Teste Grátis

Maior Blog de Gestão de

Projetos do Brasil

Juntes aos nossos milhares de leitores e receba atualizações, ebook, webinario, planilhas, templates, artigos e dicas imperdíveis para ter sucesso na gestão de projetos.

Categoria: Dicas

Preencha suas lacunas de conhecimento

Ser bom em gerenciamento de projetos não significa ser especialista em apenas uma função. O sucesso de seus projetos depende da sua capacidade de entender as coisas da forma mais ampla possível, preenchendo assim as lacunas de conhecimento. Para isso, esteja atento aos demais papéis envolvidos nas tarefas que você acompanha e se interesse pelo máximo de áreas do conhecimento possível.

Claro que você faz o que gosta, e entende muito do assunto, mas não deve deixar de lado as tarefas que têm de ser feitas. Apesar de essas tarefas serem importantes para o sucesso global do projeto, nós gerentes de projetos sempre preferimos fazer o trabalho ao qual estamos mais acostumados ou sabemos realizar bem.

Mesmo que você seja excelente em algumas tarefas, provavelmente não reúne todas as habilidades necessárias ao sucesso do projeto. Sugerimos preencher suas lacunas de conhecimento a partir da troca de experiências com seus colegas de equipe. O segredo de um bom gerente de projetos é que ele sempre está cercado de profissionais capazes e bem treinados.

Em vez de tentar saber tudo e ser a única referência de conhecimentos para a equipe, vale a pena aceitar que nem sempre sabemos cada detalhe envolvido no trabalho. Incentive a participação da equipe com frequência. Isso faz com as pessoas se sintam importantes e valorizadas por suas contribuições, além de tornar mais eficiente a execução do projeto.

E você? Faz apenas as tarefas nas quais se sai bem em vez do trabalho que precisa ser feito ou segue a vida preenchendo suas lacunas de conhecimento?

Como você equilibra sua própria experiência com a de seus colegas de equipe?

Turbine sua equipe de gerenciamento de projetos

A falta de profissionais qualificados no mercado de trabalho atinge profundamente as empresas de tecnologia. O chamado “apagão da mão de obra” exige que as organizações estabeleçam práticas aprimoradas para atrair, treinar e manter talentos na equipe de gerenciamento de projetos

O IBGE estima que estão sobrando 115 mil vagas no setor de tecnologia da informação (TI) no Brasil, e uma das razões é a formação de profissionais em número insuficiente. Se o talento pode facilmente escolher onde trabalhar, como fazê-lo escolher a sua empresa entre as melhores e como obter a melhor equipe de gerenciamento de projetos?

1º) Fique atento ao mercado
Você provavelmente não vai encontrar do dia para a noite alguém altamente capacitado e com o perfil que sua empresa requer no momento. Sua organização deve se apresentar ao mercado como uma boa oportunidade. Não espere abrir uma vaga ou fechar um contrato para encontrar o candidato ideal. Chame os mais promissores para uma entrevista e, se encontrar alguém realmente especial, não hesite em contratar.

2º) Planeje contratações
Estime as necessidades de sua empresa para os próximos 12 meses. Recomenda-se sempre ficar de olho em especialistas em Java, desenvolvedores móveis, gerentes de projetos e engenheiro de rede, que sempre são necessários. Faça um planejamento com a área de recursos humanos e reúna um banco de candidatos com esses perfis.

3º) Dê desafios
Uma vez contratado o talento, faça-o participar do projeto mais apropriado ao seu perfil, em que ele possa aplicar seus conhecimentos e desenvolver potenciais. Dê a ele desafios para que se sinta motivado a permanecer na empresa. Profissionais de alto desempenho raramente trocam de emprego.

4º) Confie em novatos
As empresas geralmente contratam pessoas com experiência anterior na função. Não subestime o potencial de universitários ou recém-formados. Os engenheiros mais jovens, por exemplo, podem contribuir com ideias inovadoras e surpreender gestores mais tarimbados.

5º) Ofereça treinamento interno
Ter programas bem estabelecidos de treinamento e educação dá excelentes resultados. Funciona bastante promover oficinas entre os novatos e os mais experientes. O entusiasmo dos iniciantes contagia os membros mais antigos, que por sua vez compartilham o conhecimento sobre a cultura da organização.

6º) Invista em capacitação
Cursos, workshops, MBAs, especializações, qualquer contribuição que a empresa puder oferecer aos colaboradores quanto a capacitação é bem-vinda. O retorno é imediato na produtividade, no engajamento e na retenção.

5 dicas para um gerente de projetos planejar suas férias

Os gerentes de projetos costumam ter dificuldades para se desligar totalmente do trabalho quando começam a planejar suas férias. O período de descanso é fundamental para o alívio do estresse, mas nem sempre conseguimos usufruir de seus benefícios. O costume de checar e-mails corporativos, atender chamadas profissionais no celular ou ser chamado às pressas para resolver problemas anulam o propósito do seu almejado repouso.

Nada que um pouco de organização não resolva – e disso você entende bem, certo? Para descansar de verdade por um tempo, a primeira regra é não deixar pendências nos projetos. Sabemos que esse ideal nem sempre é possível, mas é contornável.

