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Categoria: Gestão

Como lidar com a perda de um funcionário-chave

Por mais que você tenha todo o cuidado para reduzir o turnover ou a saída dos funcionários que fazem parte do seu projeto, isto é algo muitas vezes inevitável. As pessoas podem abandonar a empresa por desejar atuar em outras áreas, por um salário mais atraente ou mesmo por uma nova oportunidade que consagre uma realização pessoal. Por isso, é importante que você saiba como agir quando perder um funcionário-chave para o seu projeto e o que pode fazer, como gerente, para evitar que essa perda causa grandes danos no futuro.

Busque alguém em sua equipe

Contratar alguém de fora para substituir o seu “funcionário-chave” é algo mais demorado. O processo de seleção e a adaptação do novo funcionário ao seu projeto consomem um tempo precioso, ainda mais porque ele substituirá alguém que exercia funções fundamentais para o desenvolvimento do projeto.

Por isso, o ideal é que você procure por substitutos dentro da sua equipe. Não precisa ser necessariamente apenas um trabalhador. Talvez seja necessário – e em muitos casos mais indicado – dividir as funções que ele exercia entre vários outros membros do seu time, de preferência pessoas que tinham contato com os trabalhos que o funcionário desempenhava.

É importante ter um cuidado com essa redefinição das funções para as pessoas da sua equipe. Para muitos, pode parecer injusto fazer os trabalhos que já faziam além de novas funções. Já que passaram a exercer atividades fundamentais para o projeto, você pode desonerar o funcionário das funções menos importantes, fazendo com que elas sejam exercidas por outras pessoas.

Busque uma nova contratação

Em grande parte dos casos, as atividades que desempenhadas por um  “funcionário-chave” são muito específicas, o que exige conhecimento e habilidades que nenhum dos membros da sua atual equipe possui. Neste caso, será necessário contratar alguém de fora, que esteja disponível no mercado.

O primeiro passo, quando estiver analisando os currículos, além da experiência e conhecimento em si, é saber quanto tempo o funcionário ficou em cada um dos seus empregos anteriores e quais foram os motivos que o fizeram sair. Isto é importante porque você não poderá perder novamente um funcionário que exerça funções que são fundamentais para o desenvolvimento do seu projeto.

Mesmo que o novo membro da equipe seja muito competente e tenha conhecimentos sobre o tipo de trabalho que seu “funcionário-chave” exercia, é preciso saber que o projeto vai desacelerar. Uma pessoa de fora precisará de tempo para conhecer e entender o projeto, se adaptar à equipe e alinhar-se à filosofia de trabalho de sua empresa. Por isso, será necessário ter paciência.

Construa uma cultura em que a gestão do conhecimento prevaleça

Para evitar que você sofra novamente com a perda de um “funcionário-chave” no futuro, o melhor a se fazer é não contar com um colaborador deste perfil. Para isso, é fundamental que você entenda quais são os processos que compõem o trabalho desenvolvido dentro do seu projeto. Isto demanda muito tempo. Por isso, sempre priorize os processos de trabalho que são mais importantes e quais os pontos primordiais ficariam debilitados caso o funcionário que os faça saia da empresa.

A partir daí, é fundamental trabalhar na gestão do conhecimento. Estabeleça quais são as competências necessárias para desenvolver cada uma das atividades e quais pessoas dentro do seu projeto podem executá-las. Caso alguma função fundamental só possa ser realizada por um funcionário, já comece a treinar um ou dois possíveis substitutos. Dessa forma, seu projeto ficará dependente de processos e não apenas de uma pessoa.

Você já teve a perda de um “funcionário-chave” em sua empresa? Como conseguiu contornar a situação? Conte para a gente nos comentários!

Como Gerenciar a Experiência do Cliente em um Projeto

Qual é o melhor restaurante que lhe vem a cabeça ao ler essa frase? Isso, estou falando desse ai mesmo! Aposto que a comida estava ótima. Mas também arrisco dizer que você foi muito bem tratado pelo garçom, que a temperatura estava agradável, a música no volume ideal e que a conta veio dentro do tempo esperado.

O que quero dizer é que a sua experiência como um todo e não apenas a comida foi ótima. Provavelmente, você consegue lembrar de um outro restaurante que tem comida decente, mas o atendimento é horrível e você evita voltar lá.

Existe muito conteúdo sobre experiência em varejo, pois normalmente os atributos da experiência são mais perceptíveis (paladar, cheiro, atendimento presencial, etc). No entanto, pouco se fala de experiência do cliente em projetos, mesmo sendo uma das atividades mais difíceis de gerenciar que existe.

De modo geral, existem três grandes “momentos” de um projeto: O Início, a Execução e a Conclusão. Vamos tratar de cada uma separadamente:

1) INÍCIO

A experiência de um novo projeto começa nos primeiros contatos do cliente com a empresa. Logicamente, isso inclui as reuniões de negociação, a estrutura e formatação da proposta e o próprio fechamento do projeto. Esse é o momento de alinhar as expectativas e é importante você ter algum tipo de processo ou checklist para não deixar de lado coisas como entregáveis, cronograma, formas de pagamento, equipe do projeto e meios de comunicações que serão utilizados. Tudo isso conta para diminuir a ansiedade e o risco percebido do cliente, além de influenciar todas as etapas que estão por vir!

2) EXECUÇÃO

Logicamente, a etapa de execução é a mais importante, crítica e difícil de todas. Nem mil livros são suficientemente completos para conseguir transmitir todas as atividades que devem ser realizadas e todas as variações possíveis que a realidade nos apresenta. De todo modo, é essencial ter algum tipo de controle unificado como, por exemplo, o próprio Project Builder.

