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visão estratégica

Entenda o poder da visão estratégica para os seus projetos

A visão estratégica de uma empresa é um dos principais conceitos abordados no mundo contemporâneo, sendo fundamental para a prosperidade de um negócio. Porém, infelizmente, muitas empresas consideram outras ferramentas mais importantes, como é o caso dos objetivos financeiros.

É importante salientar que a visão estratégica nada mais é do que se ter conhecimento de qual o caminho a empresa está seguindo e seu destino, caso permaneça no mesmo curso. Em outras palavras, a visão estratégica lida com o planejamento futuro da empresa, buscando definir os objetivos e determinar o que deve ser feito para alcançá-los.

Definir a missão, a visão e os valores empresariais é importantíssimo, mas eles não são os únicos conceitos abordados em uma visão estratégia completa. A tríade em questão é necessária para dar um rumo para a companhia, mas é preciso trabalhá-la, procurando oferecer vantagens para o seu empreendimento. É imprescindível pensar fora da caixa e analisar como se devem colocar os demais conceitos em prática.

Ser um estrategista é uma qualidade que poucas pessoas têm e que está sendo bastante valorizada no mercado de trabalho atual. Lidar com conflitos, gerenciar crises e garantir que todos os problemas que ocorram na produção sejam erradicados não é nada fácil.

Interessou-se pelo assunto? Então, continue a leitura deste artigo e entenda o poder da visão estratégica para seus projetos!

Por que a visão estratégica é importante?

Agora que você já sabe o que é a visão estratégica, é fundamental entender a sua importância. A atividade de pensar fora da caixa e planejar qual será o posicionamento da empresa em um futuro próximo é importantíssima para a continuidade e o aumento dos lucros do negócio.

A visão estratégica pode ser considerada um diferencial competitivo, pois permite que a empresa consiga entregar mais valor para o seu cliente. Isso só é possível devido ao fato de essa empresa ter informações suficientes para melhorar o processo de compra a que seus clientes são submetidos.

Além disso, deve-se ressaltar que a visão estratégica atua também no processo de tomada de decisão, deixando-o mais eficaz e produtivo. Saber quais são os objetivos que a empresa quer alcançar certamente deixará o processo de tomada de decisão mais simples.

Por último, mas não menos importante, os gestores que têm essa característica conseguem identificar algumas tendências no mercado, eliminando os riscos para o negócio e permitindo o aproveitamento de oportunidades de sucesso.

Quais os prejuízos de negligenciá-la?

Obviamente, as empresas que ignoram a visão estratégica arcam com alguns prejuízos. É comum que essas empresas tenham um desenvolvimento mais demorado, pois elas não sabem aonde querem chegar. Como diz o Gato, em Alice no País das Maravilhas: “Para quem não sabe para onde vai, qualquer caminho serve”.

Outro ponto negativo em se negligenciar essa visão é que os gestores passam a não considerar o futuro. Alguns gerentes pensam que “a empresa tem um bom produto, que vende bem e de que o público gosta, logo, não precisamos pensar no futuro.”.

Esse tipo de pensamento se torna muito comum em momentos econômicos que favorecem sua empresa. Preste atenção a isso! Deve-se salientar, ainda, que esse talvez seja um dos maiores erros, uma vez que novas tecnologias podem mudar o panorama de um setor rapidamente.

O foco dos profissionais também merece atenção. Caso não haja um caminho a ser percorrido, eles não saberão o que deve ser feito para alcançar os objetivos, não conseguindo melhorar sua atuação e, em alguns casos, se desmotivando.

Então, como se preparar para aplicá-la?

Aplicar esse tipo de conhecimento em uma empresa exigirá um profundo conhecimento do negócio. Assim, é fundamental fornecer treinamentos e cursos de capacitação para os funcionários. Mostre alguns exemplos de sucesso de outras empresas, buscando instigá-los a melhorar o local em que trabalham.

Também é interessante promover algumas discussões sadias, principalmente sobre o planejamento das atividades e a responsabilidade respectiva de cada um dos profissionais.

O dono do negócio também tem que estar preparado para suportar as mudanças. É preciso ter uma boa visão de mercado e conhecimento em gestão de negócios. Além disso, escutar boas ideias e estimular os funcionários a fornecê-las é uma alternativa que pode ser extremamente produtiva.

Qual o real papel do empreendedor?

A visão estratégica é fundamental para qualquer tipo de negócio. Pode-se afirmar, inclusive, que as pessoas que não conseguem ter esse tipo de pensamento não estão prontas para serem donas de um negócio próprio.

Empreender está diretamente relacionado com inúmeras variáveis, que vão muito além do conhecimento técnico sobre a atividade em questão e os principais conhecimentos em gestão.

É necessário emoção, realização de sonhos, idealizar uma ideia, fazer a diferença no mercado e impactar positivamente a vida de uma pessoa. O ideal é conseguir monetizar uma paixão, não apenas visando o lucro, mas a transformação positiva e o impacto que ela pode causar no coletivo.

Quando decidimos ser donos de um negócio próprio, é impossível não pensarmos no sucesso e na prosperidade dele. Em outras palavras, estamos pensando no futuro da empresa, e, como já destacado, esse futuro exige pensamento estratégico. Lembre-se de que ninguém fará esse tipo de previsão para você. Os sonhos são seus e só você pode determinar aonde é capaz de chegar.

Uma dica que pode ajudar um empreendedor perdido é: busque por objetivos que possam contribuir positivamente para um grupo, independentemente de qual for a sua motivação profissional. Essa será a melhor maneira de adquirir pensamentos ligados ao futuro do negócio.

A orientação que fornecemos está diretamente ligada ao acesso às informações estratégicas. É possível conseguir gerenciar melhor todos os aspectos de um negócio por meio da utilização de softwares de soluções em gestão de projetos.

Esse tipo de tecnologia permitirá que você tenha acesso a todas as informações em um único ambiente, na palma de sua mão. Utilizando esse recurso tecnológico, sua empresa ficará cada vez mais próxima de uma gestão efetiva e de qualidade, analisando e controlando os principais indicadores de sucesso de um empreendimento.

Portanto, sonhe, imagine o futuro e veja aonde você deseja chegar. Certamente, não será fácil atingir os objetivos propostos, mas, com muito trabalho, dedicação e visão estratégica, será possível alcançar esse lugar. Não perca tempo, tenha coragem e realize os seus sonhos!

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certificação pmp

Veja o valor que a certificação PMP tem para a sua carreira

Nos últimos anos, os principais projetos do mundo passaram a ser melhor gerenciados e controlados. Escopo, custo, prazo e, principalmente, qualidade, passaram a ter uma atenção maior dos gestores e dos stakeholders.

Mesmo assim, muitos projetos são considerados um fracasso em, pelo menos, um dos indicadores citados. Para melhorar os resultados em seus empreendimentos, muitas empresas começaram a buscar gerentes qualificados, experientes e com conhecimento técnico mais sólido.