Veja algumas dicas para você deixar tudo encaminhado antes de desconectar-se do mundo corporativo e planejar suas férias da melhor forma:

Preparar-se com antecedência: escolha o momento certo de ausentar-se e não deixe tudo para a última hora;

  • Organizar projetos: encaminhe as tarefas e defina os prazos com a equipe. Se houver pendências, anote o que é preciso ter continuidade e como isso deve ser feito;
  • Registrar processos: deixe escrito suas rotinas para que outros saibam como agir em determinadas situações, a quem encaminhar, etc;
  • Definir substituto: escolha uma pessoa ou mais para dar conta de suas atividades urgentes durante o período de férias e repasse a ela todas as informações necessárias;
  • Divulgar sua ausência: avise gestores, colegas, clientes e fornecedores de suas férias com uma semana de antecedência e prepare uma mensagem automática de e-mail com a indicação de quem estará em seu lugar e quando será seu retorno.

Feitas essas recomendações, sua única preocupação será em como desfrutar da melhor maneira seu merecido tempo de ócio.

6 princípios para fazerem seu Projeto Inovador

Por que alguns projetos ou ideias colam, e outros não? É possível descobrir os elementos que estão na base das ideias que fazem sucesso e criam um projeto inovador? De acordo com os educadores norte-americanos Chip e Dan Heath é possível não só criar projetos que colem, como também identificar os que têm potencialidade para colar.

Na hora de propor um projeto, não basta se preocupar com sua viabilidade técnica, com o possível retorno financeiro, com os recursos. É preciso cuidar da venda do projeto para que ele “cole” na organização. Com isso você vai garantir o patrocínio e os recursos necessários para viabilizar sua realização.

Tendo como base no livro “Made to Stick” vamos explorar princípios que vão te ajudar a ter um projeto inovador.

1 – Simplifique – Para um projeto colar, ele tem que ser simples e para ser simples, é preciso encontrar a sua essência, isto é, eliminar elementos supérfluos e superficiais, bem como outros aspectos que sejam importantes, mas não os mais importantes. Além de buscar o essencial, o projeto deve ser compacto.

2 – Surpresa – Para colar o projeto precisa gerar interesse e curiosidade, abrindo lacunas no conhecimento das pessoas, para depois, preenchê-las. Projetos que colam precisam ser inesperados, atrair a atenção das pessoas e fazê-las pensar.

3 – Concretude – Quanto mais concretos forem os objetivos do projeto maiores são as chances dele colar. Isso se deve, em grande medida, à capacidade de nosso cérebro de fazer conexões que nos permitem recordar de dados concretos. Precisamos construir projetos que tenham sentido prático.

4 – Credibilidade – Esse quarto princípio trata da seguinte questão: como fazer as pessoas acreditarem em nossos projetos? Ter uma autoridade que as sustente pode ser importante, mas o fato é que os projetos devem adquirir credibilidade por si próprios.

5 – Sentimentos – Para os projetos colarem, as pessoas precisam se importar com eles. Desafio, nesse terreno, é descobrir a emoção certa a ser associada ao projeto. Para fazer com que as pessoas se importem, é preciso não criar barreiras à sua capacidade de sentir.

6 – Relatos – Contar histórias é um mecanismo poderoso para fazer as pessoas agirem sobre nossos projetos, pois ao escutá-las, entramos numa espécie de simulador de voo mental. Quando nos deparamos com aquela mesma situação no ambiente físico fica mais fácil agir.

Conclusão – Para quem lida com criatividade ou qualquer outra atividade ligada a gerenciamento de informações e de ideias, esse livro é essencial, porque fornece uma visão abrangente, multidisciplinar e cientificamente fundamentada, quanto ao processo de construção de projetos inovadores.

6 Erros Comuns na Gestão Financeira que Você Precisa Evitar

A gestão financeira de uma empresa exige conhecimento e atenção. Sem o conhecimento suficiente e a atenção necessária, o gestor acabar cometendo falhas que, dependendo de sua gravidade, podem acarretar grandes prejuízos para o negócio. E além de conhecimento e cuidados especiais, o gestor deve contar com um bom software para facilitar seu trabalho.

O fato de serem automáticos e programáveis confere aos softwares uma grande vantagem sobre outros recursos de gestão — uma das características de um bom software é justamente a possibilidade muito reduzida de cometer erros.

Neste post, listamos seis dos erros mais comuns na gestão financeira que você deve evitar ao máximo. Continue lendo e confira!

NÃO REGISTRAR VENDAS

As vendas representam uma das operações mais importantes da sua empresa, e seu impacto sobre o fluxo de caixa é determinante — geralmente, poucas vendas significam um fluxo de caixa deficiente. Por isso, é importante registrar todas as suas vendas, independentemente do produto vendido ser de alto, médio ou baixo preço.

O gestor que não se importa em conferir e registrar as vendas está agindo displicentemente, e pode comprometer as finanças da empresa. Recomenda-se, inclusive, separar as vendas efetuadas a prazo daquelas que são efetuadas à vista, já que estas últimas representam dinheiro vivo, enquanto as outras representam financiamento de clientes (promessa de dinheiro para o futuro).

NÃO CONTROLAR O ESTOQUE

Esse é um erro muito comum. É muito importante saber a quantidade exata dos  itens de cada categoria que compõe o estoque, registrando devidamente sua saída para as prateleiras e comparando com o registro de vendas.