3) FINAL

Por fim, deve-se ter uma preocupação extra com o fechamento do projeto. Quando fala-se de serviço, é a última experiência que conta mais na percepção do cliente. Se você fez um ótimo projeto, mas teve um final abaixo do esperado, o cliente vai ficar insatisfeito. Mas se você fez um projeto ruim e, no final surpreendeu, provavelmente sua avaliação não vai ser tão baixa. Por isso, é necessário criar um processo ou checklist para garantir qualidade em questões como o relatório final, pagamento das últimas parcelas, pesquisa de satisfação entre outras!

Conclusão:

Gerenciar a experiência do cliente em projetos é extremamente complexo. Não apenas existem as características clássicas de empresas de serviços, mas também existe a dificuldade do contato entre a equipe técnica, o gerente e o próprio cliente. Neste caso, as ferramentas como softwares e checklists podem ajudar a minimizar as falhas de processo e garantir um atendimento mais homogêneo e correto!

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Conheça os erros mais comuns ao gerenciar projetos e como evitá-los

É triste, mas é real. Erros acontecem independente da vontade ou da experiência do gerente de projetos. Estatísticas apontam que cerca de 30% dos projetos falham ou não atingem os objetivos inicialmente contratados. O jeito é tentar se antecipar aos possíveis erros mais comuns ao gerenciar projetos, que possam ocorrer no caminho para minimizar os riscos de insucesso.

Com base no contato diário com gerentes de projetos, cientes de suas angústias e necessidades, percebemos que há dificuldades comuns a diversas situações, independente da área em que o projeto é desenvolvido. Para auxiliar nossos colegas, e evitar os erros mais comuns ao gerenciar projetos, levantamos as principais falhas que ocorrem. Conhecendo as pedras no caminho, fica mais fácil desviar delas. Confira!

1) Escopo mal definido ou falta de planejamento

O planejamento é chave para o sucesso de qualquer projeto. Não tenha pressa nessa etapa. Analise cada item com cuidado e envolva sua equipe. Ter um roteiro de trabalho e uma metodologia ajuda a orientar para qual direção o projeto deve seguir. Isso envolve um escopo bem definido, de acordo com as expectativas dos stakeholders e do patrocinador do projeto. Evite mudanças de escopo com o projeto em andamento.

2) Erros de gestão, como micro-gerenciamento ou falta de marcos

A definição de marcos do projeto é fundamental para gerenciar a evolução das entregas e facilita o entendimento dos relatórios. É bastante comum gerentes de projeto se esquecerem dos marcos. Outro problema de gestão é o micro-gerenciamento. É um erro pensar que é preciso acompanhar tudo de perto o tempo todo. Confie na equipe, delegue tarefas e ganhe tempo para focar na gestão como um todo. Não se esqueça que o projeto está inserido num contexto maior, do qual você deve estar ciente.

3) Subestimar riscos depois de iniciado o projeto

Gerentes de projetos sabem que é preciso calcular riscos e se dedicam a essa tarefa no início do projeto. O que muitos se esquecem é de seguir monitorando e de atualizar a lista de riscos durante o desenvolvimento. Riscos calculados inicialmente podem perder a força, novos riscos podem aparecer. Não espere o problema acontecer. Fique atento ao status e ao progresso dos indicadores para identificar rapidamente um problema. Tenha uma margem em suas metas para ganhar poder de negociação.

4) Falhas de comunicação

Por se tratar de um ecossistema bastante técnico, a comunicação não costuma ser o forte do ambiente de projetos. Isso resulta em falhas desastrosas. Dedique tempo toda semana ou mês para comunicação do projeto, tanto entre equipe quanto stakeholders e clientes. Pode ser em forma de boletins, intranets, comunidades fechadas em redes sociais, apresentações presenciais, o que for mais adequado. Use um software de gerenciamento de projetos para armazenar informações e apresentar relatórios, além de estimular a colaboração.

5) Má administração do tempo

Todos os anos há feriados e eles podem ser diferentes em cada cidade, estado ou país. Se sua equipe trabalha remota, ou se o cliente está em outro fuso horário, esquecer um feriado pode ser um problema. Planejar um cronograma factível é uma das principais dificuldades de gerentes de projetos. Dedique-se a ele, estabeleça prazos que possam ser executados, verifique o esforço e a duração que sua equipe é capaz de entregar e se há os recursos necessários para isso. Uma boa dica é controlar o andamento das reuniões para que não consumam tempo precioso. Os clientes agradecem.

O que achou? Agora ficou mais fácil identificar os erros mais comuns ao gerenciar projetos? Já sabe como evitá-los? Então, compartilhe!

Como gerenciar a equipe envolvida no seu projeto

Você está satisfeito com as habilidades técnicas e pessoais da equipe envolvida, mas durante a execução dos projetos de sua empresa os custos estão variando e o cronograma não está sendo seguido? Na sua organização existem muitos talentos que sentem que poderiam ser melhor utilizados? Alguns grupos de trabalho reclamam uns dos outros por atrasos e falhas?

Se alguma destas questões está ocorrendo dentro de sua empresa, talvez seja o momento de rever a forma como você gerencia a equipe envolvida no seu projeto. Gerar competências na formação de equipes de trabalho significa administrar várias funções em diferentes perspectivas. Para que sua organização seja mais dinâmica é preciso delegar tarefas, acompanhar e monitorar as atividades para ter um pleno entendimento sobre o que acontece dentro de sua empresa.

Confira a seguir etapas essenciais para gerenciar a equipe envolvida nos seus projetos antes e durante a execução das atividades.

Etapa de planejamento

Se você deseja melhorar sua estrutura em cada projeto a primeira coisa que deve rever é o desenvolvimento do plano de recursos humanos. Este planejamento é fundamental para otimizar as atividades dos profissionais em seus projetos. Defina os requisitos necessários de seus funcionários assim como a estrutura organizacional de seu negócio. Leve em conta os fatores ambientais da empresa assim como a rede de relacionamentos de todos os envolvidos.

Como resultado o setor de recursos humanos deverá apresentar para toda equipe do projeto um organograma completo e a descrição dos cargos e funções. Desta forma fica claro para todos da empresa quais são suas funções e a hierarquia na organização e no projeto.