Com isso, muitos profissionais investiram em cursos e certificações — como a certificação PMP — para valorizar-se no mercado de trabalho e conseguir gerenciar projetos de acordo com os marcos e prazos estabelecidos.

Você sabe o que é PMP? Conhece a importância dessa certificação para a gestão de projetos? Continue a leitura deste artigo e veja o valor que a PMP tem para a sua carreira!

O que é a certificação PMP?

A sigla PMP quer dizer “Project Manager Professional” ou “Profissional de Gerenciamento de Projetos”, em português. A certificação é um reconhecimento que o PMI (Project Management Institute) fornece para os profissionais que têm formação, competência e experiência suficiente para gerenciar, orientar e alcançar o sucesso esperado em um projeto.

Os profissionais que possuem essa certificação são devidamente recompensados. Além da recompensa financeira (a sua faixa salarial é consideravelmente maior em comparação à de gestores de projetos não certificados), deve-se ressaltar o respeito e a credibilidade que a PMP confere aos profissionais.

Isso permite que seus projetos sejam gerenciados sem grandes interferências externas e/ou opiniões de quem não conhece o processo. Atualmente, a certificação PMP é considerada a mais importante para os setores da indústria e da construção civil.

A cada dia, mais e mais empresas buscam profissionais gabaritados, o que torna a certificação uma exigência, um pré-requisito — e não um diferencial. Se você pensa em ser um gerente de projetos de sucesso, a certificação PMP é imprescindível para que você alcance esse posto.

Como obter a certificação PMP?

Para ser um profissional certificado, além de comprovar toda sua experiência em liderar e dirigir equipes, é necessário atestar o seu conhecimento. Existem alguns requisitos que devem ser cumpridos, permitindo que você se candidate à certificação.

Podemos dizer que existem duas opções de requisitos, sendo elas:

Opção 1:

  • formação de quatro anos (bacharel ou equivalente);
  • mínimo de 3 anos de experiência no gerenciamento de projetos;
  • mínimo de 4.500 horas de liderança e direção de projetos;
  • 35 horas de formação em gerenciamento de projetos.

Opção 2:

  • diploma de ensino médio (ou equivalente);
  • mínimo de 5 anos de experiência no gerenciamento de projetos;
  • mínimo de 7.500 horas de liderança e direção de projetos;
  • 35 horas de formação em gerenciamento de projetos.

É importante frisar que, para obter a certificação, será necessário que o profissional se submeta a um exame. Ele é utilizado para testar seus conhecimentos e para checar se toda a experiência apresentada nos requisitos foi útil na sua formação profissional.

Existem cursos preparatórios, caso o profissional considere necessário. Assim, ele pode preparar-se melhor e relembrar alguns conceitos e termos que, eventualmente, foram esquecidos.

Além disso, o curso preparatório poderá ser de grande ajuda para atualizar seus conhecimentos, evidenciando novas práticas e ações que estão sendo utilizadas nos principais projetos ao redor do mundo.

Quais são os principais benefícios?

Além do reconhecimento financeiro e do respeito proporcionado pela certificação, a PMP pode render outros benefícios. Afinal, desse modo todos os principais stakeholders saberão que você tem conhecimento e experiência para estar à frente de um cargo de liderança.

Sempre que surgirem desafios e problemas, todos saberão que você é a pessoa certa para encontrar as melhores soluções. A certificação PMP também é responsável por demonstrar que você se dedicou bastante e não chegou ao posto que está hoje por um mero acaso.

Outra grande vantagem é que todos os projetos que estiverem sob sua gerência terão indicadores excelentes, respondendo com primazia aos principais requisitos de custo, prazo, escopo e qualidade.

Dessa forma, o seu nome, bem como sua qualidade, estarão sempre em pauta nos principais empreendimentos da empresa. Como consequência, você poderá escolher em quais projetos poderá atuar e sempre terá trabalho — o que permite que você sobreviva a qualquer tipo de crise nesse tipo de mercado.

Uma dica interessante para melhorar todo o gerenciamento dos projetos em sua empresa é investir na implantação de um PMO. Ao fazê-lo, o gerente de projetos garantirá que todos os processos sejam otimizados e que a empresa tenha um controle maior sobre os principais parâmetros de um empreendimento.

Como aliar tecnologia à certificação PMP?

Pode-se dizer que o mundo atual está passando por uma revolução tecnológica. A forma como nos relacionamos e como fazemos negócio estão mudando completamente. Obviamente, na gestão de projetos não seria diferente.

Já existem softwares capazes de estruturar todo o processo de gestão, aumentando a produtividade, otimizando recursos e fornecendo relatórios com informações preciosas. Esse tipo de sistema pode te ajudar a gerenciar melhor sua equipe, analisando a performance de cada profissional e suas horas produtivas.

Todo o processo de delegação de tarefas será realizado mais facilmente, garantindo que nenhum profissional fique sobrecarregado e que ninguém fique ocioso. A gestão de riscos também será beneficiada.

Ao obter informações precisas e no tempo certo, o gerente de projetos conseguirá planejar-se para eliminar as principais ameaças do projeto e, da mesma forma, propiciar o aproveitamento de todas as oportunidades que podem surgir.

Se você deseja trabalhar como gerente de projetos — ou já o faz — não perca tempo e candidate-se à certificação PMP. Esse título pode ser crucial para alavancar sua carreira. O investimento, inicialmente, pode ser considerado alto — mas certamente valerá a pena.

Não se esqueça de utilizar a tecnologia como uma aliada na gestão de seus empreendimentos. O uso de softwares, como destacado anteriormente, pode ser extremamente vantajoso.

Utilize a internet para realizar pesquisas e buscar novas informações nesse segmento. É importantíssimo estar atento às novidades do mercado e às principais inovações da área. Invista no seu conhecimento e você só terá a ganhar!

E então, gostou do nosso artigo? Entendeu a importância da certificação PMP para a sua carreira? Compartilhe este artigo em suas redes sociais e ajude seus amigos a entender um pouco mais sobre o tema!

áreas de conhecimento PMBOK

Saiba quais são as áreas de conhecimento PMBOK

O PMBOK (Project Management Body of Knowledge) é um guia com as melhores práticas em gestão de projetos, desenvolvido pelo PMI (Project Management Institute). Atualizado periodicamente, o guia tem sua 6ª edição com lançamento previsto para o terceiro trimestre de 2017. Já era hora de conhecer as áreas de conhecimento PMBOK, não é mesmo?

Deve-se ressaltar que o PMBOK não determina como deve ser realizado o gerenciamento de um projeto. Ele apenas fornece as melhores práticas que foram utilizadas em projetos de sucesso ao redor do mundo, baseado em lições aprendidas em mais de 180 países. Sendo assim, é de responsabilidade de gerente de projetos tomar as decisões e escolher qual caminho seguirá para cumprir os marcos e metas estabelecidos.