Os produtos podem ter prazo de validade curto, médio, longo ou indeterminado. Conferir os prazos de validade é necessário para evitar estocagem excessiva de mercadorias e desperdícios desnecessários. O importante é manter o estoque equilibrado, com produtos suficientes para suprir a demanda: nem superlotado, nem escasso.

Algumas empresas usam a estratégia de entregar o controle de estoque a cargo dos fornecedores de modo a evitar faltas ou excessos. A economia enxuta, por sua vez, defende a aquisição de mercadorias somente no momento preciso em que são necessárias (essa técnica exige um gerenciamento mais preciso e bem calculado).

DESCONSIDERAR TODOS OS CUSTOS E DESPESAS

Um dos objetivos de toda empresa é reduzir gastos. Contudo, não é possível realizar essa redução se o gestor não estiver a par de todos os custos e despesas da empresa. Há gestores que cometem o erro de ignorar pequenos gastos, considerando que são de pouca ou nenhuma importância para a saúde do fluxo de caixa.

Custos e despesas podem ser diferenciados da seguinte forma:

  • custos: gastos para a produção, como matéria-prima, mão de obra direta, compra de outros produtos usados na produção das mercadorias etc;
  • despesas: gastos administrativos, de vendas, e destinados à manutenção das atividades na empresa.

Na verdade, todos os gastos (custos/despesas)da gestão financeira devem ser categorizados e registrados para garantir um controle financeiro eficiente. Existem gastos:

  • fixos: que têm valor fixo, alterando-se em períodos específicos (como serviços de água, luz, telefone, internet, gás, aluguel, pagamento dos funcionários, e outros);
  • variáveis: que oscilam conforme a produção/venda das mercadorias (compras com fornecedores, comissões por vendas, transporte para entrega, energia e água usada na produção, e assim por diante).

Nem sempre é fácil distinguir os gastos fixos dos variáveis, mas é fundamental fazer uma estimativa razoável.

CONFUNDIR CONTAS PESSOAIS COM AS DA EMPRESA

Esse é outro erro comum nas empresas. O gestor, que muitas vezes é o próprio dono, costuma misturar as contas que ele e outros membros de sua família fazem como pessoas físicas com as contas da pessoa jurídica (que é a empresa). Essa atitude onera bastante o fluxo de caixa, e não é raro algumas empresas fecharem por conta desse problema.

O ideal é estabelecer sua remuneração (pró-labore ou distribuição de lucros) e respeitar os limites de seus ganhos. Tirar dinheiro aleatoriamente do caixa para pagar dívidas pessoais vai prejudicar o capital de giro e, quando a empresa precisar de dinheiro para suprir as necessidades do ciclo operacional, terá que recorrer a empréstimos — que também são outra falha comumente cometida pelos gestores.

PEDIR EMPRÉSTIMOS (SEM ORIENTAÇÃO OU ANÁLISE)

Fazer empréstimos a bancos ou agiotas é outra razão frequente pela qual muitas empresas fecham as portas. O grande problema são os juros, geralmente muito elevados, e que não são considerados pelo gestor na hora em que ele contrata o empréstimo. Quanto maior o prazo para quitar a dívida, maiores serão os juros incidentes. Além disso, muitas instituições costumam cobrar juros abusivos.

Considere também que existem multas para o caso de atrasos, que podem ser muito pesadas, e até ilegais em certos casos. Portanto, o hábito de pedir empréstimos deve ser evitado por sua própria natureza nociva.

Lembre-se de que se seu negócio só cresce a partir de empréstimos, ele não está crescendo com seu próprio dinheiro, e isso terá um alto custo: afinal de contas, você está comprometido a devolver com juros tudo o que tomou emprestado. Antes de recorrer aos empréstimos bancários, avalie outras possibilidades, como pedir empréstimo a um parente ou adiar o que está planejando para outra ocasião.

PRECIFICAÇÃO ERRADA

Na hora de precificar produtos ou serviços, é necessário calcular os lucros e os gastos. Cobrar um preço muito baixo, na maioria das vezes, não compensa — você poderá cobrar até um preço inferior ao da concorrência (o que lhe dará maior potencial competitivo), mas apenas se não tiver prejuízos ou se conseguir vender um volume muito grande de itens.

Lembre-se de que o preço do produto devem embutir os gastos da empresa (funcionários, serviços públicos, fornecedores, aluguel) e ainda oferecer um lucro satisfatório. Se esses critérios não forem considerados, você só terá prejuízos.

Outro erro comum é definir um preço elevado demais (acima da média) e não oferecer um serviço especial ou outra explicação que justifique essa precificação. Os clientes modernos estão mais esclarecidos e, caso possam comprar um produto de mesma marca (ou com marca diferente, mas com boa qualidade) em outra loja, por um preço inferior, certamente farão isso. O ideal é definir uma margem de lucro razoável, e calcular conscientemente os gastos relacionados ao produto.

E então, você comete algum desses erros na gestão financeira de sua empresa? O fluxo de caixa dela está saudável ou passa por dificuldades? Deixe seu comentário! E aproveite para obter ainda mais informações lendo também sobre como ser um bom líder e aprender a evoluir como gestor!

