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Categoria: Dicas

Como conseguir recurso para realização de projetos de expansão ?

Quando uma empresa consegue se estabelecer no segmento em que atua, é natural que comece a desenvolver projetos de expansão em busca de novos mercados e clientes. No entanto, para que isso seja possível, é necessário dispor de um bom capital de giro.

Não há dúvidas de que um processo de expansão empresarial demanda investimentos, mas isso pode se tornar um obstáculo para muitos empreendimentos. Em alguns casos, existe uma boa ideia e o negócio está preparado para dar esse passo, mas lhe faltam recursos suficientes.

Apesar de parecer um problema de difícil solução, no post de hoje mostraremos que é possível conseguir recursos para a concretização desse projeto. Conforme você verá, seguindo alguns passos e adotando certas estratégias, sua empresa conseguirá transpor essa barreira.

Ficou curioso? Continue a leitura e confira 7 dicas infalíveis!

  1. Elabore um bom projeto de expansão

Caso sua empresa ainda não tenha projetos de expansão, ou seja, está apenas estudando a possibilidade de ampliar sua atuação, é imprescindível que essa ideia seja colocada no papel por meio de um planejamento completo e minucioso.

Frisa-se que o planejamento é o segredo para o sucesso das grandes empresas do mercado. Qualquer que seja o passo a ser dado por um negócio, ele deve ser corretamente planejado, pois isso reduz as chances de erros e estabelece as fases e os passos a serem seguidos para que se alcance o objetivo traçado.

  1. Compreenda todos os pontos do seu projeto

Partindo da premissa de que você já elaborou o seu projeto de expansão, é imprescindível dominar todos os pontos ali existentes.

Tenha em mente que quando se apresenta um projeto em busca de capital, espera-se que você seja questionado sobre ele. Se você conhecer a fundo o projeto, estará mais preparado e, consequentemente, mais seguro.

Coloque-se no lugar do investidor e lembre-se de que ele só colocaria dinheiro em algo que lhe transmitisse segurança. Por isso, procure simplificar termos técnicos e elabore boas respostas para prováveis questionamentos.

  1. Dê ênfase às vantagens de seu projeto

Tão importante quanto ter uma boa ideia e fazer um bom planejamento, é saber destacar seus benefícios e diferenciais. Desse modo, deixe claro todas as vantagens a serem experimentadas pelos colaboradores e enfatize o quanto eles são importantes para a concretização desse plano.

Fique atento ao fato de que nem sempre haverá um benefício direto ao investidor, o que não significa que não há vantagens a serem destacadas. Assim, por exemplo, ele poderá ser beneficiado com a boa imagem da empresa que receberá o investimento e, com isso, ganhará credibilidade no mercado.

Ademais, é oportuno relembrar que, sempre que se investe na expansão de uma empresa, contribui-se com o desenvolvimento da sociedade e do país como um todo.

  1. Pense em algo sustentável

A sustentabilidade é a palavra do momento. Não importa o seu segmento de atuação, o porte da sua empresa ou o tamanho do projeto, pois o seu plano de expansão terá muito mais credibilidade se contar com noções de sustentabilidade e responsabilidade ambiental.

Em outras palavras, quanto mais sustentável for a sua ideia, mais chances de conseguir investidores ela terá. Essa tendência de mercado é cada vez mais uma realidade, afinal, todo negócio gosta de ver seu nome ao lado de projetos que beneficiam o planeta.

Por outro lado, tome cuidado para não propor algo que não possa ser cumprido. Assim como os consumidores contemporâneos, os investidores não toleram mentiras em busca de dinheiro.

  1. Defina o capital de que você precisa

Como buscar capital sem saber de quanto você realmente precisa? É fundamental que seu projeto deixe claro todos os custos necessários para tirar sua ideia do papel e expandir a empresa com sucesso.

Por isso, mostre aos possíveis investidores os gastos indispensáveis e tenha um orçamento racional e eficiente. Lembre-se de que um projeto que determina recursos abaixo ou acima do necessário pode inviabilizar o processo e até afastar bons colaboradores.

  1. Vá em busca de um empréstimo coletivo

Você já conhece a modalidade de empréstimo coletivo? Trata-se de uma alternativa aos empréstimos bancários — mais caros e burocráticos. Essa modalidade inovadora tem como proposta exatamente auxiliar empresas a expandirem suas atividades de maneira saudável.

peer to peer lending, como também é chamado, tem possibilitado que inúmeros empreendimentos cresçam e alcancem o sucesso. A ideia e o processo são mais simplificados, pois, por meio de uma plataforma, vários investidores podem selecionar os projetos que merecem sua atenção e seu apoio.

Portanto, estude essa possibilidade e pesquise por uma plataforma séria, completa e que contribua com o sucesso dos seus objetivos.

  1. Aperfeiçoe sua ideia

Ter um projeto não aprovado não quer dizer que ele não mereça ser levado adiante. Na verdade, quando isso ocorre, quase sempre uma ideia precisa ser aperfeiçoada e, para isso, você deve aprender com as críticas e opiniões de cada um dos possíveis investidores.

É preciso ter tranquilidade para ouvir críticas e aceitar sugestões que possam contribuir com o aperfeiçoamento do projeto.

Outra dica é fazer uma autoavaliação, identificando com atenção aquilo que pode ser mudado em suas próximas apresentações. Talvez uma mudança de linguagem, a exposição de outros detalhes ou um maior embasamento sejam o que faltava para conseguir esse capital.

Conforme você percebeu, a captação de recursos para a execução de projetos de expansão é uma estratégia inteligente. No entanto, para que isso seja possível, é necessário que o planejamento seja eficaz e detalhado. Estamos certos de que todas as dicas aqui apresentadas contribuirão significativamente com o alcance dos seus objetivos, ajudando você a convencer bons investidores a apostarem na sua empresa e na sua ideia.

O que achou do post de hoje? Está planejando uma expansão em seu negócio e ainda tem dúvidas de como conseguir o capital necessário para concretizar essa meta? Participe dessa discussão e deixe seu comentário logo abaixo!

*sobre a Biva

Biva é a primeira plataforma de empréstimo coletivo no Brasil (ou empréstimo entre pessoas, peer-to-peer lending). Pequenos e médios empreendedores podem pedir empréstimos pela plataforma e, se aprovados, seus pedidos são veiculados na plataforma (marketplace) que os conecta com investidores que buscam um rendimento melhor do que o dos bancos ou outras alternativas de mercado (renda fixa que chega a 25% a.a. ou 220% do CDI). A Biva trabalha com empréstimos de R$ 3 mil a R$ 500 mil, e com prazos de 6, 12, 18 e 24 meses e taxas de juros de 1,7% a 6.3% ao mês. Tudo online, rápido e sem burocracia.

Saiba como garantir a eficiência da gestão de projetos na construção civil

A gestão de projetos na construção civil não é uma tarefa fácil, isto é, deve-se considerar uma série de variáveis para garantir a eficiência. Caso contrário, é possível que se perca competitividade e que os objetivos inicialmente definidos não sejam alcançados.

Imagine a reforma de uma casa: há uma data para iniciar e também uma previsão de término. Porém, ao longo desse período, uma série de adversidades devem ser vencidas. É possível citar: a desmotivação dos operários, a falta de recursos ou até a mudança de escopo do produto.

Pensando em tudo isso, criamos um guia para você. Hoje, será possível entender como garantir a eficiência da gestão de projetos na construção civil, com dicas práticas e eficazes. Continue lendo e fique por dentro do assunto. Boa leitura!

Conheça o ciclo de vida do projeto

O que diferencia um projeto de processos rotineiros é justamente sua temporalidade, isto é, todo projeto apresenta: início, meio e fim. Conhecer essas partes ajuda a gerenciá-las com maior qualidade, bem como antecipar problemas que possam surgir.

Imagine novamente a reforma da casa, há etapas de: alinhamento de ideias, contratação de serviços, aquisição de materiais e reforma interna. De forma genérica, é possível dividir todo projeto em cinco grupos principais de fases. Veja:

  1. iniciação: avaliação da viabilidade e assinatura do termo de abertura;
  2. planejamento: definição de objetivos mais específicos e plano para alcançá-los;
  3. execução: alocação de pessoas e recursos para atingir o escopo;
  4. monitoramento e controle: avaliação contínua dos resultados alcançados;
  5. finalização: encerramento e aceitação da obra.

Cada um desses grupos deve ser exercido com maestria para que se tenha eficiência na gestão do projeto. É preciso considerar que os custos de correção sofrem aumento de cerca de 10 vezes mais de uma fase para outra, então, é preciso ter atenção desde o início.

Desenvolva uma equipe completa e eficaz

A equipe de trabalho influencia diretamente no sucesso do projeto. Isso porque ela estará envolvida em cada uma das etapas e será responsável pelas principais entregas da obra. Então é preciso contar com operários eficientes e motivados.