Podemos dizer ainda que o guia PMBOK é dividido em 10 áreas de conhecimento PMBOK, facilitando a sua aplicação no dia a dia de projetos. Interessou-se pelo assunto? Continue a leitura deste artigo e saiba quais são as áreas de conhecimento do PMBOK.

Gerenciamento da integração

O gerenciamento da integração é a área que representa a descrição dos processos que integram os elementos de uma boa gestão de projetos. O principal objetivo dessa área é manter o projeto em sincronismo, identificando, definindo, combinando, unificando, coordenando, monitorando e registrando os documentos necessários das áreas de conhecimento PMBOK.

Os processos dessa área são:

  1. desenvolver o termo de abertura;
  2. desenvolver o plano de gerenciamento de projetos;
  3. orientar e gerenciar a execução do projeto;
  4. monitorar e controlar o trabalho do projeto;
  5. realizar controle integrado de mudanças;
  6. encerrar o projeto ou fase.

Gerenciamento do escopo

O gerenciamento de escopo é responsável por definir as atividades que devem ser realizadas para entregar o produto, serviço ou resultado. Além disso, essa área é capaz de definir critérios para determinar se o projeto foi completado.

É válido ressaltar que o escopo do projeto deve englobar apenas o trabalho necessário para que o empreendimento seja concluído com sucesso. Nada a mais e nada a menos.

Os processos do gerenciamento de escopo são:

  1. plano de gerenciamento de escopo;
  2. coletar requisitos;
  3. definir o escopo;
  4. criar EAP;
  5. validar escopo;
  6. controlar o escopo.

Gerenciamento do tempo

Esta área é responsável por estimar recursos e duração e sequenciar as atividades do projeto. Nela, define-se o cronograma do projeto a partir do escalonamento das atividades e suas precedências.

Os processos do gerenciamento do tempo são utilizados para garantir que o andamento das atividades esteja de acordo com o cronograma e que a entrega do projeto ocorra no prazo comprometido.

Os processos do gerenciamento do tempo são:

  1. plano de gerenciamento do cronograma;
  2. definir as atividades;
  3. sequenciar as atividades;
  4. estimar os recursos;
  5. estimar a duração;
  6. desenvolver o cronograma;
  7. controlar o cronograma.

Gerenciamento do custo

O gerenciamento do custo é uma das áreas a que os gestores de projetos mais atentam. O seu principal objetivo é fornecer uma estimativa preliminar do custo total do projeto, já no seu início. Assim, é possível assegurar que o projeto terá todo o recurso financeiro necessário para a realização do empreendimento.

Além disso, nessa área também é possível planejar as formas de como os recursos financeiros serão utilizados ao longo do cronograma do projeto, podendo controlá-los e gerenciá-los da melhor maneira possível, certificando-se de que o projeto seja finalizado conforme o orçamento definido.

Os processos do gerenciamento de custo são:

  1. plano de gerenciamento de custo;
  2. estimar os custos;
  3. determinar o orçamento;
  4. controlar os custos.

Gerenciamento da qualidade

O gerenciamento da qualidade, por sua vez, é responsável por garantir que o projeto satisfaça os objetivos e funções para os quais ele foi realizado. Normas e padrões de qualidade são costumeiramente definidos nos processos dessa área, buscando sempre a melhoria contínua.

Pode-se ressaltar que o ciclo PDCA é a base da melhoria da qualidade. Sendo assim, é comum a realização de auditorias de qualidade, impedindo que um produto que não atenda às normas e padrões preestabelecidos seja aprovado.

Os processos do gerenciamento da qualidade são:

  1. planejar gerenciamento da qualidade;
  2. realizar a garantia da qualidade;
  3. controlar a qualidade.

Gerenciamento de recursos humanos

Esta área é incumbida de organizar e gerenciar a equipe do projeto. Nela, são definidos os tipos e perfis de profissionais que devem ser alocados em cada uma das etapas de um projeto, bem como a sua hierarquia e a matriz de responsabilidades.

Toda a etapa de mobilização de pessoal, treinamento e capacitação da equipe e a resolução de conflitos e problemas são realizados no gerenciamento de recursos humanos.

Os processos do gerenciamento de recursos humanos são:

  1. planejar o gerenciamento de recursos humanos;
  2. montar a equipe do projeto;
  3. desenvolver a equipe do projeto;
  4. gerenciar a equipe do projeto.

Gerenciamento das comunicações

Uma das áreas de conhecimento mais importantes é o gerenciamento das comunicações. Essa área emprega os processos necessários para garantir o desenvolvimento, recolhimento, distribuição, armazenamento, recuperação e destinação final das informações sobre o projeto de forma oportuna e adequada.

Ela é de suma importância porque nela é definido como ocorrerá todo o processo de comunicação durante a execução do projeto. Dessa forma, será possível definir como as informações serão comunicadas, seu formato, conteúdo e nível de detalhes. Além disso, as responsabilidades pela comunicação das informações e os respectivos receptores também serão identificadores.

Assim, será possível certificar-se de que todo o processo de comunicação ocorra da melhor maneira possível, evitando gargalos que possam ser prejudiciais a todo o sistema.

Os processos do gerenciamento de comunicação são:

  1. planejar o gerenciamento das comunicações;
  2. gerenciar as comunicações;
  3. controlar as comunicações.

Gerenciamento dos riscos

O risco de um projeto é uma condição incerta que, se ocorrer, terá um efeito negativo ou positivo sobre pelo menos um dos principais objetivos do projeto, como escopo, custo, tempo ou qualidade.

O principal objetivo do gerenciamento dos riscos é aumentar a probabilidade e o impacto dos eventos positivos e reduzir a probabilidade e o impacto dos eventos negativos. Para isso, é recomendado criar uma lista de riscos identificados, buscando priorizá-los, a partir do seu grau de criticidade e de uma probabilidade numérica de ocorrência.

Assim, é válido afirmar que os riscos devem ser monitorados e controlados constantemente, afinal, novas ameaças ou oportunidades podem ser encontradas durante a execução das atividades do projeto.

Os processos do gerenciamento dos riscos são:

  1. planejamento do gerenciamento de riscos;
  2. identificação de riscos;
  3. análise qualitativa de riscos;
  4. análise quantitativa de riscos;
  5. planejamento de respostas a riscos;
  6. monitoramento e controle de riscos.

Gerenciamento de aquisições

Esta área inclui os processos requeridos para adquirir bens e serviços externos à organização executora, além de gerenciar os contratos. A grande funcionalidade dessa área está na definição do que se deve adquirir, de quem, gerenciamento de contratos e pagamentos e se as entregas estão sendo realizadas de acordo com o combinado.