Saiba como implementar um Sistema Kanban na sua empresa

A procura por inovações e recursos que otimizem o funcionamento das empresas aumenta cada vez mais, acompanhando o mercado, que se torna mais competitivo, e a tecnologia, que não para de crescer. Nesse sentido, surgiram conceitos como o da produção enxuta, sistemas ERPs e curvas ABC.

Outro importante conceito que se desenvolveu foi o do Sistema Kanban. Ele vem sendo usado por diferentes empresas há muitos anos e acompanhou o desenvolvimento tecnológico e as várias melhorias de muitas organizações.

Conheça mais sobre esse sistema, seus princípios e vantagens, e a forma de implantá-lo em sua empresa!

ORIGEM E FUNCIONAMENTO

O Sistema Kanban surgiu no Japão, após a Segunda Guerra Mundial, como resultado da necessidade de melhorar o nível de produtividade da economia do país. O nome significa “cartão visual”, mas também pode ser chamado ainda de gestão visual, registro, placa visível.

Trata-se de um quadro, pode ser uma folha de papel ou um software, em que se organizam cartões. Estes representam as atividades, sempre correspondendo a um fluxo predefinido de etapas. Na medida em que o trabalho vai se desenvolvendo, os cartões vão mudando de estágio. A cada novo trabalho, um novo cartão é criado.

PRINCÍPIOS DO SISTEMA KANBAN

Como todo sistema de trabalho, o Kanban segue certos princípios. São eles:

  • Visualização da Cadeia de Valor: acontece através da visualização das etapas do trabalho, seja por um quadro, por um software ou por outro meio (a ciência já comprovou que o cérebro processa uma informação visual 60 vezes mais rápido que um texto);
  • Desenvolvimento Por Estágios ou Adaptativo: é um processo de gestão de mudanças, no qual ocorrem adaptações, sempre priorizando a entrega do que é mais importante;
  • Caráter Restritivo: tudo se desenvolve em torno de etapas, facilitando o controle, a medição e o aperfeiçoamento do processo.

VANTAGENS DO SISTEMA

Quais seriam as vantagens desse sistema para a empresa?

  • Desburocratização dos processos, já que dispensa os documentos formais de controle;
  • Tempos menores de ciclos, favorecendo a agilidade na entrega de materiais e produção dos itens;
  • Visibilidade otimizada dos projetos;
  • Redução de custos e desperdícios, incluindo os gastos com implantação e fabricação, e a redução de itens no estoque;
  • Motivação da equipe, valorizando a função do colaborador;
  • Não exige tanta organização;
  • A produção controla o processo (maior objetividade e eficiência, bem como o aumento da qualidade do produto final).

TIPOS DE SISTEMA

O tipo mais comum é o de Produção, cartão que autoriza a confecção de uma quantidade específica de itens da linha de produção. Nesse tipo, os cartões se deslocam entre o departamento de fornecimento e a produção, sendo colocados ao lado dos itens assim que eles são produzidos e sendo removidos quando os itens saem para o estoque ou cliente.

O Kanban de Requisição especifica a quantidade que o próximo processo deve retirar do armazém, para a confecção dos itens. Já o Kanban de Transporte autoriza o deslocamento dos itens entre fornecedor e cliente. Geralmente, é fixado no produto (substituindo o cartão de Produção), sendo retirado no processo subsequente, de onde retorna ao estágio inicial.

PREPARAÇÃO DA EQUIPE

Para instituir o sistema no seu negócio, é fundamental que a equipe tenha um preparo prévio para recebê-lo. Invista em treinamento, apresentando os conceitos relacionados ao cartão, os princípios do sistema, as vantagens que trará, um exemplo de sucesso no uso dele.

Assim conseguirá vencer possíveis resistências e preparar o ambiente para a implantação do sistema. Uma equipe aberta às novidades, e bem capacitada, vai ajudar bastante para que o sistema dê certo.

ETAPAS DE TRABALHO

Outro ponto a se observar na instauração do sistema é a identificação das etapas de trabalho que a equipe segue para produzir um item, para concluir um serviço ou projeto.

Em geral, o processo começa em “TO DO” (Fazer) e é concluído em “DONE” (Feito). No meio do processo, a etapa se define como WIP, sigla para “Working In Progress” (Trabalho Em Progresso). Porém, o sistema pode ser facilmente ajustável às necessidades da empresa.

Outra identificação necessária são as classes de trabalho, pois elas ajudam a organizar com mais eficiência o quadro, categorizando as funções. Como exemplos, temos as classes:

  • User Story (História do Usuário): corresponde à descrição sucinta de um recurso;
  • Tasks (Tarefas);
  • Epics (Épicos): corresponde a uma estória maior (caso uma requisição seja muito extensa, será necessário quebrá-la em partes menores, chamadas de estórias, para manter a agilidade do processo);
  • Bug (Erro).

E assim por diante. Nada impede que você use categorias definidas em português mesmo, como: defeito; requisito; testes; melhorias.

NECESSIDADE DE PRIORIZAÇÃO

A atividade que deve ser feita logo deve se situar na parte superior do quadro. A divisão em categorias pode permanecer, mas deve existir uma ordem de colocação (estrutura de priorização). Dessa forma, será possível entregar valor em tempo hábil (o valor equivale ao produto que vai ser vendido ou ao item que será utilizado de alguma outra forma).