Nesse sentido, é interessante conhecer o modelo de Tuckman, uma ferramenta que mostra o ciclo de vida de uma equipe. Para ele, toda equipe começa com a formação, passa pela integração, chega na alta performance e, no fim do projeto, é dissolvida.

É importante destacar que todo gestor de projetos na construção civil, seja um engenheiro ou arquiteto, também é um gestor de pessoas. Por essa razão, deve saber integrar equipes, bem como manter seus participantes alinhados e motivados no decorrer do trabalho.

Conheça os stakeholders do projeto

Todo projeto depende do consentimento e aprovação de diversas pessoas, e não apenas dos clientes e funcionários envolvidos. Esse grupo de interesse é chamado de stakeholder, e deve ser sempre considerado para que não haja aborrecimentos ao longo do projeto.

Como exemplo, é possível destacar:

  • clientes;
  • patrocinadores (financiadores do projeto);
  • gerente do projeto;
  • equipe do projeto;
  • sociedade em geral;
  • órgãos reguladores.

É realmente importante conhecer os interesses das partes interessadas no projeto, porque, muitas vezes, eles são conflitantes e podem gerar resistência ao que está sendo feito. Isso resulta em atrasos e até no cancelamento da obra, em casos mais extremos.

Defina objetivos claros e inteligentes para a equipe

Os objetivos representam entregas que devem ser feitas ou, ainda, resultados que precisam ser conquistados. Ao defini-los, é possível manter toda a equipe mais alinhada, engajada e comprometida com os resultados. Para tanto, um importante padrão é o SMART.

Todo objetivo deve ser/ter:

  • specific (específico);
  • measurable (mensurável);
  • attainable (alcançável);
  • relevant (relevante);
  • time-based (com prazo certo).

Assim, o objetivo de um projeto não é apenas “construir um hospital”. É, na verdade, “construir o hospital Madre Tereza, com um total de 15.000 m², no valor de R$ 200 mil, a ser entregue no dia em 06 de abril de 2019”. Então nunca esqueça de desenvolver objetivos SMART.

Facilite o processo interno de comunicação

O diálogo com os stakeholders e, especialmente, com os operários é um dos fatores mais importantes para a eficiência na gestão de projetos. A falta de comunicação resulta em erros operacionais, conflitos e até acidentes no canteiro de obra.

Dentre os principais elementos da comunicação, é preciso considerar:

  • emissor: quem emite a mensagem;
  • receptor: quem recebe a mensagem, sua audiência;
  • mensagem: aquilo que é comunicado;
  • código: maneira como a mensagem se organiza;
  • veículo (ou canal): meio usado para circular a mensagem.

A adequada comunicação também depende da implementação de canais que facilitem o percurso da mensagem, assim, os ruídos serão eliminados. Como exemplo de canais, é possível destacar: sistemas de gestão de projetos, aplicativos mobile e murais de recados.

Monte um cronograma e subdivida as entregas

Como já dito, um projeto é composto por diversas partes. A reforma da casa depende da colocação dos azulejos, da restauração da parte hidráulica e da pintura dos cômodos. Cada uma dessas partes deve ser devidamente pontuada, definindo-se prazos e padrões de qualidade.

Para tanto, é preciso fazer uso da Estrutura Analítica de Projetos (EAP), também chamada de Work Breakdown Structure. Sua estrutura é representa por um gráfico com atividades e subatividades a serem realizadas ao longo de determinado período.

Para ficar mais claro, a EAP define o que deve ser entregue e faz sua dissolução em pequenos pacotes de trabalho. Ela favorece uma visão estruturada para o gestor do projeto e os demais stakeholders, facilitando o alinhamento e a pontualidade nas entregas.

Conte com um bom sistema de gestão de projetos

A adequada gestão de projetos na construção civil depende de sincronia entre diversos recursos, pessoas, processos, prazos, normas e padrões de qualidade. Para que essa demanda seja atendida, é indispensável contar com a ajuda da tecnologia.

Por exemplo, um bom sistema de gestão de projetos auxilia na comunicação com a equipe, na definição dos objetivos e responsáveis, na mensuração da produtividade e na alocação dos recursos. Assim, é possível mitigar os riscos e alcançar as conquistas inicialmente definidas.

Veja, todas são dicas importantes! Aproveite para aplicá-las no planejamento e execução das suas obras, assim, será possível atuar de forma mais estratégica. Todo projeto, por menor que seja, depende de atenção e do comprometimento, então, aplique as dicas aqui citadas.

Gostou do conteúdo? Está pronto para otimizar sua gestão de projetos na construção civil? Agora, aproveite para deixar seu comentário. Compartilhe suas dúvidas ou sugestões!

6 dicas para saber onde estou na gestão de projetos e para onde evoluir

A gestão de projetos é uma metodologia que tem como objetivo a melhoria dos desempenhos da empresa em termos do que foi planejado e o que realmente foi executado. Para tanto, são analisados aspectos do negócio como prazos, escopo, recursos humanos, comunicação, custos, aquisições, qualidade e a integração.

Sua empresa já adota este método de planejamento, monitoramento e controle? Os resultados alcançados estão dentro do esperado? Confira a seguir seis dicas para saber onde sua empresa está na gestão de projetos e como pode evoluir.

1 – Reconheça o momento para planejar

Primeiramente, é necessário identificar onde a empresa se encontra, para então traçar as metas de onde se quer chegar. Para realizar esta tarefa é possível utilizar os chamados modelos de maturidade, que são sistemas que analisam em que estado de desenvolvimento se encontra um negócio ou parte dele, no caso de avaliação de um departamento específico. Esta metodologia trabalha com a proposta de níveis de maturidade para apontar possibilidades de melhorias incrementais.

2 – Conheça modelos de maturidade

Para tocar os projetos com segurança, é útil contar com ferramentas que ajudam na gestão, como:

  • O CMMI (Capability Maturity Model Integration) foi desenvolvido na indústria de software com o objetivo de otimizar os processos de desenvolvimento dos programas a partir da medição do que deve ser melhorado para alcançar um nível maior de maturidade.
  • Já o OPM3 (Organizational Project Management Maturity Model) é totalmente baseado no PMBOK® e opera na identificação das melhores práticas e processos para projetar um modelo integrado.
  • O PMMM (Project Management Maturity Model) propõe uma avaliação por área do conhecimento, com base em suas formas de gestão. São elas: aquisições, riscos, comunicações, recursos humanos, qualidade, custo, prazo, escopo e gestão integrada.
  • Há também o MMGP (Modelo de Maturidade em Gerenciamento de Projetos), que foi desenvolvido no Brasil e também opera com os níveis de maturidade. Conheça quais são eles.

3 – Defina o nível de maturidade

Tanto o CMMI como o MMGP trabalham com cinco níveis de maturidade que são: inicial, conhecido/reproduzível, padronizado/definido, gerenciado e otimizado.

O primeiro nível é o caso de organizações que ainda não implementaram nenhum modelo de gerenciamento de projeto e caracterizam-se pela inexistência dessa metodologia. Já o conhecido ou reproduzível é quando setores da empresa já se identificam com o modelo. O recomendável nestes casos é investir em treinamentos internos para ampliar o conhecimento sobre gestão de projetos entre os funcionários e as diretorias.

O terceiro nível é quando a empresa já implementou a metodologia na estrutura organizacional e os empregados estão aptos a utilizarem os softwares de gestão. O próximo nível é uma evolução do terceiro e tem como característica a avaliação dos processos de gestão que já foram implementados e vem operando na companhia. Por fim o último nível representa empresas que possuem excelência no gerenciamento de projetos.

4 – Dimensões de maturidade

O CMMI, por ser utilizado para o desenvolvimento de softwares, foca em áreas de avaliação como o gerenciamento de requisitos, métricas e análise dos processos, validação e verificação, planejamento, execução e controle do projeto como um todo.

Já as dimensões de maturidade setorial do MMGP analisam os níveis nas seguintes áreas: conhecimentos de gerenciamento de projetos, uso prático da metodologia, informatização, estrutura organizacional, relacionamentos humanos e alinhamento com os negócios da empresa.

5 – Escolha o melhor modelo

Para acertar neste quesito, é necessário antes considerar a natureza de sua organização. Se for uma empresa de desenvolvimento de software, por exemplo, o CMMI talvez seja o mais indicado. O primeiro passo para a escolha do melhor modelo de maturidade a ser aplicado em sua empresa é conhecer a metodologia de cada um deles. Verifique qual é mais adequado ao seu negócio. Consulte também o mercado para constatar qual modelo está obtendo melhores resultados no universo do gerenciamento de projetos.