O gerenciamento de aquisições deve ser feito na perspectiva do comprador, no relacionamento comprador—vendedor. O vendedor deve ser considerado como externo à organização.

Os processos do gerenciamento de aquisições são:

  1. planejar o gerenciamento de aquisições;
  2. conduzir aquisições;
  3. controlar aquisições;
  4. encerrar aquisições.

Gerenciamento de stakeholders

Por último, mas não menos importante, temos o gerenciamento de stakeholders. Essa área de conhecimento da gestão de projetos é responsável pela identificação dos grupos, pessoas ou organizações que podem impactar ou ser impactados por uma decisão, atividade ou resultado do seu projeto.

É de fundamental importância conhecer a opinião dos stakeholders sobre a imagem que a empresa está passando, seja ela positiva ou negativa. Sendo assim, é necessário ter empatia nas negociações e respostas dos participantes de forma imparcial, buscando sempre melhorar a imagem da empresa no mercado.

Os processos do gerenciamento de stakeholders são:

  1. identificar os stakeholders;
  2. planejar o gerenciamento dos stakeholders;
  3. gerenciar o engajamento dos stakeholders;
  4. controlar o engajamento dos stakeholders.

Como você pôde perceber ao longo deste artigo, as 10 áreas de conhecimento PMBOK exigem certas habilidades dos gestores de projeto. Gerenciar um projeto com base no PMBOK não é uma tarefa fácil, mas também não é impossível.

Pode-se utilizar softwares que ofereçam soluções em gestão de projetos, visando automatizar e simplificar todo o processo de gerenciamento. Esse tipo de tecnologia facilitará a análise dos principais indicadores, permitindo agir antes que uma crise ou problema afete o empreendimento.

Porém, é ideal que você procure por softwares que sejam fáceis de mexer, estruturando melhor a gestão de projetos, aumentando a produtividade e otimizando os recursos. É melhor ter uma solução simples e eficiente do que uma robusta e incompetente. Pense nisso!

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montar uma equipe

Saiba o que fazer para montar uma equipe interna eficiente

Um dos grandes segredos para uma corporação se desenvolver é montar uma equipe interna eficiente. Colaboradores em sinergia e que funcionam bem no trabalho conjunto são capazes de levar os projetos para frente e conquistar ótimos resultados! Mas um grupo de trabalho efetivo não ocorre por acaso. Ele é resultado do esforço conjunto entre gestores e funcionários.

Para conseguir formar times altamente produtivos, você pode aplicar diversas estratégias. Nesse post, vamos apresentar várias dicas para o sucesso nessa importante tarefa em sua corporação! Ficou interessado? Continue acompanhando o artigo e tire todas as suas dúvidas!

Abra espaço para sua equipe compartilhar ideias e experiências

Quando os colaboradores se sentem à vontade para trazer experiências, dar sugestões e compartilhar ideias com a equipe, o trabalho flui muito melhor. Assim, os colaboradores têm a chance de ter mais contato uns com os outros — algo capaz de gerar vivências únicas.

É fundamental orientar o time para que haja receptividade, mesmo quando uma ideia dada não é muito viável nem conveniente. Nesse caso, vale oferecer uma boa justificativa para quem deu as sugestões. Afinal, diplomacia e capacidade de argumentar são habilidades importantes que todos no grupo devem treinar.

Ouvir e proporcionar um clima de abertura pode ajudar com que os profissionais se sintam bem no local do trabalho. Isso traz motivação, engajamento e responsabilidade — tanto para cada membro do time, quanto para o grupo, como uma unidade mais ampla.

Fique atento ao seu papel como líder

O líder é uma figura central para o grupo. Além de ser uma referência de como agir e enfrentar as dificuldades, ele é também um membro motivador.

As equipes eficientes, em geral, têm um bom nível de autonomia, mas mesmo os profissionais de melhor performance buscam alguém para se espelharem. Procure ser uma boa referência para os colaboradores e perceba o quanto isso é importante para o engajamento nas atividades.

O líder também pode ser um impulsionador para o grupo. Ele convida todos a participarem, mostrando os resultados positivos que podem ser alcançados com um bom cumprimento das tarefas. Além disso, quando o gestor mostra que acredita nas capacidades do time, os efeitos são muito positivos.

Aposte em boas ferramentas de comunicação

Quando a equipe se comunica bem, ela trabalha melhor e com mais facilidade. Se o colaborador tem recursos de qualidade para manusear os dados, fica muito mais fácil desenvolver bons projetos e serviços em conjunto.

Atualmente, não faltam recursos para otimizar o compartilhamento de informação nas empresas. Aposte nos recursos virtuais, e-mails, murais e informativos. Há também plataformas para construção de projetos que permitem planejar, executar tarefas e estabelecer uma comunicação sólida entre os profissionais.

Por fim, não se esqueça de investir nas reuniões da equipe. Esses momentos são preciosos para a realização de trabalhos efetivos e construtivos.

Faça uma boa mediação dos conflitos

Ao montar uma equipe, a diversidade é um fator importante para a boa performance. Nesse contexto, eventualmente, podem surgir conflitos, o que não deve ser visto como um problema. As divergências são oportunidades excelentes de aprendizagem, e se você souber explorar essas possibilidades, vocês podem ter bastante sucesso nas tarefas.

Para isso, procure ouvir as partes que estão em conflito, escutando os argumentos de cada uma e as questões que estão mobilizando os profissionais. A partir das ideias que eles trazem, procure ajudá-los na busca de soluções, dialogando e aproveitando o potencial de novas ideias.

Existem situações em que o conflito ocorre entre poucas pessoas do time, e buscar ideias com outros membros da equipe pode ser bem efetivo.  Porém fique atento, pois essa medida é mais bem aplicada em conflitos ligados às tarefas. Divergências pessoais demandam um tratamento diferenciado.

feedbacks

Nenhum profissional gosta de realizar uma tarefa e não ter retorno sobre ela. O feedback é fundamental para que o colaborador tenha consciência de seus pontos de sucesso, bem como dos aspectos que precisam de melhoria.

Em equipes eficientes, o mesmo não ocorre de forma diferente. Ao desenvolver um projeto ou outra atividade, o grupo precisa de uma avaliação e de um retorno.

O feedback negativo é feito a partir de uma crítica construtiva, objetiva e que define exatamente onde está o problema, sendo descrita de forma bastante cordial. Ele é fundamental para abrir as oportunidades de correção das falhas e de aprimoramento do trabalho.

Por outra análise, quando a equipe recebe feedbacks positivos, estamos falando de motivação, pois cada profissional se sente reconhecido. Da mesma forma, eles devem ser pontuais e claros, pois também possuem um papel construtivo.