Etapa de execução

A etapa de execução pode ser dividida em três momentos. Primeiramente é preciso desenvolver a equipe do projeto. Algumas ferramentas que podem ser utilizadas para isso são treinamentos e atividades de construção de equipe nas quais devem ser expostas as regras básicas de funcionamento da empresa. O objetivo aqui é desenvolver as habilidades interpessoais e para tanto é interessante aplicar sistemas de reconhecimento e recompensa.

Não deixe de explicar também como serão feitas as avaliações do desempenho da equipe. Por fim, aproveite para realizar atualizações sobre os fatores ambientais da empresa.

Em um segundo momento é preciso mobilizar a equipe do projeto. Nesta etapa será apresentado o plano de gerenciamento de projeto, contendo o calendário dos recursos e designações do pessoal de projeto. Se necessário é preciso negociar funções, contratar novos funcionários ou mesmo equipes virtuais. Motive sua equipe para alcançar os resultados esperados.

Feito isso, começa de fato o gerenciamento da equipe do projeto. Durante a execução das atividades é preciso realizar observações e conversas, administrar eventuais conflitos que podem levar a solicitações de mudanças e registrar todas as questões relevantes. Estas informações servirão de subsídio para os relatórios de desempenho, essenciais para ter feedback sobre o que está influenciando nos resultados e metas. Não deixe de destacar neste documento as habilidades interpessoais de seus funcionários, em especial na gestão de riscos e capacidade de adaptação aos fatores ambientais de sua empresa.

Seguindo estes passos seus projetos certamente alcançarão as metas estabelecidas e o ambiente de trabalho estará mais adequado para que sua empresa tenha sucesso.

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Como preparar sua empresa para implantar com sucesso uma metodologia de gestão de projetos

A metodologia de gestão de projetos é um dos fatores mais importantes para o sucesso. Tudo que foi estimado durante as fases de planejamento e definição do escopo apenas será validado se o gestor souber controlar seu time e definir claramente quais são os objetivos a serem atingidos. Mais do que isso, é a partir de uma boa gestão do projeto que será possível alcançar o almejado retorno sobre investimento.

Uma boa gestão não surge sem boas metodologias, lembre-se disso. Isso se deve ao fato de que times coordenados através de processos bem definidos costumam dar mais resultados positivos do que equipes que trabalham com maior liberdade. É também através de metodologias que se mede o avanço do projeto e o mantém dentro do prazo. Mas para uma metodologia de gestão de projeto ser um sucesso dentro da sua empresa é fundamental que ela esteja preparada para essa implementação.

Abaixo, listamos algumas dicas para ajudar você a preparar seu time para adotar uma metodologia de gestão de projetos.

Treinamento de equipe

Treinar seu time para trabalhar com metodologias é fundamental para o sucesso da gestão. Isso se deve, basicamente, por dois motivos: primeiro porque os funcionários que não entendem como devem proceder costumam render menos do que o esperado, além de se desmotivarem rapidamente. Além disso, manter sua equipe em constante treinamento facilita não apenas a adoção de novas metodologias, mas a execução do projeto como um todo.

Metas bem definidas

É muito improvável que um projeto seja bem-sucedido se o gestor não definir as metas logo no começo. A principal vantagem de ter metas bem definidas é que, independentemente do momento pelo qual se esteja passando, o foco será alcançá-las.

Essa definição auxilia o gestor a controlar sua equipe, mas mais do que isso, auxilia a manter a motivação de todos no trabalho. Se possível, quebre metas grandes em objetivos menores para que seja mais fácil de medir o trabalho, além de mostrar ao seu time que é possível conseguir atingir o alvo.

Aprenda a delegar tarefas

Não é incomum gestores acreditarem que devem dominar todas as tarefas que envolvem o projeto. Além de ser estressante, esse tipo de comportamento pode prejudicar o rendimento de todo o time envolvido. Dessa forma, aprender a delegar tarefas entre todos os agentes que participam do projeto é fundamental para mantê-lo saudável, dentro do prazo e do orçamento. Outra vantagem é que projetos bem delegados não sobrecarregam os funcionários, nem forçam que pessoas acumulem diversas funções.

Utilize ferramentas de gestão de projetos

Ferramentas são importantes para auxiliar o gestor tanto na implementação de metodologias quanto na execução do projeto. Além de auxiliar o gerenciamento, é possível reduzir custos e aumentar a produtividade. De preferência, escolha uma ferramenta que possibilite que todas as informações fiquem em um único lugar, tornando possível acompanhar em tempo real a evolução do projeto e o rendimento do seu time.

O sucesso e o fracasso de um projeto será decidido pela forma como ele for conduzido. Treinar sua equipe, definir metas, delegar tarefas e tirar proveito de tecnologias certamente irão ajudá-lo a percorrer o caminho e implantar com sucesso a metodologia escolhida.

Alguma dúvida? Aproveite os comentários abaixo para entrar em contato.

Gerenciamento de tempo: veja como o método GTD pode ajudá-lo

São cada vez mais comuns as reclamações sobre a dificuldade em conciliar os horários para realizar todas as tarefas do dia a dia. Muitas vezes, a falta de organização é um grande empecilho, já que a quantidade de obrigações vira uma bola de neve e atrapalha a produtividade. A melhor forma de resolver esse problema é apostar em ferramentas de gerenciamento de tempo, como o método GTD.

Essa ferramenta é uma ótima escolha especialmente para quem lida com grandes projetos. A sigla vem do inglês “getting things done”, que, em tradução livre, significa “fazendo as coisas acontecerem”. A metodologia foi criada pelo americano David Allen e descrita no livro que leva o mesmo nome. No Brasil, o título da obra foi traduzido como A arte de fazer acontecer.

Quer saber como aplicar o GTD na sua rotina? Confira a seguir e descubra como se tornar mais produtivo!