Uma boa dica é usar cores ou figuras geométricas para destacar as prioridades. Por exemplo, usar a cor vermelha para destacar, circular as atividades principais, indicá-las com uma seta ou número e outras formas de destaque.

A priorização exige um controle apurado que identifique as necessidades de alterações na ordem ou a adição de novos cartões. Assim, reduzirá custos e potencializará a qualidade total, evitando atividades desnecessárias.

Estabelecendo priorização no Sistema Kanban, você não correrá riscos como: entregar produtos atrasados ou sem eficiência (inclusive softwares); não cumprir as metas definidas; não conseguir realocar seus times de trabalho; deixar o cliente insatisfeito e, consequentemente, perdê-lo.

MEDIÇÃO DE DESEMPENHO E DOS RESULTADOS

Medir o fluxo de trabalho é uma forma de avaliar o sucesso ou as limitações do sistema. Você poderá usar o sistema de medição que melhor se adapte ao perfil da sua empresa, como gráfico de consumo, lead-time (tempo necessário para que um item comece e conclua seu fluxo de valor), curva ABC, indicadores de produtividade e assim por diante.

Realize o gerenciamento de riscos, fazendo simulações e identificando gargalos. Dessa forma, você poderá agir de forma preventiva, evitando perigos desnecessários e falhas graves. Hoje, já é possível realizar essas simulações com ferramentas automáticas.

Nunca se esqueça de que sempre é possível melhorar. Aproveite as oportunidades para aprimorar o desempenho do sistema, reduzindo ou ampliando a quantidade de etapas, priorizando as atividades que geram mais valor, informatizando o sistema.

O Sistema Kanban pode ser um grande aliado para o bom funcionamento da sua empresa, para a gestão de projetos, de clientes e da sua equipe. Ele pode colaborar para que seus resultados sejam visualizados de uma maneira mais clara e direta, além de ser um aliado da produtividade, ajudando a otimizar o tempo.

Conheça 6 dicas para aumentar o faturamento da empresa de forma saudável

Em tempos de uma corrida acirrada para aumentar o faturamento da empresa com menos margem para erros e deslizes, conseguir manter as vendas em um bom patamar é um desafio constante.

Se, por acaso, você está ficando sem ideias novas de como aumentar o faturamento da empresa, confira se já conhece e tentou utilizar todas estas formas que listamos para você. Nós garimpamos o que há de mais prático e funcional para tornar o fechamento do mês um momento mais alegre.

Acompanhe!

1. Venda mais para os mesmos clientes

De acordo com o CAC (Custo de Aquisição de Clientes), que mede as despesas para se atrair mais compradores para os seus produtos, conseguir trazer mais clientes para dentro de casa costuma ser mais caro do que manter os que já temos.

Isso quer dizer que dar uma boa atenção aos atuais consumidores e manter o relacionamento saudável para deixá-los sempre por perto é uma ótima ideia.

O que alguns gestores não percebem é que é possível aumentar as vendas para os mesmos clientes. Para isso, é preciso entendê-los bem e conseguir identificar algumas necessidades que ainda não estão sendo atendidas.

Confira com seu pessoal de vendas se existe alguma potencialidade ainda não explorada para os clientes que já estão na carteira.

Uma outra vantagem nesse ponto é que você já sabe como eles fazem seus pagamentos e não se arrisca tanto com possíveis calotes de novatos no seu financeiro.

2.Treine funcionários

Uma equipe de trabalho obsoleta e que parou no tempo não vai poder te ajudar muito a vencer os novos desafios que surgem de tempos em tempos.

É preciso tentar criar uma cultura de renovação e manter uma sintonia com o que anda acontecendo no mercado, para que se possa buscar alternativas de novos produtos e serviços, outras opções de rentabilização, melhorias quanto ao que já se oferece ao mercado e também uma visão mais crítica sobre a atual situação da empresa.

Se achar que vale a pena, por uma questão tanto financeira, como para conseguir maior empenho da parte dos funcionários, tente criar uma política de colaboração nos estudos.

A empresa pagando uma parte do custo de alguns cursos e o seu pessoal a outra parte, não fica pesado para ninguém e a dedicação costuma ser maior.

3. Conheça e revise os processos do negócio

Depois de um tempo de experiência em uma determinada área, temos tendência à acomodação. Isso é um perigo.

De vez em quando, é muito importante revisarmos o escopo do nosso trabalho e como ele anda sendo feito, para não deixarmos passar alguns detalhes que poderiam ser mais bem aproveitados.

Nesse caso, os bons profissionais de gestão de projetos costumam se destacar por conseguir aproveitar seus recursos humanos de maneira a não ter perdas com o ócio de funcionários.

Reveja suas rotinas de trabalho e tente identificar gargalos e limitações. Às vezes, vai conseguir encontrar alguma coisa interessante que estava debaixo do seu nariz.

4. Fique de olho no mercado

Viver copiando o que os seus concorrentes andam fazendo é uma forma de sempre estar em segundo lugar, mas ficar de olhos fechados para o mercado é um caminho certeiro para a obsolescência.

O ideal é acompanhar as novas tendências e conseguir desenvolver internamente soluções que possam projetar as suas vendas.

Se você tem percebido que seus concorrentes estão oferecendo outros produtos que você também tem condições de levar aos clientes, entenda qual a melhor forma de sua empresa conseguir essa nova abordagem. Avalie também o que pode ser conquistado de maneira a manter sua clientela fiel.