Fortaleça a identidade de grupo para montar uma equipe forte

O sentimento de identidade de grupo é primordial para que uma equipe funcione bem. Para isso, é importante que todos se sintam unidos, envolvidos no time e ligados aos gestores. Uma boa dica é apostar nos símbolos para formar a noção de unidade, como mascotes, lemas, camisetas e logomarcas.

Além disso, incentive a inclusão de todos os membros, respeitando as particularidades de cada um e valorizando os traços individuais. Essa diversidade enriquece o coletivo e faz com que o trabalho seja rico e original. Montar uma equipe com a cultura de valorizar esses fatores certamente agrega excelentes resultados.

Promova confraternizações

Os momentos de lazer e descontração são fundamentais para vocês manterem uma boa performance. Realizar confraternizações permite que haja descanso, relaxamento e oportunidade de interagir com o foco em algo que seja diferente do trabalho.

Essa medida permite a formação de laços — os colaboradores podem descobrir afinidades, fortalecer vínculos e compartilhar experiências uns com os outros. Esses momentos trazem melhorias para as relações interpessoais e permitem que o grupo possa se sentir renovado e com mais energia.

Montar uma equipe interna eficiente é um desafio, mas também um passo básico para alcançar sucesso no negócio. Não basta selecionar os profissionais certos, é necessário escolher as melhores atitudes para engajar o time e abrir espaço para que haja uma boa performance do grupo.

Para isso, é importante incentivar o compartilhamento de ideias/experiências, ser um bom líder, mediar bem os conflitos e apostar em bons recursos para a comunicação. É importante, também, dar feedbacks sobre o trabalho, fortalecer a identidade de grupo e promover confraternizações para que os colaboradores possam relaxar e ter a possibilidade de fortalecer os laços entre si.

E então, leitor? Gostou de nossas dicas para montar um time efetivo? Aproveite e compartilhe esse conteúdo com seus colegas nas redes sociais!

Aumentar o faturamento da empresa

Conheça 6 dicas para aumentar o faturamento da empresa de forma saudável

Em tempos de uma corrida acirrada para aumentar o faturamento da empresa com menos margem para erros e deslizes, conseguir manter as vendas em um bom patamar é um desafio constante.

Se, por acaso, você está ficando sem ideias novas de como aumentar o faturamento da empresa, confira se já conhece e tentou utilizar todas estas formas que listamos para você. Nós garimpamos o que há de mais prático e funcional para tornar o fechamento do mês um momento mais alegre.

Acompanhe!

1. Venda mais para os mesmos clientes

De acordo com o CAC (Custo de Aquisição de Clientes), que mede as despesas para se atrair mais compradores para os seus produtos, conseguir trazer mais clientes para dentro de casa costuma ser mais caro do que manter os que já temos.

Isso quer dizer que dar uma boa atenção aos atuais consumidores e manter o relacionamento saudável para deixá-los sempre por perto é uma ótima ideia.

O que alguns gestores não percebem é que é possível aumentar as vendas para os mesmos clientes. Para isso, é preciso entendê-los bem e conseguir identificar algumas necessidades que ainda não estão sendo atendidas.

Confira com seu pessoal de vendas se existe alguma potencialidade ainda não explorada para os clientes que já estão na carteira.

Uma outra vantagem nesse ponto é que você já sabe como eles fazem seus pagamentos e não se arrisca tanto com possíveis calotes de novatos no seu financeiro.

2.Treine funcionários

Uma equipe de trabalho obsoleta e que parou no tempo não vai poder te ajudar muito a vencer os novos desafios que surgem de tempos em tempos.

É preciso tentar criar uma cultura de renovação e manter uma sintonia com o que anda acontecendo no mercado, para que se possa buscar alternativas de novos produtos e serviços, outras opções de rentabilização, melhorias quanto ao que já se oferece ao mercado e também uma visão mais crítica sobre a atual situação da empresa.

Se achar que vale a pena, por uma questão tanto financeira, como para conseguir maior empenho da parte dos funcionários, tente criar uma política de colaboração nos estudos.

A empresa pagando uma parte do custo de alguns cursos e o seu pessoal a outra parte, não fica pesado para ninguém e a dedicação costuma ser maior.

3. Conheça e revise os processos do negócio

Depois de um tempo de experiência em uma determinada área, temos tendência à acomodação. Isso é um perigo.

De vez em quando, é muito importante revisarmos o escopo do nosso trabalho e como ele anda sendo feito, para não deixarmos passar alguns detalhes que poderiam ser mais bem aproveitados.

Nesse caso, os bons profissionais de gestão de projetos costumam se destacar por conseguir aproveitar seus recursos humanos de maneira a não ter perdas com o ócio de funcionários.

Reveja suas rotinas de trabalho e tente identificar gargalos e limitações. Às vezes, vai conseguir encontrar alguma coisa interessante que estava debaixo do seu nariz.

4. Fique de olho no mercado

Viver copiando o que os seus concorrentes andam fazendo é uma forma de sempre estar em segundo lugar, mas ficar de olhos fechados para o mercado é um caminho certeiro para a obsolescência.

O ideal é acompanhar as novas tendências e conseguir desenvolver internamente soluções que possam projetar as suas vendas.

Se você tem percebido que seus concorrentes estão oferecendo outros produtos que você também tem condições de levar aos clientes, entenda qual a melhor forma de sua empresa conseguir essa nova abordagem. Avalie também o que pode ser conquistado de maneira a manter sua clientela fiel.

Às vezes, a inovação pode estar somente voltada para a forma de contração e ainda assim ser um sucesso no mercado.

5. Saiba precificar

Aproveitando um pouco o gancho do tópico anterior, é preciso discutir a precificação dos seus produtos ou serviços.

Existem várias formas de se chegar ao valor que será cobrado dos clientes perante uma solução, contudo, alguns detalhes devem ser considerados.

O primeiro deles é o seu ponto de equilíbrio. Praticar qualquer coisa abaixo disso é perigoso. A exceção fica por conta de ações estratégicas promocionais por tempo limitado.

A outra coisa que precisa ser avaliada é a relação entre o preço cobrado e o volume de clientes. Você tem que pensar se vale a pena manter um valor cobrado baixo conseguindo um aumento do volume de clientes ou o contrário: poucos clientes pagando mais caro. Tudo tem uma relação direta com o seu posicionamento de mercado.

De um lado, você trabalha com volume de vendas que exige mais manutenção, pessoal para o atendimento, operações e responsabilidades. Do outro, tem uma atenção mais focada em poucos contratos, mas com gastos mais reduzidos e um risco maior de perdas caso algum cliente deixe o seu negócio.

Cada tipo de empresa tem uma dinâmica própria. O que você precisa fazer é conseguir identificar o que é melhor no seu caso.

6. Utilize a tecnologia a seu favor

Automatizar processos repetitivos, utilizar soluções de gestão de projetos para diminuir o risco de perdas ocasionadas pela baixa eficiência da alocação de recursos, adotar sistemas que favoreçam a comunicação corporativa e outras ferramentas tecnológicas bem estruturadas são boas práticas para qualquer empresa.