6 – Promova uma mudança organizacional

Por fim, independente do nível de maturidade que sua empresa se encontra é necessário promover uma mudança organizacional. Seja na difusão da metodologia de gerenciamento de projetos para setores que ainda não a utilizam, seja na capacitação e treinamento de equipe ou na implementação de novos softwares ou módulos de gestão e controle. Para promover estas alterações no negócio tanto os gestores como os funcionários devem estar preparados para novos desafios e conhecimentos.

Para colocar as dicas em prática, esteja atento às novidades em gestão de projetos, além de contar com softwares eficientes e uma equipe bem treinada.

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Otimização de Tempo: 7 Hábitos que Estão Atrapalhando a Sua Empresa

O relógio pode, às vezes, ser o pior inimigo de uma empresa, já que sem a otimização de tempo será impossível concluir uma tarefa no prazo e com a qualidade desejada. Produtividade é a chave para o sucesso de uma empresa, mas existem dois empecilhos que podem prejudicar os negócios de qualquer organização: colaboradores que não conseguem desenvolver suas tarefas no tempo estipulado e empresas que não oferecem as condições necessárias para elevar a produtividade.

Além dos fatores que, mesmo passando despercebidos, influenciam diretamente no rendimento de cada profissional, existe também um mercado altamente competitivo e imediatista. É muito comum vermos empresas “correndo contra o tempo” sem levar em consideração novos hábitos que poderiam melhorar a produtividade e auxiliar em uma entrega final que superasse a expectativa dos seus clientes.

Diante deste cenário, cabe às empresas encontrarem a melhor alternativa para a otimização de tempo e melhoria de processos. Não sabe como encontrar esta resposta? Então confira, no artigo de hoje, quais são os hábitos que estão atrapalhando sua produtividade!

1. NÃO DELEGAR AS TAREFAS

Para obter um bom gerenciamento do tempo é necessário fazer as pazes com o relógio, ou seja, se propor a realizar somente determinadas tarefas e não sobrecarregar a sua agenda com todas as atividades da empresa.

Quando um profissional precisa fazer várias coisas ao mesmo tempo, seu rendimento e sua qualidade reduzem ao longo do dia. Para evitar este tipo de problema, delegue as tarefas de acordo com as habilidades de cada profissional.

Nessa fase, será importante selecionar quem está mais apto a entregar o resultado desejado pela empresa e pelo cliente. Com essa atitude você poderá economizar o tempo que seria gasto em retrabalhos desnecessários, além de ajudar o colaborador a vencer seus próprios desafios.

2. LIBERAR O USO DA INTERNET

Basta apenas alguns minutos nas redes sociais para que a produtividade seja comprometida durante o dia todo. A internet é uma ferramenta que nos oferece várias vantagens para o próprio trabalho, mas, além desta ajuda extra, ela também proporciona milhares de distrações que podem interromper o ritmo do profissional.

Cada momento gasto em uma rede social, ou qualquer outro site, sem dúvidas, poderia ser aproveitado de uma maneira mais eficiente e proativa. Em geral, diversas empresas bloqueiam determinadas páginas, como medida de segurança e controle do próprio serviço.

Caso você não deseje chegar a esse ponto, conscientize sua equipe sobre as consequências do uso indevido da internet em horário de trabalho, prevenindo-os sobre possíveis advertências ou medidas mais drásticas.

3. REALIZAR REUNIÕES EM EXCESSO

Já ouviu aquele termo “vamos fazer uma reunião para marcar uma reunião”? Apesar do exagero, diversas reuniões são consideradas improdutivas, já que gastam muito tempo sem, muitas vezes, um propósito claro ou sem chegar a uma decisão. Apesar de necessárias para uma empresa, as reuniões precisam ser objetivas e devem ser realizadas apenas quando forem realmente importantes.

Para controlar este hábito e diminuir o número de reuniões, determine uma quantidade fixa por mês, ou seja, ela pode ser quinzenal ou mensal. Por outro lado, caso apareça um assunto de emergência, esteja preparado para abrir uma exceção — mas não permita que este gesto se torne rotineiro novamente.

4. DIZER “SIM” PARA TUDO

Ser prestativo é uma grande qualidade. No entanto, agir assim em excesso pode atrapalhar a produtividade. Nosso tempo precisa ser organizado com as tarefas que são da nossa responsabilidade e, por esse motivo, assumir determinada tarefa ou prestação de favores, por simplesmente não saber dizer não, é um grave erro.

Isso atrapalha não somente a sua carreira, mas também todo o desenvolvimento de uma organização. Vale lembrar que certas responsabilidades podem ser superiores às nossas responsabilidades, então vale a pena equilibrar as tarefas e saber dizer “não” quando for necessário. Por outro lado, aprenda a dosar para que seu tempo seja otimizado e organizado de uma maneira melhor.

5. NÃO AUTOMATIZAR OS PROCESSOS

A tecnologia existe para contribuir para o desenvolvimento dos nossos projetos, então inseri-la no cotidiano de uma empresa é fundamental para a otimização de tempo. Além disso, ela contribui para outros fatores, como redução de recursos, melhor aproveitamento dos esforços físicos, entre outras vantagens associadas ao bem-estar de todos.

Olhando por esse ângulo, é fácil deduzir que as ferramentas tecnológicas têm um papel essencial na vida de uma organização e não pode ser deixada de lado a qualquer custo. Lembre-se ainda que, através da tecnologia, pode-se aproveitar softwares que agilizam o tempo gasto, organizam melhor a delegação de tarefas, acompanham resultados e informam mudanças necessárias.

6. NÃO FAZER CAMPANHAS DE INCENTIVO

É muito comum vermos profissionais desanimados que apenas estão interessados em cumprir o solicitado, sem superar os limites necessários. No entanto, você sabia que colaboradores motivados conseguem produzir até 50% melhor?

Isso mostra por que empresas que investem na qualidade de vida dos seus funcionários obtém resultados ainda mais satisfatórios no final do mês. De acordo com estudos, o incentivo é uma ferramenta que acelera a capacidade de produção e a satisfação no ambiente de trabalho.

Crie campanhas de incentivo, ou seja, ações que desafiam os colaboradores a determinada meta. O objetivo principal destes programas é bonificar os funcionários pelos resultados apresentados, sendo a premiação em folgas, remunerações, brindes, viagens, etc.

7. VIGIAR A CAIXA DE E-MAIL

O e-mail é importante para diversas situações de uma empresa, incluindo o fechamento de contratos, conversação entre fornecedores, compras e outros milhares de assuntos que rodeiam uma organização. Entretanto, é difícil imaginar quantos e-mails um gerente ou qualquer outro profissional pode receber por dia e, por isso, é importante não focar o tempo todo na caixa de e-mail.

Apesar da sua importância, a caixa de e-mail sempre estará lotada, com diversas novas tarefas ou atividades para cumprir. Para que você não pare o tempo todo ou atrase outras prioridades, estipule um período para ler essas informações.

E aí? Nosso artigo te ajudou a entender como aplicar a otimização de tempo em sua empresa? Então não perca mais nenhum minuto: comece agora mesmo a melhorar a produtividade da sua organização! Ficou com alguma dúvida? Deixe seu comentário abaixo que iremos te ajudar.

 

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Gestão de projetos: como delegar tarefas de forma eficiente?

Gerenciar um projeto exige algumas habilidades e conhecimentos específicos para um profissional, e saber como delegar tarefas é uma das competências mais importantes para o sucesso.

Controlar excessivamente o desenvolvimento das atividades é um dos maiores problemas que afetam os gestores. O medo de incumbir tarefas para sua equipe pode ser prejudicial para o projeto ou para a empresa como um todo, provocando atraso no cumprimento de prazos estabelecidos, aumento do custo do projeto, falta de qualidade, entre outras complicações.

Saber como delegar tarefas eficientemente é fundamental para que você seja um gestor de sucesso. Aprenda, neste artigo, como delegar tarefas de forma eficiente e como isso pode impactar seu projeto.

Definindo o que pode ser delegado

Um gerente de projetos sabe que é necessário sim delegar tarefas, mas nem tudo deve ser delegado. Sendo assim, é preciso conhecer por completo o escopo do projeto, sabendo o que deve ser entregue em cada etapa e quais habilidades são necessárias para executar as tarefas propostas.

Além disso, é importante avaliar a abrangência da tarefa e como seu resultado afetará a vida da empresa. Fazendo isso, você tem ciência da importância dessa função e sabe se ela pode ser delegada ou não.

Conhecendo bem sua equipe

O passo seguinte para delegar tarefas com sucesso é conhecer bem sua equipe. Ao definir quais atividades podem ser delegas, é fundamental que o gestor saiba as características e habilidades específicas de cada profissional, permitindo, assim, que eles possam executar atividades com competência e qualidade.

Conhecer os pontos fortes e fracos de sua equipe permitirá que você escolha os funcionários mais capacitados e preparados para executar as tarefas propostas.