Às vezes, a inovação pode estar somente voltada para a forma de contração e ainda assim ser um sucesso no mercado.

5. Saiba precificar

Aproveitando um pouco o gancho do tópico anterior, é preciso discutir a precificação dos seus produtos ou serviços.

Existem várias formas de se chegar ao valor que será cobrado dos clientes perante uma solução, contudo, alguns detalhes devem ser considerados.

O primeiro deles é o seu ponto de equilíbrio. Praticar qualquer coisa abaixo disso é perigoso. A exceção fica por conta de ações estratégicas promocionais por tempo limitado.

A outra coisa que precisa ser avaliada é a relação entre o preço cobrado e o volume de clientes. Você tem que pensar se vale a pena manter um valor cobrado baixo conseguindo um aumento do volume de clientes ou o contrário: poucos clientes pagando mais caro. Tudo tem uma relação direta com o seu posicionamento de mercado.

De um lado, você trabalha com volume de vendas que exige mais manutenção, pessoal para o atendimento, operações e responsabilidades. Do outro, tem uma atenção mais focada em poucos contratos, mas com gastos mais reduzidos e um risco maior de perdas caso algum cliente deixe o seu negócio.

Cada tipo de empresa tem uma dinâmica própria. O que você precisa fazer é conseguir identificar o que é melhor no seu caso.

6. Utilize a tecnologia a seu favor

Automatizar processos repetitivos, utilizar soluções de gestão de projetos para diminuir o risco de perdas ocasionadas pela baixa eficiência da alocação de recursos, adotar sistemas que favoreçam a comunicação corporativa e outras ferramentas tecnológicas bem estruturadas são boas práticas para qualquer empresa.

Essas atitudes realmente fazem a diferença na rotina dos negócios. Além de minimizar a ocorrência de riscos ocasionados por falhas humanas, elas deixam o seu pessoal mais disponível para se concentrar naquilo que realmente interessa: desenvolver um bom trabalho focado nas necessidades do cliente e no aumento de resultados.

Imagine, por exemplo, um time de vendas que, além de captar, fechar e acompanhar contratos de projetos, precise alimentar manualmente relatórios e planilhas para o controle do PMO.

Pense agora nessa mesma equipe tendo que perder menos tempo para alimentar os controles, cometendo menos erros por ter uma ferramenta já preparada e podendo se dedicar a buscar mais clientes. Essa é a ideia de saber utilizar a tecnologia ao seu favor.

Agora que você já tem nas mãos algumas boas sugestões para pensar e conseguir aumentar o faturamento da empresa, seja um profissional mais engajado e repasse essas dicas para sua rede de contatos compartilhando este conteúdo nas suas redes sociais. Seus parceiros comerciais vão agradecer!

 

PMI, PMBoK e PMP: quais as principais diferenças?

Quando temos projetos em nossas vidas pessoais — como comprar um carro, viajar ou fazer um mestrado — traçamos algumas metas para que esses planos se concretizem, não é? Guardamos dinheiro, pesquisamos roteiros e estudamos para testes.

No meio empresarial tudo isso também acontece, porém de forma organizada e com metodologias que garantem o alcance dos objetivos. Para isso, são adotadas as melhores práticas de mercado, dentre elas aplicadas as premissas do PMBoK — Project Management Body of Knowledge —, o guia que traz boas dicas sobre o planejamento de projetos.

A gestão empresarial de projetos pode ser tida, então, como a aplicação de conhecimentos, habilidades, ferramentas e técnicas que visam ao atendimento dos objetivos de uma necessidade da empresa. Nesse cenário, duas outras siglas são também essenciais: PMI e PMP. Você sabe o que cada uma delas significa e qual é a diferença entre elas?

Confira o nosso artigo de hoje para saber mais!

QUAL A MELHOR DEFINIÇÃO DE PROJETO?

Como conceituação, tem-se que um projeto é um esforço temporário empreendido para criar um produto, serviço ou resultado. Temporário não significa necessariamente curta duração, mas possuir início e fim bem definidos. O final do projeto é alcançado quando seus objetivos são atingidos ou quando, por algum motivo, ele for encerrado.

Outra característica importante é a exclusividade das suas entregas, o que significa que o produto ou serviço criado pelo projeto não foi empreendido anteriormente. Essa singularidade diz respeito não somente ao produto em si, mas também ao seu processo de desenvolvimento.

Na definição do PMBoK, os projetos possuem uma organização própria, que pode ser chamada de cadeia de valor representada por etapas ou processos:

  • Iniciação, que define e autoriza o projeto ou uma fase do projeto.
  • Planejamento, que define e refina os objetivos e planeja a ação necessária para alcançar os objetivos e o escopo para os quais o projeto foi realizado.
  • Execução, que integra pessoas e outros recursos para realizar o plano de gerenciamento do projeto.
  • Monitoramento e Controle, que mede e monitora o progresso para identificar inconformidades com o plano de gerenciamento do projeto, de forma que possam ser tomadas ações corretivas.
  • Encerramento, que formaliza a aceitação do produto, serviço ou resultado e conduz o projeto ou uma fase do projeto a um final ordenado.

VOCÊ SABE A DIFERENÇA ENTRE PMBOK, PMI E PMP?