Essas atitudes realmente fazem a diferença na rotina dos negócios. Além de minimizar a ocorrência de riscos ocasionados por falhas humanas, elas deixam o seu pessoal mais disponível para se concentrar naquilo que realmente interessa: desenvolver um bom trabalho focado nas necessidades do cliente e no aumento de resultados.

Imagine, por exemplo, um time de vendas que, além de captar, fechar e acompanhar contratos de projetos, precise alimentar manualmente relatórios e planilhas para o controle do PMO.

Pense agora nessa mesma equipe tendo que perder menos tempo para alimentar os controles, cometendo menos erros por ter uma ferramenta já preparada e podendo se dedicar a buscar mais clientes. Essa é a ideia de saber utilizar a tecnologia ao seu favor.

Agora que você já tem nas mãos algumas boas sugestões para pensar e conseguir aumentar o faturamento da empresa, seja um profissional mais engajado e repasse essas dicas para sua rede de contatos compartilhando este conteúdo nas suas redes sociais. Seus parceiros comerciais vão agradecer!

 

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Livro de Gerenciamento de Projetos de Desenvolvimento aborda a utilização do Project Builder

Em livro lançado recentemente, Peter Pfeiffer aborda o tema de Gerenciamento de Projetos de Desenvolvimento e mostra como a a utilização do Project Builder, através do eGAU, o ajudou em seus projetos na GTZ – Agência Alemã de Cooperação Técnica

Sinopse do Livro

Gerenciamento de Projetos de Desenvolvimento são dois termos muito usados. Projeto, porque é uma forma de organizar e realizar trabalhos dos mais diversos tipos, formas e tamanhos cada vez mais utilizada. Já faz tempo que o conceito saiu da esfera tradicional da construção civil e passou para todos os ramos de atividades, inclusive para as áreas governamental e social. O seu grande potencial está na possibilidade de racionalizar os escassos recursos e de gerenciar os processos com maior flexibilidade.

O termo desenvolvimento é geralmente associado ao progresso econômico e social de um país ou uma sociedade. Ele diz respeito a transformações e mudanças que vão além do crescimento econômico ou da simples construção de infra-estrutura, passando necessariamente pela cultura, hábitos, costumes e comportamento das pessoas. Entretanto, à diferença do projeto, que tem por definição um fim estabelecido, desenvolvimento é um processo permanente e infinito.

Assim, falar em Projeto de Desenvolvimento pode parecer uma contradição. Mas o livro visa mostrar que projetos, mesmo com as suas limitações de recursos e tempo, podem contribuir para o desenvolvimento. Para que isso seja possível, é necessário levar em consideração uma série de condições e características que se distinguem dos ambientes empresariais para os quais a maioria das publicações sobre gerenciamento de projetos está voltada.

Este livro apresenta as duas principais fontes teórico-conceituais que embasam o método GPD, através de uma série de conceitos, definições e instrumentos que levam a um marco referencial para um sistema de gerenciamento. Ele pretende ser uma contribuição prática e aplicável para que organizações públicas e privadas que lidam com projetos de cunho social consigam aprimorar a sua eficiência e assim aumentem a eficácia nas suas intervenções em prol do desenvolvimento.

Ficha Técnica

Editora: BRASPORT
ISBN: 8574522104
Número de páginas: 184
Lançamento: 15/3/2005
Mais informações: http://www.brasport.com.br/livro.asp?Cod=85-7452-210-4

gestão de portfólio e programas

Livro de gestão de programas e múltiplos projetos traz estudo de caso com Project Builder

Confirmando a efetividade do Project Builder, o livro Gestão de Programas e Múltiplos Projetos apresenta conceito e prática através de um estudo de caso com o apoio do software.

Resenha do Livro

A necessidade por informações em gerenciamento de Programas torna-se muito mais premente agora do que antes. As empresas dependem desse tipo de iniciativa para alcançar suas metas e objetivos ligados a um planejamento estratégico cada vez mais agressivo.

Uma vez que existem poucas publicações disponíveis no mercado sobre esse assunto tão complexo, as empresas vêm utilizando o padrão para Gerenciamento de Programas publicado pelo PMI (Project Management Institute) como fonte de consulta. Infelizmente, esse padrão não é suficiente para cobrir as necessidades dos gestores, pois não descreve a utilização desses conceitos dentro do ambiente organizacional.

O gerente de programas busca preencher essa lacuna entre conceitual-prático através de exemplos, estudos de caso e modelos que possam ser aplicados nos seus processos organizacionais ligados à gestão de grandes empreendimentos.

Desta forma, este livro visa cobrir essa lacuna, desmistificando a utilização do padrão do PMI e trazendo ao gerente de programas todo o conteúdo conceitual e sua aplicação através de um estudo de caso.

Principais assuntos tratados no livro

  • alinhamento com o padrão para gestão de Programas do PMI®
  • monitoramento de benefícios, governança, gestão de stakeholders e portões de decisão
  • ciclo de vida de um programa através de um estudo de caso
  • diversos modelos de documentos para planejamento, monitoramento e controle, execução e encerramento.

Ficha Técnica

Editora: BRASPORT
ISBN: 9788574523651
Número de páginas: 352
Lançamento: 03/09/2008
Mais informações: http://www.brasport.com.br/index.php?Escolha=8&Livro=L00293

planejar suas férias

5 dicas para um gerente de projetos planejar suas férias

Os gerentes de projetos costumam ter dificuldades para se desligar totalmente do trabalho quando começam a planejar suas férias. O período de descanso é fundamental para o alívio do estresse, mas nem sempre conseguimos usufruir de seus benefícios. O costume de checar e-mails corporativos, atender chamadas profissionais no celular ou ser chamado às pressas para resolver problemas anulam o propósito do seu almejado repouso.

Nada que um pouco de organização não resolva – e disso você entende bem, certo? Para descansar de verdade por um tempo, a primeira regra é não deixar pendências nos projetos. Sabemos que esse ideal nem sempre é possível, mas é contornável.

Veja algumas dicas para você deixar tudo encaminhado antes de desconectar-se do mundo corporativo e planejar suas férias da melhor forma:

Preparar-se com antecedência: escolha o momento certo de ausentar-se e não deixe tudo para a última hora;

  • Organizar projetos: encaminhe as tarefas e defina os prazos com a equipe. Se houver pendências, anote o que é preciso ter continuidade e como isso deve ser feito;
  • Registrar processos: deixe escrito suas rotinas para que outros saibam como agir em determinadas situações, a quem encaminhar, etc;
  • Definir substituto: escolha uma pessoa ou mais para dar conta de suas atividades urgentes durante o período de férias e repasse a ela todas as informações necessárias;
  • Divulgar sua ausência: avise gestores, colegas, clientes e fornecedores de suas férias com uma semana de antecedência e prepare uma mensagem automática de e-mail com a indicação de quem estará em seu lugar e quando será seu retorno.