Como funciona esse método de gerenciamento de tarefas

A base do GTD é o esvaziamento da mente. A ideia é simples: ao tentar não esquecer as tarefas, a pessoa não se concentra no que está fazendo e ainda corre o risco de deixar passar algo importante.

Por isso, o primeiro passo da metodologia é anotar todas as obrigações em um local, como um bloquinho, sejam elas profissionais ou pessoais. Obviamente, não há a necessidade de usar especificamente um bloquinho. Pode ser uma agenda, um caderno, aplicativos de tarefas no celular ou o que for mais prático para você.

Quando todas as tarefas já tiverem saído de sua mente, analise cada uma delas e divida-as da seguinte forma:

Tarefas rápidas

Essas são as tarefas que podem ser realizadas em dois minutos ou menos. Também chamadas de tarefas ASAP (sigla para “As-Soon-As-Possible”, ou O Mais Cedo Possível, em português), as atividades dessa categoria podem ser executadas a qualquer momento, especialmente nas horas em que o profissional ficar instigado a procrastinar.

Projetos

Aqui você deve inserir todas as obrigações que podem ser divididas em vários passos. Se possível, você pode inserir a descrição, os resultados esperados e um prazo para cada projeto. E não se esqueça de sempre colocar uma etapa do projeto em sua lista de tarefas prioritárias, evitando que a ideia seja deixada de lado.

Espera

As tarefas que são classificadas em esperadas são aquelas em que há a necessidade de aguardar uma ação de terceiro para finalizar a atividade. É importante definir um prazo para essas rotinas, especialmente uma data para entrar em contato com a outra pessoa para buscar uma posição sobre o avanço da tarefa. Assim, você pode garantir que todos os envolvidos cumpram os prazos acordados.

Calendário

Você possui uma reunião ou evento em um dia específico? Ele deve ser marcado no calendário.

Esteja atento à maneira de organizar essa categoria. O calendário deve apresentar apenas as atividades que são sensíveis a atrasos. Tudo aquilo que não possui uma data certa pode ser incluída na categoria de próximas ações.

Algum dia

Aqui vão todas as tarefas e projetos que você quer realizar, mas não tem um prazo definido para isso. Aqui podem ser inseridas as atividades que, por alguma razão, não são adequadas à lista de próximas ações ou à de projetos.

Em outras palavras, nessa categoria são incluídas todas as atividades que podem ser executadas um dia, mas que, por alguma razão, não serão executadas em um futuro próximo.

Porém, esteja atento à necessidade de revisar essa lista regularmente para evitar que projetos que possam ser executados agora jamais sejam colocados em prática.

Próximas ações

Nesse ponto é inserido tudo que não é tão urgente a ponto de ser feito no mesmo momento, mas deve ser resolvido. Esteja atento aos processos que estão nessa categoria, pois ela deve ter uma rotatividade maior do que as outras. Caso contrário, isso pode indicar uma tendência a acumular rotinas e gerar atrasos.

Referências

Links, livros e outros documentos que sirvam como ajuda para outras tarefas estão neste item. Mantenha essa lista organizada e, se possível, utilize tags. Assim, ficará mais fácil identificar para qual atividade uma referência serve.

Uma vez elencadas, comece pelas tarefas rápidas e execute-as no mesmo instante. Faça disso um hábito diário, para começar o dia eliminando vários itens da sua lista de obrigações. As tarefas rápidas não devem ser deixadas justamente por isso: são processos fáceis de serem solucionados e que, diante disso, não precisam ocupar um longo espaço na nossa agenda.

Eliminadas as tarefas rápidas, elas podem ser esquecidas. Isso é algo que alivia a mente e dá mais foco nas atividades seguintes. Depois, chega o momento de partir para as demais obrigações.

Programe-se para que os projetos e as ações sem prazo não acabem interferindo nos processos com data. Reuniões e eventos devem ser executados sem atrapalhar em outras rotinas e nos prazos do seu dia a dia.

As bases do método GTD

O GTD deve ser visto como um sistema para organizar tarefas. Ele não estabelece normas sobre como cada processo deve ser executado, mas sim a maneira que você deve classificar suas rotinas para ter um foco maior naquilo que é importante. Na base de tudo isso, existem cinco pilares, que são:

Captura de ideias

Registre todas as suas ideias, atividades recorrentes e projetos. Seja em um aplicativo mobile ou em um caderno, mantenha o registro em uma ferramenta que melhor se adapta ao seu perfil de trabalho.

O importante, nesse caso, é que a barreira de uso da ferramenta de registro deve ser a menor possível. Ela deve estar moldada de tal forma que, assim que for necessário, você conseguirá criar uma tarefa ou anotação com o máximo de agilidade possível.

Clareza de rotinas

Tenha transparência e saiba fazer bons registros, com objetividade e detalhamento. Em vez de anotar “planejar férias”, divida o planejamento em etapas simples e claras. Isso diminuirá grande parte das barreiras mentais que criamos para executar uma longa tarefa.

Se existir algo que pode ser executado rapidamente e naquela hora, faça. Caso algo tenha que ser delegado para outra pessoa, delegue. Não deixe para depois algo que pode ser feito agora: isso servirá apenas para deixar a sua lista de tarefas mais longa e complexa.

Organização

Tenha uma boa organização. Use a classificação listada no tópico anterior para priorizar tarefas corretamente e não deixe de dividi-las em categorias. Se possível, faça um conjunto de listas de itens relacionados ao seu trabalho, estudo ou tarefas domésticas.

Mesmo que você não vá fazer algo agora, garanta que todos os seus processos estejam organizados da maneira correta e os devidos alertas estejam configurados. Dessa forma, você terá mais capacidade de identificar o momento certo para executar cada rotina.

A importância da contextualização das tarefas

Separe os passos de cada projeto como tarefas diferentes para ter uma visão global de tudo que deve ser feito. Agora, será necessário dividir essas obrigações por contextos. De forma geral, o contexto é onde ou como você precisa realizar a tarefa.