Todas essas siglas já são bem disseminadas nas empresas, mas é comum confundi-las ou ter a impressão de que é tudo a mesma coisa. Na verdade, elas são bastante relacionadas, mas cada uma aborda uma vertente representativa da gestão de projetos.

Vamos conhecê-las?

O PMBoK

Esse guia é uma verdadeira bíblia empresarial e é adotado no mundo todo. Ele reúne um conjunto de práticas em gerência de projetos, definindo o trabalho que deve acontecer durante todo o ciclo de vida de um projeto.

A organização desse trabalho se dá a partir da orquestração de dez disciplinas fundamentais para o alcance de bons resultados em um projeto: integração, escopo, tempo, custo, qualidade, recursos humanos, comunicações, riscos, aquisições e partes interessadas.

O PMI

PMI é a sigla que representa o Project Management Institute, instituição responsável pela publicação do PMBoK. Sem fins lucrativos e originado no final da década de 60 nos Estados Unidos, o PMI reúne profissionais de gerenciamento de projetos para trocar experiências e conhecimentos e estabelecer boas práticas, uma ética na profissão e certificar profissionais da área.

A certificação oferecida pelo PMI, inclusive, é bem valorizada no mercado e distingue os gerentes de projeto que a inserem em seus currículos.

O PMP

Essa é a sigla do gerente de projetos (ou Project Management Professional, em inglês) e o que se espera é que ele tenha condições de contribuir para o desenvolvimento e implementação de metodologias, processos, padrões, critérios, parâmetros e ferramentas para gestão — além de liderar os projetos, intervir e articular sempre que necessário para que os prazos sejam cumpridos e as entregas saiam conforme o esperado.

Embora muito próximas e relacionadas, as siglas PMBoK, PMI e PMP se referem a coisas totalmente distintas. A primeira representa o principal guia de gerenciamento de projetos no mundo.

A segunda remete à origem de tudo, ao instituto que uniu profissionais para discutir, de forma pioneira, um assunto relevante há mais de 50 anos e ainda tão presente nas empresas. A terceira, PMP, refere-se ao capital humano responsável pela concretização das boas práticas que o PMI traduziu de forma organizada no PMBoK.

Em comum, as três siglas têm a valorização de métodos e da integração de elementos para que se tenha a melhor maneira de conduzir um projeto, avaliando e monitorando riscos, dimensionando recursos financeiros, alocando força de trabalho e envolvendo todos os atores interessados nas entregas do projeto.

QUAL A ESTRUTURA NECESSÁRIA PARA IMPLEMENTAR A GESTÃO DE PROJETOS?

As melhores práticas sugeridas no PMBoK orientam a criação de estruturas próprias para a condução dos projetos, os chamados Escritórios de Projetos. Esses escritórios costumam ser a unidade que centraliza e coordena o gerenciamento de projetos, além de fornecer apoio à comunidade de projetos e constituir um elo entre a empresa e seus objetivos.

Os Escritórios de Projetos são os guardiões da metodologia que deve ser seguida por toda a empresa ou pelas áreas diretamente envolvidas em projetos. Essa estrutura também serve de centro de referência em gerenciamento de projetos dentro da organização, prestando consultoria e oferecendo treinamento aos envolvidos.

Com quais ferramentas sua empresa pode gerenciar os projetos

Hoje o mercado oferece muitas opções de ferramentas tecnológicas para a gestão de projetos, que permitem melhorar a performance, visualizar todos os recursos envolvidos e alocá-los adequadamente para aumentar a produtividade.

Ao escolher qual ferramental adotar, é preciso atentar para funcionalidades que fazem toda a diferença, como facilidade na customização de acordo com a necessidade da empresa, integração de todos os módulos e geração otimizada de relatórios gerenciais para que se tenha maior controle de todas as instâncias do projeto.

Em termos de metodologias, as empresas têm adotado métodos que nasceram da evolução da discussão proposta pelo PMI e que atendem a áreas específicas de projetos, como a TI com o desenvolvimento de software.

Um exemplo são os chamados métodos ágeis, que propõem a aceleração das ações, prevendo a melhoria contínua do projeto por meio da flexibilidade e abertura às mudanças e da interação da equipe. O método mais conhecido é o Scrum, que prevê entregas rápidas (diárias, se possível) para o alcance da meta definida.

Seja qual for o porte ou ramo da empresa, realizar uma eficiente gestão de projetos é fundamental para alcançar os objetivos estratégicos. Gerenciar projetos é um instrumento poderoso para antecipar problemas e responder rapidamente às mudanças.

Incorporar meios para isso, de forma que os projetos sejam acompanhados de ponta a ponta, é um investimento que vale a pena e que traz retornos positivos ao negócio.

Assim, o Project Builder, software de gerenciamento de projetos em nuvem há mais tempo no mercado, pode ser bastante eficaz. Para receber um teste gratuito clique em: Quero um Teste Gratuito Agora.

7 palestras do TED obrigatórias para todo gerente de projetos

Mundialmente conhecido por suas palestras fantásticas, os eventos do TED, alem de serem sem fins lucrativos possuem um importante objetivo: disseminar ideias. Desde ciência e tecnologia até as artes, são raros os temas que ainda não foram abordados em suas palestras – todas fornecidas gratuitamente em vídeo no próprio site.