Feitas essas recomendações, sua única preocupação será em como desfrutar da melhor maneira seu merecido tempo de ócio.

gerenciar conflitos

Como entender e gerenciar conflitos em projetos

Lidar com pessoas e gerenciar conflitos não é simples. Gerentes de projetos experientes sabem que conflitos são bastante comuns, o que exige habilidade para encontrar soluções e destravar o andamento do trabalho.

O blog Guerrilla Project Management realizou uma entrevista com a especialista em resolução de conflitos Margaret Meloni. Ela compartilha sua experiência e suas percepções sobre a importância de se compreender e gerenciar conflitos.

O papel de líder muitas vezes exige que gerentes de projeto confrontem as pessoas a lidar com problemas que preferem ignorar. Isso pode levar a conversas difíceis e emocionais. Entender e gerenciar um conflito são habilidades cruciais que um gerente de projetos precisa desenvolver.

A resolução de conflitos se tornou uma habilidade crítica para gerentes de projetos por uma questão de produtividade. Margaret afirma que esses profissionais passam entre 20% a 40% de seu tempo resolvendo conflitos. E não são problemas de falta de competência ou habilidade. Geralmente são questões de personalidade e conflitos pessoais. É que quando você lidera um projeto, sempre traz a mudança. E somos naturalmente resistentes a mudanças.

A especialista acredita que quando você se conhece e compreende sua maneira de lidar com conflitos pode avaliar cada caso e decidir se sua resposta natural é boa ou não. Se não for, pode adotar outra abordagem ou chamar alguém para ajudar.

Entre as dicas práticas, Margaret aconselha conhecer a si mesmo, entender qual o seu objetivo a partir de um conflito, considerar as pessoas envolvidas e a maneira como abordá-las, buscar de forma colaborativa uma solução que ajude a seguir em frente e, acima de tudo, ser flexível.

A especialista avisa que há três grandes equívocos quando se trata de conflitos. O primeiro é achar que conflitos são ruins. Ao contrário, é estranho quando eles não aparecem, sinal de que algo está errado. Projetos são complicados, e é comum ter orçamento apertado, prazo curto, etc. Se não há conflito, ou é porque ninguém entendeu, ou está escondido em algum lugar. O que é perigoso, porque pode explodir a qualquer momento. O conflito não é ruim. A maneira como o encaramos é que é positiva ou negativa.

Outro equívoco é achar que uma mesma solução serve para todos os conflitos. Não é assim que funciona. E o terceiro erro é nos sentirmos responsáveis demais e acharmos que devemos nos envolver em todos os conflitos. Não é bem por aí. Às vezes, não somos os mais indicados a resolver.

Com um cargo de executiva de TI na bagagem, Margaret sempre teve preferência pelas pessoas que estão por trás da tecnologia. Ela desenvolveu uma apaixonada crença de que é preciso ter coragem e habilidade para ser mais humana no trabalho, e que todos os indivíduos têm a responsabilidade de conviverem com dignidade, respeito e compaixão.

Motivada por suas crenças e pelo desejo de fazer a diferença na vida de outras pessoas, Margaret fundou a Meloni Coaching Solutions, Inc. Hoje, auxilia seus estudantes e clientes a encontrar a liberdade de serem autênticos no escritório. Margaret é membro do capítulo de Los Angeles do PMI.

O áudio original da entrevista está disponível aqui (http://www.guerrillaprojectmanagement.com/wp-content/uploads/2012/05/margaret_meloni.mp3). Encontramos apenas a versão em inglês, mas para quem entende basicamente o idioma, é bem tranquilo de compreender.

Saiba mais sobre Margaret Meloni: http://www.margaretmeloni.com/about.html

reunião produtiva

6 dicas para fazer uma reunião produtiva

A relação entre estabelecer as reuniões e fazer com que elas agreguem valor ao negócio é um desafio ainda contemporâneo, ou seja, mesmo se tratando de uma prática antiga, a reunião produtiva não é uma realidade unânime entre as organizações.

Os motivos para que se tenha produtividade nas reuniões são muitos. Por exemplo, as horas trabalhadas de gestores e executivos, até pela relevância dos cargos e seus respectivos honorários, são valiosas nas empresas — logo, é imprescindível que sejam bem aproveitadas.

Para assegurar que façam parte da reunião alguns elementos essenciais à produtividade de toda a empresa, listamos neste post 6 dicas reflexivas que o ajudarão a planejar ótimas reuniões daqui para frente. Mas, antes disso, vamos entender o que, de fato, caracteriza uma reunião produtiva e satisfatória para as equipes.

O que caracteriza uma reunião produtiva?

Bom, já sabemos que deslocar os colaboradores de suas atividades por razões dispensáveis gera impactos negativos. Indo mais além, reuniões improdutivas são prejudiciais aos planos da empresa, haja vista que o futuro não é debatido com clareza e objetividade.

Conforme nos aprofundamos nos malefícios das reuniões improdutivas, mais evidentes ficam os seus altos custos e impactos depreciativos — os participantes, desmotivados, deixam de levar as reuniões suficientemente a sério.

Mas, perante a situação, de que maneira se classifica uma reunião como produtiva? É preciso avaliar determinados aspectos que caracterizam as boas reuniões, como:

  • rentabilidade: os minutos dedicados devem gerar bônus, em vez de ônus;
  • aproveitamento do tempo: nenhum colaborador deve sair da reunião mais confuso ou igualmente desinformado em relação a quando nela entrou;
  • foco: reduzir (ou eliminar, preferencialmente) a dispersão, mantendo os envolvidos engajados e interessados na pauta;
  • planejamento: quem tem a voz não pode se perder, portanto, antes de agendar a reunião, ter ciência do que vai dizer é fundamental;
  • atratividade: em vez de ser vista com chateação, a reunião tem de ser encarada pelos envolvidos como um momento oportuno para fazer a diferença, influenciando nos planos do negócio.

Como fazer uma reunião produtiva?

Para que uma reunião mostre bons resultados, você deve se questionar sobre os seguintes pontos:

1. A reunião se faz necessária?

Não há como haver uma reunião produtiva quando o tema em questão pouco requer para ser resolvido, ou seja, se dar ao trabalho de deslocar um grupo de funcionários-chave para tratar de assuntos que podem ser esclarecidos em breve conversa.

O mesmo vale para as reuniões inconvenientes, nas quais a pauta é inapropriada para aquele momento, seja pelas circunstâncias — em meio a momentos de turbulência, por exemplo —, seja pela falta de relevância, seja pelas consequências.