Por exemplo, as tarefas “mandar e-mails” e “pesquisar métodos de gerenciamento de tempo” são feitas no contexto computador. “Comprar pão” está no contexto mercado. “Contratar um estagiário” é do contexto trabalho. A ideia é que você elimine todas as obrigações de uma só vez sempre que estiver no contexto para tal.

Pare sempre para refletir

Sempre reflita sobre o estado atual da sua lista de tarefas. Avalie quais são os próximos passos que devem ser tomados, identifique o que está mal registrado e refaça a sua lista de prioridades sempre que necessário.

Se você encontrar algo que pode ser feito naquele momento, não deixe para depois. Não se esqueça de avaliar em quais pontos o progresso está ocorrendo em uma velocidade menor, de tal forma que seja possível melhorar o fluxo de trabalho, corrigir erros e manter-se com o máximo de produtividade possível sempre.

Mantenha o engajamento

Não se esqueça de manter-se engajado. No momento em que a próxima rotina for escolhida, execute-a. O seu sistema está estruturado, portanto, não há motivos para não colocá-lo em prática o tempo todo.

Esses são os princípios básicos do GTD. Em resumo, ele dará a qualquer pessoa que utilize o método uma forma mais ágil de lembrar o que deve ser feito, quando deve ser feito e os passos necessários para entregar o máximo de resultados todos os dias.

O método GTD é, em outras palavras, um sistema simples para classificar, organizar e priorizar tarefas diárias. Por meio dele, é possível evitar confusões, atingir um número maior de metas e conseguir focar melhor naquilo que é importante.

O método GTD na prática

As dicas anteriores já são ótimas para otimizar o gerenciamento do seu tempo, porém só uma parte da metodologia foi apresentada. Depois de coletar a lista de tarefas, processá-las de acordo com a prioridade e organizá-las por contexto, chegou a hora de cumprir as suas obrigações.

Quando as listas são feitas em papel, é indicado comprar uma bandeja de entrada, vendida em papelarias. Na parte de cima, ficam todas as tarefas em aberto, por ordem de prioridade. Embaixo, as que já foram eliminadas. Assim, conforme for realizando, você se livra das obrigações sabendo exatamente tudo o que ainda tem que fazer, evitando a procrastinação.

Uma vez por semana, é indicado que você tente revisar as tarefas da bandeja de cima. Nesse período de tempo, as prioridades podem ter mudado, novas obrigações entraram no ciclo ou você pode encontrar itens que está postergando por não saber como agir. Nesse caso, tente quebrá-los em mais tarefas para desenhar um modo de ação na sua mente.

Por último, chega a hora de executar o método. Agora que a ordem de importância está estabelecida, você pode ir se movendo de contexto em contexto e realizando uma a uma. Como o GTD é um método cíclico, dificilmente a bandeja ficará vazia. Porém, as tarefas não vão se acumular mais como antes, dando aquela sensação de dever cumprido.

Adaptando o método GTD à sua rotina

Um dos melhores pontos de usar o Getting Things Done como método de gerenciamento de tarefas é que ele é muito simples, facilitando a adaptação para as necessidades de cada um. Quem não quer ficar rodeado de papéis, por exemplo, pode usar aplicativos de celular, como Evernote, Wunderlist ou Todoist.

Cada uma dessas soluções digitais possui características próprias. Portanto, avalie como cada uma pode se alinhar ao seu perfil de trabalho e garantir os melhores resultados.

Evernote, por exemplo, é um serviço voltado para anotar várias ideias. Nele, a divisão de registros é feita em cadernos (nos quais os blocos de notas são inseridos). Cada nota pode conter listas de tarefas, anotações de textos e conteúdos multimídia.

Já o Wunderlist e o Todoist, por exemplo, possuem um foco maior na execução de atividades. O Wunderlist, por exemplo, permite que uma atividade inclua um anexo com anotações e arquivos, mas não são essas as suas principais funcionalidades.

Outro ponto que ajuda muito a adaptar o GTD às necessidades de cada um é fazer o processamento de tarefas diariamente. Em outras palavras, você escolhe o que dá pra fazer e encaixa as suas obrigações no calendário, junto às tarefas já programadas. Para evitar frustrações, tenha sempre uma hora em aberto para imprevistos.

O método GTD e o gerenciamento de projetos

A metodologia é especialmente útil para quem lida com projetos. Ao dividir o escopo em tarefas menores, a chance de esquecer de executar alguma ação diminui, tirando o peso da preocupação. Também fica mais fácil fazer as coisas caminharem, já que as ações são mais simples de executar.

Nesse sentido, para maximizar as chances dos projetos darem certo nos prazos definidos durante as etapas de planejamento, o gestor pode instigar os profissionais a terem essa metodologia aplicada no seu dia a dia. Portanto, demonstre como o método GTD pode otimizar o tempo e dê dicas para que todo o time tenha ele como principal forma de priorizar o que deve ser feito todos os dias.

Durante o dia a dia, não há mais com o que se preocupar. Em vez de ficar planejando e pensando no que fazer, você só terá que executar suas tarefas na ordem em que elas aparecem. Simples assim. A tentação da procrastinação e preguiça ainda existem, é claro, mas depois de organizar tudo tão bem, as chances de querer colocar as coisas em prática aumentam.

O GTD é uma poderosa metodologia de gerenciamento de tempo que pode ser usada em diversas situações, mas que encontrou nos gestores de projetos seu público mais cativo. Sua simplicidade pode até espantar a um primeiro olhar, mas é eficiente: quem experimenta, não consegue largar.

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Por que investir em plano de carreira

Apesar da alta rotatividade nas empresas, ter metas a longo prazo pode ser bom para os dois lados e um lado, a exigência da produtividade. De outro, o desafio da motivação. Como fazer com que o profissional dê o máximo de si e seja recompensado por isso, com os melhores resultados? O melhor caminho é ter um plano de carreira.

Do ponto de vista individual, é interessante porque representa segurança e estabilidade. Na visão do gestor, garante a continuidade de bons profissionais em suas equipes. É um jogo de ganha-ganha.

