameaças) é uma das ferramentas mais conhecidas na gestão de riscos por ser abrangente, de fácil aplicação e por prover excelentes resultados.

A metodologia consiste em uma análise detalhada da situação do projeto no cenário econômico, o que permite ao gestor a tomada de decisões para lançamento de produtos ou serviços, principalmente. Por meio da separação dos principais aspectos de um projeto, pode-se identificar, com facilidade, as principais oportunidades e ameaças, bem como suas forças e fraquezas.

A ferramenta SWOT é geralmente apresentada em forma de quadrante, em que forças e fraquezas estão relacionadas ao ambiente interno da empresa e oportunidades e ameaças estão ligadas ao ambiente externo.

Diferentemente do método CPM, a análise SWOT é capaz de evidenciar as oportunidades de ganhos e prover a exploração dos pontos fortes. No entanto, apesar dos inúmeros benefícios, esse método — também conhecido como FOFA (Forças, Oportunidades, Fraquezas e Ameaças, como mencionamos acima) — é pouco utilizado.

Análise das incertezas pela Metodologia PERT

A metodologia PERT (Program Evaluation and Review Technique) consegue expandir a visão do gestor do projeto quanto à variabilidade existente na execução das atividades. O PERT não trabalha de maneira determinística, como o CPM, mostrando que existe certo grau de incerteza e, consequentemente, alguns riscos associados.

Essa metodologia trabalha com três diferentes cenários: duração mais provável, duração otimista e duração pessimista. A duração mais provável considera a duração esperada para o desenvolvimento das atividades, obtida pelo método CPM, por profissionais experts em planejamento.

A duração otimista analisa cada tarefa individualmente, investigando os motivos para a realização de tal atividade em determinado tempo. Pode-se dizer que essa fase contempla o melhor cenário possível para a execução dos serviços, fornecendo uma gama imensa de informações e justificativas úteis.

Por fim, a duração pessimista também analisa as tarefas individualmente, assim como a duração otimista. Porém, o cenário a ser considerado é o pior possível, obtendo informações valiosas caso tudo dê errado.

Análise das incertezas pela Metodologia de Simulações de Monte Carlo

Esse método trabalha com simulações, analisando diferentes formas de execução das atividades de um projeto. Assim como em outras metodologias, as incertezas despontam e precisam ser tratadas.

As simulações de Monte Carlo trabalham com a probabilidade de se atingir a duração mais provável. Dessa forma, a utilização desse método em conjunto com o método PERT torna o aproveitamento das oportunidades mais real e factível.

É preciso destacar que em uma das atividades existe certa probabilidade a ser relacionada, que está diretamente ligada às incertezas do projeto. O tratamento de cada uma delas é preventivo, contribuindo significativamente para que não ocorram maiores problemas na fase de execução do empreendimento.

Tratamento das incertezas pelas Reuniões Antecipativas

Por fim, destaca-se um dos pontos mais importantes para a gestão do projeto, como um todo. Nessa fase relacionam-se os processos, as equipes, as lideranças, os stakeholders, os sponsors e outros.

Deve-se destacar que as incertezas devem ser consideradas, exigindo um processo de reanálise das atividades futuras, ajustando ao máximo o andamento do projeto. A melhor maneira para a realização desse tipo de ação se dá pela realização de reuniões antecipativas.

Essas reuniões devem contar com a participação das principais lideranças do projeto, independentemente de sua área de atuação. Assim, é possível atualizar o cronograma do projeto e, com os conhecimentos do gerente, programar a execução de serviços críticos para os próximos dias e semanas — é possível, ainda, realizar os ajustes necessários na programação.

Análise de incertezas pelo método FMEA

O método FMEA (Failure Mode and Effective Analysis) tem como objetivo principal identificar e realizar uma análise do potencial de falha de um projeto e seus possíveis efeitos. A ferramenta também tem o poder de possibilitar ao gestor a identificação de ações que devem ser tomadas para reduzir ou efetivamente eliminar a probabilidade de ocorrência dessas falhas.

O método trabalha com a identificação de falhas em cada nível do projeto. Ou seja, tem-se uma análise para cada etapa. Dessa forma, é possível identificar os possíveis erros que possuem o maior número de prioridade de risco (RPN — Risk Priority Number) e, assim, cumprir duas funções:

  • ajudar a quem está desenvolvendo projeto e quem o gerencia a evitar falhas potenciais, poupando tempo e dinheiro;
  • determinar a melhor maneira de investir o orçamento financeiro e o tempo disponível.

Análise de incertezas por meio do método de Checklist

Como o próprio nome indica, o checklist é um método que permite a enumeração e a verificação das ações de prevenção indicadas pelas ferramentas de análise de risco. A metodologia consiste em elaborar uma listagem com todos os riscos visualizados e suas possíveis ações de prevenção.

Feito isso, é necessário preencher uma coluna com “sim” ou “não”, para indicar se as medidas preventivas foram colocadas em prática. Esse  método se destaca pela simplicidade e por ser bastante útil para visualizar facilmente as medidas de controle de risco, garantido sua aplicação certa e a realização das correções necessárias.

Tratamento de incertezas pela Teoria das Restrições (TOC)

A restrição em um projeto nada mais é do que qualquer coisa que o impeça de chegar a um desempenho maior em relação à sua meta. Essa teoria parte da premissa que qualquer tipo de negócio possui restrições. Dessa forma, o foco dessa metodologia é que o gestor de projetos conheça profundamente o objetivo final do projeto em questão e as medidas que permitirão a avaliação do impacto de qualquer ação nessa meta.

É importante destacar que, a partir desse método, a análise se torna um ciclo sem fim — pois a qualquer momento uma equipe de planejamento de projeto e seus gestores podem precisar lidar com, pelo menos, uma restrição. Então, quando essa restrição é eliminada, é bem provável que outra apareça automaticamente.

Trabalhar com a teoria das restrições exige uma visão do projeto como um sistema. Afinal, na perspectiva dessa teoria, o projeto é um fluxo contínuo e não um processo com etapas bem definidas. Dessa maneira, é importante que todo o grupo esteja alinhado com o planejamento estratégico. Logo, todos devem trabalhar para eliminar os gargalos e garantir que a meta seja alcançada.

Existem diferentes métodos para identificar os riscos e as incertezas em um projeto. É fundamental elaborar ações e planos de contingência para as principais ameaças, visando erradicar os fatores negativos que podem impactar no andamento das atividades.

No entanto, também é preciso lembrar-se de que as oportunidades de ganho existem e devem ser exploradas ao máximo. Uma forma de prover o maior aproveitamento das oportunidades e a solução mais efetiva dos problemas se dá pela utilização de softwares voltados para a gestão de projetos.

Existem novas tecnologias que permitem o acompanhamento de todas as etapas de um empreendimento na palma de sua mão, contando, ainda, com a experiência de consultores especializados. Assim, será mais fácil controlar riscos e incertezas em gestão de projetos, deixando seus empreendimentos cada vez mais perto do sucesso. Vale a pena conhecer.

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