Tal problema é recorrente em empresas que fizeram das reuniões um hábito, algo a se realizar semanalmente. Todos os colaboradores permanecem cientes de que ela acontecerá, sem quaisquer questionamentos acerca da necessidade.

Dentre os maiores problemas trazidos pelas reuniões desnecessárias destaca-se a perda de tempo — que pode se prolongar devido a discussões inapropriadas. É como dar voz àquele que nunca teve algo a dizer senão apedrejar, dando origem a atritos e divergências.

Portanto, antes de tudo, busque a reflexão sobre os objetivos da reunião para que esta seja produtiva.

A finalidade é informar? Questionar pertinentemente? Solucionar problemas? Ouvir diferentes pontos de vista? Engajar / conquistar a equipe? Traçar metas? Algo precisa se concretizar por meio da reunião.

2. Quem serão os convocados da vez?

Quanto maior o número de convocados, maiores são as chances de que a pauta saia de foco; é muito importante frisar isso. A reunião produtiva requer objetividade, sendo ela possível de alcançar somente quando o grupo é formado por stakeholders.

É natural que o participante, ao ver que não tem nada a acrescentar no debate, para fazer valer a presença (ou por ego, propriamente), tente levar a conversa para outra direção. Quase ninguém gosta de ser coadjuvante em ocasiões assim.

Você consegue imaginar, por exemplo, uma reunião entre representantes dos setores de TI, Administração, Contabilidade, Jurídico, Produção e Recursos Humanos, para falar de algo que impactará somente uma das áreas?

Ilustrando mais claramente a questão, o Japão não vai se interessar em saber como estão os conflitos entre Croácia e Sérvia, a menos que os entraves afetem seus interesses. Não haveria opção aos japoneses a não ser se manterem distantes ou, na pior das hipóteses, fazerem comentários fora de contexto.

Considerando esses fatores, procure convidar as figuras mais representativas e envolvidas com determinado projeto, isto é, as pessoas-chave. É importante que cada participante tenha uma função, tendo em vista contribuir efetivamente.

Além dos participantes em si, é importante contar com a assistência de outros elementos, como o organizador, o controlador de tempo, o facilitador e a equipe técnica, para que se tenha uma reunião produtiva.

Observação: para manter demais indivíduos informados ou abrir para opiniões de terceiros, basta que, posteriormente, apresente a pauta e a ata.

3. Qual é o ambiente mais apropriado?

É muito comum que as empresas tenham uma sala inteiramente dedicada a reuniões (vulgo “sala de reunião”), mas não estamos nos referindo necessariamente ao local, e sim ao tipo de ambiente que tornará a reunião produtiva.

O modo como a sala é organizada sempre dependerá do propósito da reunião. Seria inadequado, por exemplo, equipar o ambiente para apresentações da mesma maneira que se faria para uma reunião criativa ou brainstorm.

Junto a isso há o fator “número de participantes”. Nesse ponto, a problemática é mais óbvia, afinal, a sala deve comportar suficientemente a quantidade de pessoas que marcará presença no local.

Tendo ambas as questões definidas, resta saber quão propício é o local em termos de conforto, acessibilidade e qualidade — no sentido de não haver adversidade que comprometa o progresso da reunião. Por exemplo:

  • há disponibilidade de ventilação / ar-condicionado?
  • trata-se de um ambiente fora do convencional? Se sim, é de fácil acesso?
  • os itens e equipamentos que serão utilizados estão bem posicionados?
  • locais imprescindíveis, como banheiros, ambulatório e saída de emergência, se encontram nas proximidades?
  • o ambiente é imune a barulhos e ruídos que possam atrapalhar a reunião?

Esses bastidores são muito importantes para assegurar a produtividade de uma reunião, tanto em termos de proporcionar qualidade, quanto de oferecer aos envolvidos uma experiência agradável.

4. Já definiu uma pauta para tornar a reunião produtiva?

A pauta é, praticamente, a razão pela qual a reunião existe. Não há o que se extrair de uma reunião caso não haja precisão acerca do que será discutido, tampouco haverá o que se dizer.

Por essas e outras que a definição da pauta é um item crucial para a produtividade; sendo assim, essa tarefa não deve ser feita superficialmente, como se bastasse anotar no papel uma pequena lista de assuntos. Lembre-se: rentabilidade e aproveitamento do tempo são características indispensáveis para a reunião produtiva.

O que fazer para definir a pauta corretamente? Primeiramente, evitar que sejam elencados temas irrelevantes / vagos. Em segundo lugar, certifique-se de que os temas sejam relacionados com os propósitos da reunião.

Por fim, estabeleça as prioridades — considere a parcela de tempo, a urgência, a ligação com o tema seguinte para manter o dinamismo etc. O ideal é que tudo esteja bem encaixado na programação.

No mais, escolha os tópicos que serão abordados, registre de forma resumida e divulgue aos participantes. Não precisa fazer um documento formal, mas facilita bastante se abranger os seguintes itens:

  • tema da reunião;
  • justificativa;
  • data, horário, duração e local;
  • responsável (se houver) e participantes;
  • tópicos em ordem de prioridade.

5. A equipe está bem preparada?

Ao agendar a reunião, informe os participantes sobre o tema e quem mais estará presente. Para que todos possam reunir subsídios e contribuir com ideias, marque com antecedência.

O prazo varia conforme o assunto e o contexto. O que não funciona é chamar todo mundo de última hora, haja vista que, além de serem pegos de surpresa, os envolvidos podem estar passando por momentos de estresse ou preocupação.

Quando isso acontece, é certo que as declarações dos participantes não serão das mais interessantes ou conclusivas, bem como as decisões tomadas a partir destas, dificilmente, serão eficientes ou dentro das expectativas.

Portanto, sempre que possível, procure planejar a reunião com plena antecedência, de modo a permitir que os envolvidos tenham tempo hábil para analisar o tema, fazer estudos e projetar seus argumentos para que, de fato, eles tenham algo de relevância para acrescentar à reunião.

6. Já se certificou de que as reuniões serão bem documentadas?

Por último e não menos importante está a documentação de tudo o que foi discutido no encontro, ou seja, as chamadas atas de reunião.

Esse documento tem muita importância para as decisões que serão tomadas futuramente, portanto, o primeiro cuidado a se tomar é: evitar que a ata se perca em meio aos documentos menos importantes.

Como nós estamos batendo na tecla de que a reunião produtiva está diretamente atrelada ao bom planejamento, é preciso considerar que a ordem cronológica das atas deve ser respeitada e, acima de tudo, os arquivos devem ser bem documentados, haja vista que são importantes objetos de análise para a equipe responsável.

Gostou das nossas dicas para fazer uma reunião produtiva? Esperamos que o artigo tenha sido útil e esclarecedor para você e sua empresa. Caso ache pertinente, compartilhe o conteúdo também com seus amigos nas redes sociais. Informações importantes devem sempre ser passadas adiante. Até a próxima!