O problema é quando empresa e empregado não levam a situação a sério, o que pode comprometer os resultados no longo prazo. Tanto profissionais quanto organizações precisam saber como gerenciar carreiras. E fazer isso muito bem. Reunimos algumas sugestões de por onde começar.

1. Para os profissionais

O que quero alcançar? Essa é a principal pergunta que você deve responder ao começar a planejar uma carreira. Sabendo qual o seu principal objetivo a ser atingido, será preciso avaliar como serão as metas, as motivações e as suas expectativas.

É importante ter de si mesmo uma boa auto-avaliação, pois assim será possível ter uma idéia clara das possibilidades de carreira na empresa em que trabalha. Se no seu emprego atual não há condições de atingir seus objetivos, então será preciso fazer uma avaliação do mercado de trabalho.

Muitas vezes, será necessário trocar de emprego para conseguir seu objetivo. Independente da escolha por continuar na empresa ou começar a vida profissional em outro lugar, o importante é ter em mente que uma carreira não se constrói sem dedicação. É preciso muito empenho para conquistar seu principal objetivo, seja ele qual for.

2. Para as empresas

Uma empresa organizada tem de partir da seguinte premissa na área de recursos humanos: continuar com profissionais talentosos e atrair novos talentos. Esse é um fator essencial para que a organização seja reconhecida por clientes e pelo mercado de trabalho.

Assim, uma firma tem de oferecer as melhores vantagens para um profissional qualificado, e um plano de carreira organizado e que valoriza o colaborador é a melhor estratégia. Todo e qualquer funcionário terá de saber quais os postos pelos quais pode ascender à carreira, quais os benefícios, e, lógico, o que precisam cumprir para concorrer a uma promoção.

Outra boa opção é criar desafios para seus colaboradores, com metas e prazos bem específicos, e com motivações constantes. Assim, será possível analisar quais os profissionais que mais se destacam frente a esses desafios.

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Por que gerentes de projetos precisam da certificação PMP

Qual a vantagem de se ter uma certificação PMP? Muitas vezes, utilizamos uma ferramenta durante anos e são raras as ocasiões em que paramos para refletir sobre os benefícios de nossas ações.

Em um grande número de casos, adotamos determinadas posturas para buscar um diferencial na carreira. No caso da certificação PMP, o que pode ser visto como um simples pedaço de papel pode servir para o ingresso em uma categoria de profissionais certificados, estabelecendo assim uma maior credibilidade.

Portanto, além de um diferencial de qualidade, a certificação PMP pode trazer outros benefícios, como os cinco que listamos abaixo.

1. Mecanismo de filtragem

Um certificado PMP serve como mecanismo de filtragem para as decisões de contratação. Você tem alguma ideia de quantos currículos os gerentes de contratação recebem quando publicam um emprego para gerente de projetos? Potencialmente, centenas podem ser enviados.

Com uma montanha de currículos, muitos gerentes de contratação começam dividindo a pilha de currículos em duas partes: cadidatos que têm certificação PMP e aqueles que não a têm. Sem dúvida, há bons candidatos na pilha dos não-certificados, mas infelizmente eles costumam ser ignorados.

Portanto, use a certificação PMP a seu favor, colocando no currículo há quanto tempo foi certificado e explicitando se já tem experiência com PDUs (unidades de desenvolvimento profissional, da sigla em inglês). É importante também até incluir o número da sua certificação PMP.

Não pense que potenciais empregadores não irão pesquisar seu registro no Project Manager Institute (PMI). Infelizmente há um bom número de pessoas inescrupulosas que vão tentar enganar, dizendo que são PMPs quando não o são. Empregadores têm o dever de verificar a legitimidade da certificação dos candidatos a um emprego.

2. Aumento de salário

O salário de um gerente de projetos tem sido analisado por diversos estudos. A pesquisa salarial conduzida pelo PMI.org a cada dois anos é uma das mais conceituadas.

O mais recente levantamento, baseado no ano de 2011, mostra que um gerente de projetos certificado, em média, ganha aproximadamente US$ 10.000,00 (dez mil dólares) a mais por ano do que seu colega não certificado. Uma certificação PMP vale a pena o tempo, custo e energia numa base financeira. Nesse ponto, fazemos um aviso importante.

Se você é um gerente de projetos PMP e não ganha o salário médio para as pesquisas na sua região, é preciso agir. Você pode levar essas informações para o seu empregador atual e lhe mostrar os números. Eles podem fazer um ajuste salarial para mantê-lo. Ou então você pode decidir a começar a procurar trabalho em outros lugares.

3. Uma boa primeira impressão

Certificação PMP significa que você tem milhares de horas de experiência na bagagem, passou por um rigoroso exame e mantém a sua certificação atualizada a cada ano com novos e permanentes aprendizados.

Quando você está na posição de trabalhar com uma nova equipe ou em uma empresa diferente e você possui PMP, há uma certa quantidade de credibilidade já preestabelecida. A suposição é de que essa pessoa sabe o que está fazendo em oposição a uma pessoa que não tem a menor idéia.

Depois, claro, caberá ao profissional atuar com qualidade para provar ou refutar essa primeira impressão.

4. Linguagem comum com companheiros de projeto

Outro benefício do certificado PMP é a capacidade de se comunicar instantaneamente com companheiros e colegas.

Por exemplo, digamos que você iniciou um novo trabalho como gerente de projetos em uma empresa. Um dos fatores atraentes foi que a maioria dos gerentes de projetos são certificados com PMP, inclusive o diretor da empresa. Você sabe que isso significa que eles entendem os mesmos processos, fases e vocabulários. Mesmo que a aprendizagem possa ser extensa quando se trata da tecnologia específica da empresa, você já sabe que não precisa se preocupar sobre como os projetos foram executados.

5. Aumento de confiança

Outro benefício em obter sua certificação PMP é que ela constrói confiança.