É interessante lembrar que nem sempre o conhecimento técnico é garantia de capacitação. Alguns profissionais possuem conhecimento técnico em uma área, mas desempenham outras funções com mais qualidade. Se atente à gestão de pessoas.

FIQUE DE OLHO NOS PAGAMETNOS E RECEBIMENTOS

Ficar de olho nos pagamentos e nos recebimentos tem um grande impacto no seu fluxo de caixa, principalmente quando o assunto é o prazo que você dá aos seus clientes e aquele que você tem junto aos seus fornecedores. Muitas empresas passam por dificuldades, pois demoram muito para receber e precisam de recursos para pagar os seus fornecedores.

Para evitar esses problemas, procure buscar um equilíbrio e fornecer um prazo de pagamento para os seus clientes parecido com aquele que você recebe dos fornecedores. Além disso, busque estimular os pagamentos à vista, oferecendo descontos para aqueles feitos antecipadamente.

No caso daqueles clientes que compraram a prazo e que estão com seus títulos em atraso, é necessário agir, entrar em contato e entender o porquê do atraso e como você pode ajudar na resolução desse problema. Lembre-se que o bom andamento do seu fluxo de caixa depende da disposição de recursos para arcar com as suas dívidas e que toda sobra é importante para sua empresa.

COMUNICANDO-SE BEM E DEFININDO PRAZOS

Delegar é, de acordo com o dicionário, “realizar uma transmissão, uma concessão de poderes, conferir (a alguém) poder e representatividade.” Partindo dessa definição pode-se afirmar que é fundamental comunicar-se com clareza para o sucesso das atividades.

Certificar que a informação repassada e a solicitação realizada a um profissional foi totalmente compreendida é imprescindível para que o produto final saia conforme esperado.

Comunicação empresarial é um dos problemas que impedem o sucesso dos projetos e, por isso, deve-se garantir que os profissionais entendam todas as instruções repassadas, o que se espera daquele trabalho e qual o impacto do mesmo no projeto. Dessa maneira, você garantirá que a comunicação e a delegação de tarefas ocorram perfeitamente e sem ruídos.

Analogamente, o gestor deve sempre definir prazos para a entrega das tarefas, evitando surpresas desagradáveis. Assim, você terá tempo hábil para avaliar o que foi desenvolvido e garantir que tudo seja entregue cumprindo requisitos de qualidade e funcionalidade.

ELIMINANDO AS ADVERSIDADES

Uma das principais funções do gerente de projetos é garantir que os funcionários executem um bom trabalho. Para isso, ele deve ter ciência de quais são as adversidades e dificuldades da equipe e minimizá-los. É necessário prover um ambiente onde a equipe destine 100% de seu tempo para executar as atividades que foram repassadas.

Os problemas mais comuns que devem ser solucionados pelos gestores envolvem, desde a eficiência dos equipamentos (necessitando equipamentos mais modernos), até a negociação de prazos com clientes, permitindo que a equipe tenha tempo suficiente para realizar o melhor trabalho possível.

ACOMPANHANDO E MEDINDO RESULTADOS

Após delegar as atividades, é necessário certificar-se de que elas estão sendo executadas. Não basta esperar que os profissionais levem a você o status de cada etapa. É necessário acompanhar o desenvolvimento de todas as atividades, conferindo escopo, prazo, custo e qualidade.

É válido utilizar de metodologias de gestão de projetos para determinar procedimentos de acompanhamento (como relatórios periódicos) que visam garantir o alinhamento das atividades com o projeto em si. O principal objetivo é assegurar que sua equipe tenha autonomia para realizar as atividades, mas, ao mesmo tempo, saiba que você estará acompanhando tudo de perto.

Aliado ao acompanhamento, é necessário medir também os resultados. Quando os profissionais finalizam uma atividade, deve-se ter certeza de que os resultados obtidos foram os esperados, e que os parâmetros de custo, prazo e escopo foram respeitados.

Ao medir os resultados, você conhecerá a produtividade de cada profissional, além de perceber o impacto de problemas externos dentro do seu projeto (como movimentações do mercado, crises, entre outros).

Dando autonomia

O principal objetivo que o gestor de projetos tem ao delegar funções é: ter tempo livre para focar nas responsabilidades e atribuições do seu cargo. Para que isso ocorra, é necessário que você dê autonomia suficiente para que os profissionais possam desenvolver suas tarefas e consigam solucionar possíveis interferências sem a sua intervenção.

Obviamente, é necessário que o líder acompanhe e monitore todo o processo, conforme supracitado, porém dar autonomia é fundamental. O líder dos projetos não precisa saber de todo e qualquer problema que ocorre. Alguns problemas simples podem ser solucionados pela sua equipe, de forma que você consiga se concentrar no que é realmente importante.

O ideal é ter uma equipe que realize suas atividades sem a necessidade de um líder. Ele apenas gerenciará as mudanças mais impactantes e eliminará as adversidades mais complexas.

Contudo, não se esqueça: delegar tarefas não é transferir responsabilidade! Independentemente de qual funcionário tenha realizado uma determinada tarefa, você é o responsável pelo seu resultado, uma vez que foi você quem delegou essa função. Fique atento!

Como delegar tarefas eficientemente

Além das dicas fornecidas acima, existem alguns critérios que devem ser seguidos para delegar tarefas da maneira mais eficiente possível.

É interessante investir em softwares de gerenciamento de projetos que realmente facilitem delegar funções, bem como controlar o projeto como um todo. Com essa solução, você terá todas as ferramentas de gestão em um só lugar, facilitando a redução de custos e o aumento da produtividade.

É válido, ainda, buscar por novos conhecimentos em gestão de projetos, como SCRUM e PMBoK, para lapidar cada vez mais seu processo de delegar funções. O gestor de projetos pode buscar uma certificação do PMI, se qualificando e utilizando os ensinamentos dessa metodologia para garantir o sucesso de seu projeto.

Ainda, dependendo do tamanho da sua empresa, pode se investir na implantação de um PMO, transformando-o numa central de gerenciamento dos projetos da companhia.

Delegar tarefas é uma habilidade que o gestor de projetos vai adquirindo com a experiência. Investir em softwares especializados pode fazer total diferença no gerenciamento de seu projeto, permitindo otimização de recursos como tempo, pessoas e as finanças.

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Como fazer o gerenciamento de custos ideal para um projeto?

No mundo dos projetos, assegurar o sucesso completo é a prioridade máxima do gestor responsável pelo gerenciamento de custos. Caso ele ultrapasse excessivamente o orçamento (o que não é tão raro por aí), seu triunfo pode ser questionado, mesmo que o projeto seja entregue dentro do prazo e que atenda às necessidades dos usuários finais.

É por isso que uma parte essencial da gestão de projetos é a boa administração dos custos. Gestores precisam cuidar meticulosamente dos seus orçamentos, a fim de evitar que os gastos previstos no início do projeto saiam do controle e acabem prejudicando os resultados finais.

E, para ajudar você nisso, separamos algumas dicas sobre como fazer o gerenciamento de custos ideal e garantir seu sucesso! Acompanhe conosco!

Como funciona o gerenciamento de custos?

O gerenciamento de custos é o processo de estimar, alocar e controlar os gastos de um projeto. Ele permite às empresas projetar as despesas futuras, com o objetivo de reduzir as chances de elas ultrapassarem o budget.

Os custos do projeto são calculados durante sua fase de planejamento e devem ser aprovados antes dos trabalhos começarem. Com o plano sendo colocado em execução, todas as despesas devem ser documentadas e rastreadas, para que tudo permaneça dentro do orçamento inicial.

Quando o projeto for concluído, os custos projetados devem ser comparados com os custos reais, fornecendo um ponto de referência para futuros projetos e estimativas de budget.

guia de conhecimento PMBOK divide o processo de gerenciamento de custos em quatro etapas, que buscam assegurar que o projeto seja concluído dentro do orçamento previsto.

Veja abaixo quais são elas, e como você deve proceder em cada uma:

1. Planejamento de recursos

Tudo começa com a elaboração do que será preciso durante o projeto. Ou seja, a quantidade de funcionários, se será preciso contratar terceiros, se os equipamentos que a empresa possuí serão suficientes ou se é preciso adquirir novos, quais materiais serão necessários etc.

O planejamento dos recursos deve ser minucioso, detalhando também a quantidade de cada item que será utilizado. Não se preocupe em pegar orçamentos nessa hora, mas foque seus esforços em programar, a partir das etapas do projeto, tudo o que será necessário para completar cada uma delas.

2. Estimativa de custos

Com o planejamento de recursos feito, passamos para a estimativa de custos. Obviamente, esse não é um valor aleatório, e deve ser determinado por meio de um estudo de quanto custará cada recurso necessário.

É aqui que você começa a ter contato com os valores envolvidos no projeto e deve aproveitar esse momento para pedir orçamentos e avaliar qual será a projeção de gastos do empreendimento.