O  universo do gerenciamento de projetos não fica de fora. Personalidades como Malcolm Gladwell, Dan Pink, Seth Godin já passaram pelos palcos do TED para trazer inspirações para pessoas e organizações de todo o mundo.

Veja a seguir 7 vídeos com insights valorosos de administração, liderança e motiva para quem está na linha de frente das empresas, buscando formas de conduzir melhor os seus times e projetos.

1 – As tribos que lideramos – Seth Godin

Seth Godin argumenta que a Internet acabou com o marketing de massa e ressuscitou uma unidade social do passado distante: a tribo. Fundada sob ideias e valores partilhados, as tribos dão poderes às pessoas comuns para liderar e provocar grandes mudanças. Ele nos encoraja a fazer o mesmo.

2 – Lidere como os grandes maestros – Itay Talgam

Um maestro encara um desafio de liderança: criar harmonia perfeita sem dizer uma única palavra. Nesta palestra encantadora, Itay Talgam demonstra o estilo único de seis grandes maestros do Século XX, ilustrando lições cruciais para todos os líderes.

3- Uma vitória improvável – A história desconhecida de Davi e Golias- Malcolm Gladwell

É um conto clássico de um azarão: Davi, um jovem pastor, munido somente de sua funda derrota e Golias, o guerreiro poderoso. A história já transcendeu suas origens bíblicas e se tornou uma metáfora comum para uma vitória improvável. Mas, pergunta Malcolm Gladwell:
– “Será que é disso mesmo que se trata a história de Davi e Golias?”

4 – O que nos motiva a trabalhar? – Dan Ariely

Ao contrário da sabedoria convencional, não é apenas dinheiro. Mas também não é somente a satisfação. Parece que a maioria de nós prospera ao fazer progressos constantes e ao sentir um senso de propósito. O economista comportamental Dan Ariely apresenta duas experiências esclarecedoras que revelam nossas atitudes inesperadas e cheias de nuance em relação ao significado em nosso trabalho. (Filmado em TEDxRiodelaPlata.)

5 – Quebra-cabeça da motivação – Dan Pink

Analista de carreira Dan Pink examina o quebra-cabeça da motivação, começando pelo fato que cientistas sociais sabem, mas a maioria dos gerentes não: recompensas tradicionais não são tão eficientes quanto pensamos. Escute histórias iluminadoras — e talvez, um caminho a trilhar.

6 – Os 8 segredos do sucesso – Richard Saint John

Por que as pessoas obtém sucesso? Por serem espertas? Por sorte? Não. O analista Richard Saint John condensa anos de entrevistas em uma imperdível apresentação de 3 minutos sobre os verdadeiros segredos do sucesso.

7 – Como grandes líderes inspiram ação – Simon Sinek

O círculo dourado de Simon Sinek é um poderoso modelo para uma liderança no mínimo inspiradora.
“Cada pessoa sabe o que faz, algumas sabem como eles fazem isso. Muito poucas pessoas e organizações sabem porque eles fazem isso”, diz.

5 Filmes para inspirar gerentes de projetos

Gerenciar projetos é um desafio, alguns podem até dizer que é praticamente uma arte! Separamos 5 filmes, que com suas histórias e personagens, vão inspirar gerentes de projetos, como você!

1- MoneyBall- O homem que mudou o jogo

moneyball

Billy Beane (Brad Pitt) é o gerente do time de baseball Oakland Athletics. Com pouco dinheiro em caixa e com a ajuda de Peter Brand (Jonah Hill), ele desenvolveu um sofisticado programa de estatísticas para o clube, que fez com que ficasse entre as principais equipes do esporte nos anos 80.

2- Jobs

jobs

O filme que conta a história do líder de uma das maiores empresas do mundo tem muito a inspirar gerentes de projetos. Jobs era um homem que sabia como ninguém vender as coisas. Um gerente de projetos muitas vezes precisa “vender” seu projeto, seja para um cliente ou para a alta administração.

3- Asterix & Obelix – Missão Cleópatra

asterix

Para provar que o povo egípcio ainda é superior ao romano, apesar de o tempo dos faraós ter passado, a rainha Cleópatra (Mônica Bellucci) aceitou o desafio do imperador Julio César (Alain Chabat) de construir um suntuoso palácio no deserto em apenas três meses. Cleópatra convoca o atrapalhado arquiteto Numerobis (Jamel Debbouze) para comandar a missão e avisa: se ele conseguir o feito, será coberto de ouro. Do contrário, será lançado aos crocodilos.

( Sim, eu sei, lhe parece bem familiar!)

4- 11 Homens e um Segredo

11 homens e um segredo

Neste filme você vai ver a história de Danny Ocean, que 24 horas após de sair da prisão tem um plano em mente: assaltar três cassinos de Las Vegas, isso em apenas uma noite. Para colocar esse plano, um tanto quanto ousado, em prática , uma equipe é formada.

5- Pentagon Wars

pentagon

Por mais de 17 anos First soldier in Bradley investiu tempo, energia e muito dinheiro para criar um veículo de combate, o problema é que ele não funciona. A supervisão da invenção é confiada ao coronel Burton, que descobre provas falsas e manipuladas que podem destruir a carreira de alguns militares importantes.

E você? Conhece mais algum filme que sirva como inspiração para gerentes de projetos? Conte para a gente nos comentários!