Você pode ter sido um gerente de projetos por algum tempo antes de obter sua certificação PMP. Você aprendeu “o que funciona” e “o que não funciona” com a chamada “escola da vida”. Contudo, você sempre conviveu com dúvidas persistentes. Você se perguntava se havia uma maneira melhor, conversou com diversas pessoas a respeito, fez muitas tentativas e descobriu um caminho a seguir.

Claro, você falou com muitas pessoas e fez muitas perguntas. Porém, não há como ter 100% de confiança de que isso poderia ser considerado o novo “padrão da indústria”.

Já com uma certificação PMP, você passou a ter como validar se o método empregado em uma área segue um padrão correto, além de ter ferramentas para descobrir melhorias em outras áreas.

Você adquire uma riqueza de novas informações que torna o seu profissionalismo como gerente de projetos muito mais fundamentado, como conceitos de gerenciamento de valor agregado ou maneiras de juntar uma estrutura de divisão do trabalho. Tudo isso permite a você gerenciar suas equipes, projetos e resultados com uma grande dose de confiança.

Após essa reflexão, o tempo, o custo e a energia para conquistar uma certificação PMP vale muito a pena. É preciso ter em mente que é como qualquer outro investimento. Você precisa ter certeza de que está colocando isso em uso. Você precisa maximizar sua certificação, aproveitando-a no seu emprego atual, encontrando novos empregos, bem como dar continuidade às suas unidades de desenvolvimento profissional.

Você está procurando por recursos de gerenciamento de projetos para ajudá-lo no seu caminho para a certificação PMP? O Project Builder oferece uma riqueza de conhecimento para você!

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Fique longe do fracasso no gerenciamento de projetos

Um dos mais reconhecidos grupos de Tecnologia da Informação, o Standish Group, de Boston, Massachusetts, revelou em uma recente pesquisa um dado alarmante: 24% dos projetos no mundo passam pelo fracasso no gerenciamento de projetos. Ou seja, ela nos coloca que cerca de um em cada quatro projetos não são concluídos!

Quais as razões para ter fracasso no gerenciamento de projetos? Esta é a pergunta básica para quem trabalha na área. O prazo estipulado e o orçamento previsto são as principais causas de tantas desistências. No entanto, a ineficiência de gestão é outro grande fator para deixar os projetos pelo meio do caminho.

Quando toda a equipe está reunida, é comum cada área justificar de uma maneira os problemas de um projeto. No entanto, é como diz o ditado: cada macaco no seu galho. Geralmente, cada setor aponta situações relacionadas à sua área de atuação, faltando uma visão mais holística do processo.

Cabe aqui outro ditado: uma andorinha só não faz verão! Os gerentes de projetos envolvidos precisam perceber que uma área não está isolada das outras.

Quais são as condições para que um projeto seja bem-sucedido? Reunimos sete ações necessárias para que não aconteça um fracasso no gerenciamento de projetos

1.    Diretoria participativa

A alta direção tem um papel primordial em um projeto. Ela funciona como uma bússola, indicando o Norte para as ações de todas as áreas. Se ela não assumir seu papel, prejudicará toda a estrutura organizacional da empresa. É importante, assim, que a direção mantenha um forte canal de comunicação como todos os colaboradores.

2.    Equipe unida

Com apoio da direção e estando a par dos objetivos da companhia, os colaboradores certamente terão um rendimento melhor. Nesse caso, mais uma vez ressaltamos a importância dos processos de comunicação, o que pode ser garantido com um bom software de gerenciamento de projetos (como o Project Builder).

3.    Maturidade e profissionalismo

Ter competência para avaliar e identificar os processos de um projeto exige uma grande responsabilidade. Por isso, é preciso contar com profissionais que tenham maturidade para garantir a eficácia em suas áreas. É bom ressaltar também que essa maturidade não necessariamente tem a ver com tempo de experiência.

4.    Experiência organizacional

Não há desespero para erros em uma gestão, porque sempre se pode aprender com eles. Até mesmo para cuidar que os erros não se repitam. Problemas sempre vão ocorrer, o importante é como lidar com eles. Se os colaboradores são incentivados a comunicar erros tão logo ocorram, isso aumentará a eficácia de uma aprendizagem organizacional.

5.    Definição de escopo

Tudo aquilo que contempla um projeto de um produto ou serviço, ou seja, o escopo, deve ser bem definido para que haja precisão nas ações de cada área. Esse escopo, no entanto, exige atualizações constantes para abranger as mudanças que vão ocorrendo durante a execução de um projeto.

6.    Sistema de informações

A inovação tecnológica atualmente tem uma velocidade grande. A cada dia, novos softwares são criados para a área de gerenciamento de projetos. Portanto, é preciso ter muita atenção na hora de adquirir um programa para que a escolha seja compatível com os objetivos de um projeto.

7.    Controle eficiente

As mudanças em um projeto serão inevitáveis. É preciso ter jogo de cintura para percebê-las e não engessar toda a produção. Para isso, será fundamental ter um controle eficiente de cada etapa, registrando cada ação e as mudanças que vão ocorrendo. A documentação dessas mudanças será necessária para evitar grandes fracassos.

Inovar, renovar e administrar

Em um seminário cujo tema não tinha relação com o gerenciamente de projetos, foi afirmado que não há mais necessidade de inovar, renovar e administrar. A justificativa é que com políticas, procedimentos e processos bem desenvolvidos bastaria uma pessoa achar seu lugar na organização e fazer seu trabalho.

Uma maravilha, não? Incrível seria se uma organização descobrisse, num piscar de olhos, todos os detalhes de que precisa para crescer. Bastaria seguir instruções. Nós sabemos que não é bem assim. A realidade para quem é um gerente de projetos aponta para uma outra perspectiva, bem diversa.

Cada detalhe, procedimento e processo não são muito previsíveis e exigem bastante esforço para levar um projeto ao sucesso. E isso não é problema, porque o sentimento de realização acompanha inovação, renovação e administração.