3. Orçamento dos custos

Apesar de soar parecida com a etapa anterior, o orçamento de custos se difere das estimativas, pois é nesse momento que você conseguirá prever, com exatidão, qual será o investimento necessário para a conclusão do projeto.

Aqui, fornecedores são escolhidos, valores são fechados e você terá em mãos o valor total para realizar o projeto e levar para aprovação do cliente. É claro que pode acontecer de o orçamento variar ao longo da execução, e é por isso que a próxima etapa é tão importante.

4. Controle dos custos

O controle dos custos é o acompanhamento, ao longo da execução do projeto, dos gastos reais. É nesse momento que documentamos todas as despesas realizadas e rastreamos todos os gastos regularmente, para manter o projeto dentro do orçamento aprovado.

Você, como gestor, deve se incumbir de acompanhar pessoalmente todos os custos, desde a compra dos materiais até o pagamento de empresas terceirizadas, certificando-se de que o dinheiro realmente está sendo utilizado para a finalidade proposta e evitando que os gastos extrapolem o que foi estimado.

5. Etapa extra: estudo dos custos

O gerenciamento de custos acaba com o controle, mas após o término do projeto é muito importante fazer o estudo dos gastos dele.

Isso porque pode acontecer, por exemplo, de um projeto ficar dentro do custo estimado, porém, não em razão do gerenciamento ter sido correto, mas porque no fim das contas uma das áreas gastou mais do que o previsto, enquanto outra gastou menos.

A partir daí, é possível constatar se o gerenciamento de custos foi bem-sucedido, qual o seu nível de precisão e no que ele pode ser aprimorado para os projetos futuros.

Como otimizar os custos do seu projeto?

 

1. Faça revisões no orçamento

Um projeto rodando sem um gerenciamento frequente dos custos está fadado ao fracasso. Isso previne que sua estimativa fuja muito do previsto, pois um sobrecusto de 10% é mais fácil de ser corrigido do que um de 50%. Ao analisar constantemente seu limite de gastos, as chances de manter seus custos dentro do orçamento aumentam consideravelmente.

Reveja o uso de recursos: assim como o orçamento precisa sempre ser revisto, é essencial fazer o mesmo com os recursos utilizados. Reveja o número de pessoas trabalhando no projeto e as necessidades futuras dele semanalmente. Fazendo isso, você garante que está usando por completo os recursos que possui e que terá em mãos tudo o que será necessário para concluir o projeto.

2. Mantenha sua equipe informada

Sempre informe o time sobre as previsões de custos do projeto. Uma equipe informada possui maior controle das atividades e, portanto, dos gastos feitos.

3. Gerencie o escopo do projeto meticulosamente

Trabalhos não planejados podem aparecer sorrateiramente, fazendo o número de horas gastas aumentar e o orçamento sair do controle. É preciso cuidar para que as horas definidas no escopo sejam respeitadas, criando pedidos de alteração para aqueles trabalhos que não estiverem cobertos pelos requerimentos iniciais do projeto.

O gerenciamento de custos deve ser parte essencial da gestão de um projeto. Gestores que cuidam dos seus budgets com zelo conseguem manter clientes e diretoria satisfeitos e, portanto, realizar projetos e obter uma carreira de sucesso.

E, para simplificar tudo isso, vale sempre contar com a ajuda de um sistema de gestão, que torna o controle das atividades e dos gastos envolvidos muito mais ágil e prático.

E se você quer saber como melhorar ainda mais o gerenciamento de custos do seu projeto, veja nosso post com algumas dicas para gerenciar custos durante a crise!

Caminho crítico do projeto: saiba quando e como utilizar

Todo bom gestor de projetos deve ter o conceito de caminho crítico muito bem solidificado. Afinal, é esse entendimento que lhe proporcionará subsídios para efetuar uma gestão mais assertiva, viabilizando a conclusão do projeto no melhor tempo.

Isso quer dizer que, sendo o projeto um conjunto de subprojetos, com inúmeras tarefas a eles relacionadas, é preciso compreender qual a relação entre as atividades e como melhorar a interação entre elas.

Isso porque as atividades devem ser sequenciadas da melhor maneira para que os trabalhos fluam sem obstrução e possam ser concluídos em prazos mais arrojados.

E é justamente para isso que serve o caminho crítico do projeto. Acompanhe os tópicos seguintes e saiba mais!

O que é o caminho crítico do projeto

Primeiramente, é preciso esclarecer o conceito de Caminho Crítico do projeto. Segundo o Project Managment Institute — PMBOK® 5ª edição, página 176 — o caminho crítico consiste na sequência de atividades que representa o caminho mais longo de um projeto.

Em síntese, é a menor duração possível para o que projeto seja finalizado completando todas as suas atividades.

Ou seja, o caminho crítico do projeto nada mais é do que o caminho no diagrama de rede do projeto que determina a sua duração total.

Outra forma de definir é dizer que é o caminho que possui folga total igual a zero.

Seja qual for a definição conceitual, todas as descrições dizem exatamente a mesma coisa.

Entendendo o caminho crítico do projeto

Em um projeto, a maior parte das atividades possui relação de dependência umas com as outras.

Isto é, quando a “atividade A” for concluída, a “atividade B” se inicia e, posteriormente, a “atividade C”, e assim por diante.

Acontece que, em muitos projetos, vários são os caminhos possíveis (sequência de atividades) até que o projeto seja executado em sua totalidade.

E o caminho crítico é aquele dito mais longo, ou seja, aquele cujas durações das atividades somadas equivalem ao prazo total do projeto.

Dessa forma, se alguma atividade do caminho crítico sofrer atraso, o projeto inteiro sofrerá consequências. Contudo, caso uma atividade de um caminho não-crítico atrasar, não há problema, pois entre elas há uma folga que pode absorver esse atraso.

O caminho crítico e as folgas

Para que se possa obter o caminho crítico do projeto, é preciso somar as durações de todas as atividades em cada um dos sequenciamentos existentes.

Ao fazer isso e identificar a maior duração, tem-se o caminho crítico do projeto.

No que tange às folgas, correspondem aos períodos (geralmente dados em dias) que as atividades de um caminho não-crítico têm a possibilidade de atrasar sem que o cronograma seja afetado.

É bom ressaltar que apenas as atividades que não participam do caminho crítico possuem folga.

Um exemplo prático

Tenha em mente, por exemplo, um projeto bem simples, com uma rede que apresenta dois caminhos — 2 conjuntos de tarefas que podem acontecer em paralelo – para que o projeto seja concluído.

Se o gestor somar as durações do caminho A, deve encontrar, por exemplo, uma duração total de 20 dias.

De igual forma, somando as durações de cada atividade do caminho B, nesse projeto fictício, encontrará 15 dias.

Com esses números e com o conceito de caminho crítico do projeto abordado acima em mente, pense sobre as seguintes perguntas:

Qual é a duração total do projeto?

Sabendo que os caminhos podem ser executados em paralelo, e o de maior duração é 20, a duração total do projeto é igual a 20 dias.

Qual o caminho crítico do projeto?

Dentre as definições acima mencionadas, o caminho crítico corresponde ao caminho mais longo que, irremediavelmente, deve ser seguido para que todas as atividades sejam concluídas. Se é assim, o caminho critico é o A.

Quanto corresponde à folga total que o outro caminho possui?

A folga total que o outro caminho apresenta é 5. Ou seja, a tarefa B pode atrasar até 5 dias sem prejudicar o cronograma.

Ainda que o exemplo utilizado possa parecer demasiadamente simples, em um projeto maior, dimensionar o caminho crítico se torna um tanto mais complexo.

Por isso, é extremamente importante saber aplicar o Método do Caminho Crítico a uma rede de atividades e definir o caminho crítico, subcrítico e todas as folgas totais e livres da rede e, consequentemente, determinar o cronograma do projeto.

Em síntese, todo gerente de projetos deve ter pleno domínio do conceito de caminho crítico do projeto e como utilizá-lo de forma eficiente.

No entanto, não há motivos para alarde: atualmente, todos os aplicativos e sistemas de gerenciamento de projetos calculam automaticamente o caminho crítico do projeto, facilitando o trabalho de planejamento.

Diagrama de rede e caminho crítico do projeto

As premissas que devem ser consideradas para a elaboração do diagrama de rede são:

— Possuir a estimativa de duração de cada tarefa; e

— Ter as predecessoras de cada tarefa.

Com essas informações, monta-se o diagrama com as atividades e seus respectivos relacionamentos.

Em seguida, as atividades são organizadas com suas respectivas durações, oportunidade em que são dimensionadas as datas de início e término mais cedo ou antecipado (Early Start, Early Finish), considerando as durações estimadas.

É importante ter em mente que, quando uma atividade possui mais de uma predecessora, deve-se usar a maior data de término mais cedo da predecessora como data de início da sucessora.

Com tudo isso bem organizado, torna-se possível determinar a duração do projeto. Mas isso não é tudo. É preciso também dimensionar as datas de início e término mais tarde (Late Start, Late Finish) — Caminho de volta.

Para tanto, quando uma atividade possuir mais de uma sucessora, deve-se usar sempre a menor data de início mais tarde como data de término mais tarde da predecessora.

Após isso, calcula-se as folgas de cada atividade. A folga corresponde ao tempo adicional que pode ser comprometido na atividade em questão sem que haja prejuízo na duração do projeto.

A folga livre ou margem de atraso tolerada diz respeito a quanto tempo uma tarefa pode atrasar sem prejudicar a data de início da atividade sucessora.

De modo semelhante, a folga total ou margem de atraso total é quanto tempo uma atividade pode atrasar sem prejudicar a data de término do projeto. Ou seja, a diferença entre o término mais cedo e o término mais tarde.

Quando se identifica as atividades com folga igual a zero, considera-se todas como atividades do caminho crítico.

O caminho crítico do projeto como ferramenta

Antes que a técnica do caminho crítico do projeto seja melhor destrinchada, é preciso pensar em duas questões. A primeira delas é:

É possível um projeto possuir mais de um caminho crítico?

Considerando o exemplo do projeto citado anteriormente, seria possível que tanto o caminho A como o B tivessem uma duração total de 20 dias? A resposta é sim. Ainda que seja pouco provável, é plenamente possível.

Já a segunda questão é: o caminho crítico pode mudar ao longo do projeto? A resposta também é sim. Basta que ocorra um atraso em uma tarefa a ponto de transformar o seu caminho em crítico. E isso é muito comum de acontecer nos projetos.

Então, como utilizar os conceitos de caminho crítico para melhor gerenciar o projeto?

Primeiramente, se o gerente de projetos precisar comprimir um cronograma, em quais tarefas ele deverá aplicar as técnicas de compressão?

Nas atividades do caminho crítico, é claro. Ou seja, conhecer o caminho crítico é de grande ajuda nesse aspecto.

Todavia, poderia surgir a dúvida sobre qual o limite dessa compressão? Nesse caso, a resposta também é muito simples: é a folga do primeiro caminho subcrítico.

Ainda considerando o exemplo anterior, se o caminho A for comprimido por mais de 5 dias, o que acontecerá?

Com a compressão, o caminho B passará também a ser crítico. Ou seja, se você precisar comprimir o cronograma por mais de 5 dias, terá que concentrar esforços nos dois caminhos alternadamente.

Contudo, mesmo com o entendimento de que as atividades do caminho crítico têm impacto direto no prazo total do projeto, as preocupações não param por aí.

Também as atividades dos caminhos subcríticos, ou seja, aqueles que têm folga muito pequena, tendem a impactar na duração total do projeto.

Logo, se uma dessas atividades sofrer com um atraso maior que sua folga, acarreta em atrasos ao projeto como um todo.

Monitoramento e controle do caminho crítico do projeto

Para exercer um bom controle do projeto e garantir que seus respectivos objetivos sejam alcançados, é preciso dedicar atenção às atividades dos seus caminhos crítico e subcríticos.

Uma boa maneira de estabelecer o monitoramento é configurar um relatório no software de gestão que esteja sendo utilizado pelo gerente de projetos.

Esse relatório deve apresentar, por exemplo, as atividades com folgas totais inferiores a 1/3 do período de atualização do cronograma.

Por exemplo, no caso do gestor realizar atualizações mensais, pode-se usar como parâmetro 10 dias.

Isso permite que todas as tarefas que merecem cautela sejam monitoradas.

Além de que, se em dado momento do projeto houver algum recurso concorrente a duas ou mais atividades paralelas, o critério de escolha deverá ser a atividade que faz parte do caminho crítico.

Ou seja, esse é o maior benefício do caminho crítico do projeto: auxiliar no gerenciamento do projeto e seus respectivos recursos, possibilitando que seja dedicada atenção às atividades que podem acarretar em maiores impactos ao projeto, sejam positivos ou negativos.

Com base em tudo o que já foi abordado até aqui, não resta dúvida que usar o caminho crítico só tem a contribuir para uma melhor eficiência do projeto.

O caminho crítico e o gerenciamento de projetos

É impossível dizer que se exerce uma adequada gestão do projeto sem considerar o caminho crítico.

Quer dizer, ao considerar a abordagem até aqui levantada, percebe-se que a aplicação direta da técnica de dimensionamento do caminho crítico — seja por meios manuais ou via software —  é, de fato, uma ferramenta crucial para melhorar a tomada de decisão do gestor.

Quando o gerente de projetos conhece quais são as folgas que o seu projeto apresenta, bem como quais são as demandas que não podem sofrer nenhum tipo de obstrução -—sob prejuízo de comprometer todo o projeto  estratégias são concebidas promovendo a eficiência da execução.

E é importante ter consciência que, para que se identifiquem as folgas com potencial de conversão em melhoria do cronograma, antes é preciso ter o caminho crítico do projeto muito bem definido.

Afinal, a prioridade sempre será o caminho crítico, não importam as folgas existentes. Desde o início, os esforços de planejamento do projeto devem se concentrar na determinação de uma sequência que assegure que o maior caminho do projeto não tenha nenhum tipo de impedimento.

Finalmente, sabendo-se que o planejamento é dinâmico, passível de alterações no decorrer do tempo, seja por interferência do cliente, do patrocinador, ou de um membro da equipe, uma atividade antes considerada totalmente fora da “zona de perigo” pode vir a representar uma tarefa crítica.

Isto é, uma atividade que disponha de 5 dias de folga, dado algum sério problema — ou um simples descuido — pode atrasar mais do que o esperado e colocar todo o prazo a perder.

Perceba que, desse modo, qualquer tarefa pode passar a fazer parte do caminho crítico a qualquer momento.

Por isso, é altamente recomendável que também as datas de início e término das tarefas consideradas não-críticas sejam monitoradas de perto. Afinal, ao se comprometer toda a folga de um grupo de atividades não críticas, dá-se origem a um novo caminho crítico dentro do projeto.

Se isso acontece, a missão de gerenciar o projeto como um todo se transforma em um desafio ainda mais complexo.

É por essas e outras razões que o planejamento não pode apenas ser considerado um esforço que se faz somente no início do projeto, mas sim como cuidados que acompanham a evolução do empreendimento e corrigem seus desvios no momento em que situações indesejáveis se apresentam.

Ou seja, é uma atividade recorrente.

Agora que o conceito de caminho crítico está bem solidificado, que tal aprender a fazer um completo plano de gerenciamento de cronograma?

 

cta 7 passos para implementar o Scrum e Agile em sua Gestão de Projetos

8 dicas para um planejamento de projetos em 2017

A crise financeira da economia brasileira foi um grande obstáculo para o crescimento de algumas empresas no ano de 2016. Como o ano de 2017 se aproxima, todos estão ansiosos para melhorarem o desempenho de seus empreendimentos e o planejamento de projetos é essencial para obter tal resultado.

O post de hoje mostra 8 importantes dicas para fazer um bom planejamento de projetos em 2017. Prossiga com a leitura e inteire-se sobre o assunto!

1. Conheça as limitações de sua empresa

Cada empresa existente no mercado de trabalho possui características específicas que as diferenciam das demais. Um gestor de projetos deve entender e compreender como funciona a estrutura empresarial em que está inserido. Ele precisa conhecer a história, a cultura e os ideais da empresa em que trabalha.

A partir da análise desses dados, os profissionais responsáveis pelo gerenciamento de projetos conseguem entrar em sintonia com o ambiente que os cerca, podendo assim planejar suas decisões com mais coerência e facilidade. Além disso, torna-se possível identificar os fatores positivos e negativos que podem influenciar um planejamento de projetos.

2. Tenha metas bem definidas

Antes de iniciar qualquer atividade gerencial em uma empresa, é necessário estabelecer quais serão os objetivos de sua gestão. A determinação de metas é o primeiro passo que todo gestor de projetos deve realizar para nortear sua tomada de decisões. O profissional deve determinar com clareza onde sua empresa quer chegar.

Um bom gestor é aquele que define metas que todos sob sua supervisão conseguem alcançar. Não há sentido em criar um desafio impossível de ser superado, portanto, fique atento e encontre um ponto de equilíbrio entre a eficiência de seus funcionários e os objetivos de sua empresa.

Propor um desafio ou uma meta a ser superada motiva seus funcionários. Utilize um sistema para recompensá-los quando os objetivos forem atingidos. Deixe bem claro que o crescimento de sua empresa está atrelado a um bom desempenho de seus colaboradores e que todos são importantes em sua estrutura empresarial.