Confira a seguir três técnicas: inovar, renovar e administrar para gerenciamento de projetos e como aplicá-las no dia a dia. A palavra “técnica” será usada no sentido de “corpo de procedimentos especializados e métodos usados em qualquer área específica, ou o método de desempenho, isto é, a maneira de realizar”.

1. Inovação

A primeira das três técnicas para gerenciamento de projetos tem a ver com inovação. Inovação concentra-se em criar maneiras novas e mais eficazes ou eficientes de fazer coisas que não existiam anteriormente. Quais são algumas das áreas que você poderia aplicar a inovação como gerente de projetos?

1.1 Se você é “novo no trabalho”

Se você é novo em uma determinada empresa então você tem uma grande oportunidade de olhar de maneira objetiva ao redor da organização e apresentar novas maneiras para fazer as coisas.
Existe sempre um período de “lua-de-mel” de um par de semanas até um par de meses quando alguém novo vem a bordo em uma empresa. Esse é o período de tempo que você não pode fazer nada errado. Todos estão encantados com o novo profissional e a sabedoria e o discernimento que ele traz de antigos empregadores e projetos.

Use essa oportunidade para implantar processos e procedimentos inovadores. Por exemplo, existe um sistema de monitoramento de tempo em vigor? Está funcionando o fluxo de informação para que se tomem as decisões corretas nos projetos em andamento?

Você pode também aproveitar esse período de “lua-de-mel” para propor uma solução que preencha essa necessidade. É um grande momento para fazer algo novo quando você está chegando em uma companhia, pois você ainda não foi sugado para todas as reuniões, que tem uma tendência de consumir aproximadamente 80% dos dias de todos os demais.

1.2 Se você”está lá por um tempo”

Você está na companhia por alguns anos e o período de “lua-de-mel” se esgotou. Está atolado no desenrolar do dia-a-dia de todos os outros e correndo de reunião para reunião. Provavelmente tem algumas cicatrizes ao longo do caminho e sem dúvida colocou pessoas para fora durante o processo.

Dá pra inovar? Sim, mas o truque aqui é que depende mais de como você vende as novas ideias. Você irá sem dúvida se envolver dentro da política da empresa e precisa ter certeza que as pessoas certas entendem suas razões e motivos em implementar algo novo. Então, você precisa encontrar o tempo e os recursos para obter algo novo.

Isso não é um feito pequeno em uma empresa que já está operando com velocidade máxima e espera que conclua o projeto em tempo hábil. Mas é possível, contanto que você venha com uma nova ideia inovadora.

2. Renovação

A maioria das pessoas irá pensar em remodelar uma casa quando pensam em renovação. Existe uma casa, mas pode precisar de reparo. Deixa o que é bom, tira o ruim e troca por uma coisa melhor. A segunda das três técnicas para gerenciamento de projetos enfoca esse tipo de renovação.Quais são as áreas que podem ser renovadas na maioria das empresas?

2.1 Modelos de planos de projetos

Muitos anos atrás, alguém teve a grande ideia de colocar junto os melhores e mais recentes modelos iniciais para trabalhar juntos. Esses modelos funcionaram muito bem… cinco anos atrás.

Desde então, foram colocados na prateleira e não mais atualizados. Muita coisa mudou nesses últimos cinco anos. Essa é uma grande oportunidade para você pensar em renovação. Tire a poeira desses modelos antigos, descarte o que for ruim, mantenha o que for bom e atualize-os para serem ainda muito mais precisos para os novos projetos que estão começando.

2.2 Processos desatualizados

Em uma maneira semelhante ao modelo de plano de projeto, haviam grandes processos e procedimentos que foram colocados em prática há vários anos que estão agora seriamente precisando de renovação. Pessoas estão provavelmente fazendo coisas somente porque sempre as fizeram dessa forma, ou talvez não fazendo alguma coisa importante que precise ser abordada quando as circunstâncias mudam.

Essa é outra ótima área na qual você pode fazer uma grande diferença, levando esses processos mais à frente.

3. Administração

A última das três técnicas para gerenciamento de projetos está ligada com a administração. Esse é provavelmente a menos encantadora das outras duas técnicas para gerenciamento de projetos, mas nem por isso é menos importante. Administração concentra-se em dois pontos essenciais.

3.1 Garantir que os resultados da inovação funcionem corretamente

Se você identificou algo novo que queira implementar como um gerente de projetos na sua empresa, então a última coisa que você quer é quebrar a cara com isso. Por isso, é importante ficar a par da inovação que você introduziu. Para isso, é preciso ter certeza que a inovação está sendo implementada corretamente e produzindo os resultados desejados.

Se não estiver, faça os ajustes necessários. Se estiver funcionando corretamente, então se concentre em deixar os interessados conhecerem os resultados.

3.2 Garantir que a mudança seja aceita

Costuma ser mais desafiador alterar algo que já existe do que introduzir algo totalmente novo. Você precisará ficar na parte da administração para ter certeza que as pessoas estão aceitando as mudanças, foram corretamente treinadas e estão confortáveis com a forma como suas rotinas diárias foram alteradas devido a esta renovação.

Inovação, renovação e administração são três técnicas muito amplas para gerenciamento de projetos. Se você abraçar o espírito das três palavras acima, se encontrará sempre à procura daquelas áreas que você pode mudar e melhorar, assim como a melhor maneira de controlar e monitorar o progresso que tem sido feito.

Experimente o projectbuilder.com.br e veja o quão fácil é para inovar, renovar e administrar com esse poderoso aplicativo para gerenciamento de projetos. Do aeroporto, do cyber café ou de sua própria casa, sua equipe pode atualizar planos, inserir riscos, questões e quadros de horários. Baseado na gestão de projetos web, você pode observar seus progressos conforme eles acontecem. Isso irá liberar o seu tempo para apresentar novas maneiras de fazer as coisas.

Agora que você já sabe a importância de inovar, renovar e administrar, compartilhe!