3. Saiba qual é o escopo do projeto

escopo é a determinação de tudo que será utilizado — produtos e serviços — para que o seu projeto aconteça. Junto com as metas e os objetivos, o escopo é fundamental em uma cadeia produtiva, já que sua má definição põe em risco todas as etapas subsequentes de sua estrutura empresarial.

Logo, um gestor de projetos deve conhecer todos os fatores e critérios pertencentes ao escopo de sua gestão.

4. Dialogue com as partes interessadas

Um profissional de gestão de projetos é importante no desempenho de sua empresa, porém não trabalha sozinho. Para exercer sua função com máxima eficiência, é preciso conhecer investidores, gerentes e os clientes finais de sua empresa.

Sempre se comunique com essas pessoas a fim de atualizá-las quanto às suas ações e mostre como elas serão afetadas. Fique atento aos comentários que receber e busque sempre aprimorar suas ações.

5. Cumpra o cronograma

Quando se planeja um projeto, necessariamente, estipulam-se datas para a conclusão de cada etapa do processo produtivo. Estas devem ser seguidas à risca para que todo o planejamento ocorra como previsto.

Portanto, cabe a um gestor de projetos acompanhar de perto todo o funcionamento dos processos e o dia a dia de sua equipe. Esse profissional deve implementar hábitos e políticas que favorecem o aumento de produtividade, levando em consideração as necessidades de seus funcionários.

Todos devem trabalhar de acordo com o que foi planejado para que sua empresa possa ter resultados positivos em sua gestão.

6. Prepare sua equipe

De nada adianta realizar um excelente planejamento empresarial se não há em sua empresa uma equipe preparada para executá-lo corretamente. Desse modo, seus colaboradores devem receber uma atenção especial por parte de um gestor de projetos.

Conheça as qualidades e características de cada integrante de sua equipe e procure uma forma de inseri-los da melhor maneira possível em seu planejamento. Caso encontre alguma deficiência ou ausência de qualificação, realize treinamentos e palestras para adequar sua mão de obra à demanda de seu planejamento.

Promova cursos de capacitação e acompanhe cada funcionário em seu dia a dia profissional. Crie um ambiente favorável ao diálogo e deixe todos confortáveis para expressarem suas opiniões em relação ao seu trabalho.

Entenda essas críticas e elogios como uma forma de aprimorar sua gestão e lembre-se de que a solução para um problema pode surgir de uma simples conversa entre colegas de trabalho!

7. Use novas tecnologias

Vivemos em uma época em que ocorrem descobertas tecnológicas a todo momento, e a área de planejamento de projetos sempre está em constante atualização. Atualmente, existem diversas técnicas e programas que auxiliam um gestor de projetos em suas atividades.

Os softwares de gerenciamento de projetos possibilitam uma ampla visão dos processos existentes em uma empresa. Dessa forma, há uma melhoria na tomada de decisão por parte de um gestor de projetos.

Outro benefício é a possibilidade de acompanhar em tempo real tudo o que acontece em sua estrutura empresarial. Portanto, é possível identificar possíveis recursos financeiros e profissionais que estão sendo utilizados indevidamente, realocando-os em um setor em que possam ter mais utilidade.

Um gestor de projetos deve usar todas as ferramentas possíveis para auxiliar sua gestão rumo ao aumento de produtividade. Não fique para trás e encontre no mercado de trabalho um fornecedor que atenda às suas necessidades.

8. Acompanhe os resultados de seu planejamento de projetos

Durante todo o processo produtivo, analise constantemente os resultados e os relatórios obtidos e fique por dentro de tudo que acontece em sua empresa. Não espere o ano de 2017 acabar para tomar alguma decisão caso perceba que algo de errado está acontecendo. Mantenha-se atualizado e esteja pronto para inovar!

Não se preocupe caso algo não tenha ocorrido como planejado. Avalie toda a situação a fim de entender o porquê dessa ocorrência e encontre formas para solucionar tal problema. Pense também em como aprimorar os processos que deram certo com o intuito de melhorar cada vez mais seu planejamento de projetos.

Ao término da leitura do post de hoje, você descobriu 8 importantes dicas para um planejamento de projetos em 2017. Quer aprender mais sobre o assunto? Curta nossa página no Facebook e nos siga no Twitter para manter-se atualizado!

7 formas de otimizar a comunicação na gestão de projetos

“Os planos fracassam quando não há comunicação”. Apesar de antigo, esse provérbio descreve uma realidade — a falta de diálogo pode causar grandes transtornos. Para evitar isso, as empresas precisam estruturar a comunicação na gestão de projetos.

Mas como um administrador pode melhorar a troca de ideias em sua empresa? Quais são as maneiras de fomentar a comunicação de sua equipe durante um projeto? Neste artigo, listaremos sete sugestões eficazes!

1. Integre os setores

O alinhamento dos setores envolvidos em um projeto é fundamental para a boa comunicação. Por exemplo, talvez o objetivo de um gestor seja desenvolver uma campanha de marketing digital para um cliente.

Nesse projeto, pelo menos dois setores estarão envolvidos: marketing e publicidade. O que acontecerá se uma área realizar suas tarefas sem levar em conta os serviços da outra? A eficácia do processo ficará comprometida.

Para evitar isso, muitas empresas optam por implantar um software de gestão de projetos. Dessa forma, conseguem unificar de maneira inteligente os diversos departamentos da empresa.

Pois, por meio desse sistema, toda a equipe recebe informações em tempo real da evolução das atividades do projeto.

Para uma integração mais eficiente, é importante que toda a empresa use um vocabulário fácil de entender na sua comunicação. Os profissionais devem evitar usar palavras conhecidas somente por pessoas da área em que atuam.

Do contrário, haverá sempre uma barreira na comunicação, e o andamento dos processos ficará estagnado.

2. Distribua as responsabilidades

Outra prática indispensável para o sucesso da comunicação na gestão de projetos é a divisão correta de responsabilidades. Portanto, defina imediatamente a função de cada membro da equipe. Dessa forma, a qualidade da atividade não será comprometida.

Como exemplo, voltemos à situação criada no item anterior. Imagine que o cliente entre em contato com a empresa que está desenvolvendo a campanha de marketing digital de sua companhia e fale sobre um detalhe de que não gostou.

Ele diz que as técnicas de SEO (Search Engine Optimization) não estão sendo utilizadas. E agora, quem da equipe de marketing está responsável pelo SEO da campanha de marketing digital desse cliente? O gestor não sabe.

Embora essa situação pareça absurda, é muito fácil isso acontecer quando as funções não são definidas corretamente.

Pode ocorrer que várias pessoas operem o mesmo processo — nesse caso o SEO —, as formas de trabalho se confundam e, no fim, ninguém sabe quem realizou a tarefa. Dessa forma, o nível de qualidade do projeto fica insatisfatório.

Quando isso acontece, a reputação da empresa é afetada, e o cliente logo percebe a falta de especialização por parte dos gestores.

3. Dê feedbacks

Após integrar os setores e definir as funções de cada equipe, o gestor precisa estar atento ao desenvolvimento do projeto para que ajustes possam ser feitos. Caso isso seja necessário, os feedbacks do gestor serão indispensáveis.

Porque essas sugestões são importantes? A revista Exame entrevistou Sulivan França — presidente da sociedade latino-americana de coaching — que ressaltou a importância de um bom feedback para assegurar o sucesso da equipe.

Ele ainda citou que essa comunicação entre gestor e membros da equipe direciona os projetos, motiva os colaboradores e gera um ambiente de respeito e troca de experiências.

Os profissionais esperam, pelo menos, uma sugestão ou direcionamento de suas atividades por parte dos gestores. E, quando a empresa possui em sua cultura interna o hábito de dar feedbacks aos colaboradores, geralmente conseguem reter e atrair profissionais talentosos.

4. Ouça a opinião dos colaboradores

De nada adianta sugerir excelentes ideias se o gestor não está aberto às opiniões de seus colaboradores. Se isso acontecer, a empresa perderá um rico acervo de sugestões e fechará as portas da comunicação.

Em um artigo da revista Época Negócios, Tom Peters — especialista em gestão e autor do best-seller Reimagine! Excelência nos Negócios numa Era de Desordem — sublinhou que as companhias vão mal porque deixam de ouvir seus colaboradores.

Nesse mesmo artigo, Tom Peters falou que, quando o gestor faz uma simples pergunta, como “O que você acha?”, e ele ouve atentamente, os membros da equipe se sentem valorizados e desenvolvem melhor o seu trabalho.

Sendo assim, estimule sua equipe a falar sobre o que acham do projeto em que estão trabalhando, que sugestões têm e o que pode ser aprimorado.  Dessa forma, você perceberá como o diálogo em sua empresa irá melhorar.

5. Abra as linhas externas de comunicação

Outra prática muito importante para uma abertura ampla da comunicação na gestão de projetos é escutar as sugestões externas. Como assim? O gestor precisa estar atento ao que os clientes, fornecedores e parceiros têm a dizer.

Para isso, é necessário criar canais de comunicação que permitam a interação do público externo com a companhia. Por exemplo, existem plataformas em que o cliente pode fazer comentários sobre o que acha a respeito de um produto lançado por uma empresa.

Outras instituições promovem os chamados hackathons — uma maratona da inovação — e convidam profissionais externos para ajudar a aprimorar um produto ou criar uma solução para a empresa anfitriã.

Ainda outras companhias optam por uma plataforma de crowdsourcing, que abre para fornecedores, parceiros e outros profissionais a oportunidade de participar de projetos criativos da empresa.

Sendo assim, traga para sua companhia as joias inovadoras que o público externo pode oferecer para sua gestão de projetos e perceberá que sua empresa prosperará ainda mais.

6. Faça reuniões

As reuniões são oportunidades valiosas para promover a comunicação nos projetos, pois é nesse momento que a alta administração conversa sobre o desempenho da equipe no decorrer dos processos, traça metas e estrutura estratégias.

Por isso, programe encontros regulares com outros gestores para que, durante a reunião, o diálogo seja aberto e espontâneo. Promova um clima de descontração. Além disso, o gestor deve ficar atento à duração das reuniões, se forem breves, os envolvidos ficarão mais à vontade.

7. Crie uma agenda de comunicação

Após implantar todas as sugestões anteriores, você notará que toda a empresa começará a participar de forma ativa dos processos da companhia, e no meio de tanta interação é fácil perder o foco do objetivo. Então, o que fazer?

Organize uma agenda de comunicação, ou seja, defina horários estipulados para a troca de ideias durante o andamento dos projetos. Se não fizer isso, você e sua equipe serão bombardeadas por inúmeras mensagens.

Deixe bem claro quais tipos de mensagens poderão ser enviados fora dos horários estipulados, e aproveite para incluir na agenda da comunicação encontros com a equipe para discutir sobre o projeto.

Enfim, neste artigo você pode perceber que um bom gestor é aquele que sabe administrar bem seus recursos humanos. Além disso, a comunicação é a melhor ferramenta que uma empresa pode utilizar para ter uma boa gestão de projetos.

O que achou de nosso artigo? Ele ajudou você a entender como otimizar a comunicação na gestão de projetos? Então compartilhe nas redes sociais essa valiosa informação!

 

 

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Como Organizar o Fluxo de Caixa da sua Empresa de Maneira Eficiente?

O fluxo de caixa de uma empresa, independente do tamanho ou do que comercializa, é uma peça central para uma boa organização financeira e para o planejamento do negócio como um todo. Mas será que você sabe utilizar esta ferramenta?

Neste post, você vai compreender como organizar o fluxo de caixa do seu empreendimento de maneira eficiente e garantir a boa saúde financeira da sua empresa.

COMPREENDA O FLUXO DE CAIXA

O fluxo de caixa é uma ferramenta de gestão financeira que, além de organizar as finanças de uma empresa, permite diferentes análises que serão essenciais no processo de tomada de decisão. A implementação pode ser feita a qualquer momento, mas quanto antes você começar, mais fácil fica para que sua empresa possa se organizar financeiramente e enfrentar os desafios empresariais.

Para sua elaboração, apesar de o nome indicar, entram não somente os valores do caixa, ou seja, dinheiro da empresa, mas, também, aqueles que estão no banco e nas aplicações de liquidez imediata. Separando os saldos iniciais de caixa e equivalentes, é preciso definir uma data de corte para o início do registro, que deverá ser feito em planilhas eletrônicas ou, preferencialmente, em um software integrado de gestão.

Esses lançamentos deverão ser comparados com as entradas relativas a recebimentos ligados a clientes e com as saídas derivadas de pagamentos a fornecedores, salários e outras contas do dia a dia da empresa.

Após essa comparação, ele apontará o valor disponível de fluxo de caixa, que são os recursos que a empresa tem a sua disposição e que podem ser utilizados para algum pagamento, compra ou investimento.

ENTENDA QUE TODOS OS VALORES SÃO IMPORTANTES

Um erro muito comum é não registrar no fluxo de caixa pequenos valores, como aqueles relacionados com a compra de material de limpeza, lanches e refeições e outros gastos que ocorrem na rotina da empresa. Porém, esse é um erro que poderá comprometer, no final do período, não só o fluxo de caixa, mas suas finanças como um todo.

Isso ocorre porque, quando somadas, essas pequenas despesas diárias passam a ser representativas e, caso você não as considere, pode ter uma noção errada de como andam os seus valores disponíveis, ou seja, livres para utilização, de acordo com as suas necessidades.

FIQUE DE OLHO NOS PAGAMETNOS E RECEBIMENTOS

Ficar de olho nos pagamentos e nos recebimentos tem um grande impacto no seu fluxo de caixa, principalmente quando o assunto é o prazo que você dá aos seus clientes e aquele que você tem junto aos seus fornecedores. Muitas empresas passam por dificuldades, pois demoram muito para receber e precisam de recursos para pagar os seus fornecedores.

Para evitar esses problemas, procure buscar um equilíbrio e fornecer um prazo de pagamento para os seus clientes parecido com aquele que você recebe dos fornecedores. Além disso, busque estimular os pagamentos à vista, oferecendo descontos para aqueles feitos antecipadamente.

No caso daqueles clientes que compraram a prazo e que estão com seus títulos em atraso, é necessário agir, entrar em contato e entender o porquê do atraso e como você pode ajudar na resolução desse problema. Lembre-se que o bom andamento do seu fluxo de caixa depende da disposição de recursos para arcar com as suas dívidas e que toda sobra é importante para sua empresa.

TENHA ALGUNS CUIDADOS

Um dos primeiros cuidados que você deve ter para o bom uso do seu fluxo de caixa é separar as suas finanças pessoais das empresariais. Assim, caso você ainda não possua, será necessário criar contas bancárias e cartão de débito e crédito para você e para sua empresa.

A conta e os cartões empresariais devem somente ser utilizados para o pagamento das despesas relativas à pessoa jurídica. Caso você precise de dinheiro para suas despesas pessoais, deverá fazer a retirada por pró-labore ou retirada de lucros, que são duas formas de remunerar o proprietário ou sócios de uma empresa.

Para que o seu fluxo de caixa seja realmente eficiente, é preciso que ele esteja sempre atualizado. Assim, inserir em sua empresa a cultura da atualização diária na movimentação do fluxo de caixa permitirá que você saiba, em tempo real, como andam as suas finanças, identificando possíveis dificuldades ou, ainda, aproveitando preços diferenciados à vista.

Outro cuidado é com o registro dos dados que, preferencialmente, devem ser acompanhados de um documento fiscal como nota, cupom fiscal ou outro que possa confirmar a veracidade da entrada ou saída. Esses lançamentos devem, também, contar com um histórico detalhado, que permitirá, se preciso, consultar o lançamento e conhecer todos os seus detalhes.

Os cheques pré-datados merecem atenção especial, tanto no caso daqueles recebidos de clientes como no caso daqueles utilizados para pagamento. Lembre-se que eles só poderão ser inseridos no fluxo de caixa no momento em que puderem ser compensados e não na data em que foram recebidos ou repassados a clientes. O mesmo vale para compras e vendas a prazo, cujo valor só deve ser considerado no momento de recebimento ou pagamento da parcela.

CONHEÇA TODAS AS VANTAGENS

Como você já viu, o fluxo de caixa organiza e permite o conhecimento em tempo real de suas finanças, porém, existem outras vantagens. É possível criar categorias tanto de despesas quanto de receitas e conhecer onde está sendo gasto o dinheiro da empresa e quem são os seus principais clientes, qual o prazo médio de pagamento, entre outros dados que podem ser utilizados no planejamento.

Aqui podem ser tomadas outras decisões, como o corte de gastos ou substituição de mão de obra ou de outros desembolsos que estejam pesando muito em seu orçamento.

O fluxo de caixa também poderá ser utilizado de maneira projetada, que é uma forma de conhecer antecipadamente como estarão os seus recursos em um período futuro. Essa visão projetada é excelente para prever eventuais faltas ou sobras de recursos e programar compras ou algum investimento para a sua empresa.

Existem inúmeras vantagens na utilização do fluxo de caixa, e ele é um dos maiores aliados no seu planejamento financeiro. Portanto, a compreensão do funcionamento do fluxo de caixa e da importância de todos os registros, independentemente do valor, é imprescindível para que se possa estar de olho, tanto nos pagamentos, quanto nos recebimentos, para que haja um equilíbrio em seu fluxo de caixa.

Também é necessário sempre estar atento à alguns cuidados, como a separação das suas contas daquelas que são da empresa e a necessidade da atualização e do controle dos cheques pré-datados.

Gostou do post? Então entenda também qual o melhor KPI a ser utilizado no seu negócio e garanta o sucesso dos seus projetos!

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